Achados e Perdidos


Reciclagem

Boa ideia para reaproveitamento de pneus!!!


Via: Facebook

Composteira orgânica

Compostagem Caseira! Seu lixo orgânico é aproveitado e vira adubo para suas plantas! E ainda resta uma água rica em fertilizantes para a rega.
Pode ser feitos em dois tamanhos. A maior é ideal para casas com até 4 pessoas e a menor, para casas com 2 pessoas.
Veja o infográfico abaixo com o passo-a-passo.


Via: Reciclagem, Jardinagem e Decoração (on facebook)

Recado


É isso aí!
Cada fazendo a sua parte para um futuro mais limpo.

Seminário: "Rios urbanos: porque é preciso preservar?"

Acontece hoje o Seminário de Extensão Comunitária de 2012, à partir das 19h no auditório do curso de Arquitetura e Urbanismo do UGB - Universidade Geraldo Di Biase, em Volta Redonda. Esse seminário anual busca aproximar os alunos concluintes do curso de Arquitetura e Urbanismo da responsabilidade social e ambiental do futuro exercício profissional. Com ações como essa, vão surgir resultados transformadores. Não percam!



Peixes gigantes na orla do Rio


Esculturas gigantes em formato de peixes, feitos com garrafas de plástico descartadas no Rio de Janeiro, fazem parte da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio +20. A instalação enorme dos peixes foi construída com garrafas plásticas descartadas na Praia de Botafogo. À noite, as esculturas são iluminadas a partir do interior, criando um show de luzes espetacular.












Via: This is Colossal

Rio+C40



Prefeitos de 59 das mais importantes cidades do mundo anunciam metas e prazos para reduzir emissões de gases estufa.

Via: Andre Trigueiro

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O C40 é um grupo formado pelos prefeitos das principais metrópoles do mundo e chegou a um acordo nesta terça-feira. Na abertura do encontro no Forte de Copacabana, na zona sul do Rio, os gestores de 59 cidades definiram que vão reduzir em 1,3 bilhão de toneladas a emissão de CO2 até 2030. O documento será enviado à cúpula de chefes de Estado da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+ 20.
Para se ter uma ideia, este número representa o que países como México e Brasil, juntos, vão emitir na atmosfera nos próximos 18 anos.

Dutra sustentável


Diminuir o impacto ambiental e o reduzir o risco de acidentes. Assim é a proposta para uma Dutra mais sustentável.
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Projeto piloto pretende tornar Via Dutra sustentável
Por: Rebeca Ribeiro
Em: 15/06/12 - Jornal A Voz da Cidade

Na abertura da arena de palestras do Armazém Pop Ciência, no Armazém 4 do Píer Mauá, o Grupo CCR apresentou uma proposta de transformação da Rodovia Presidente Dutra em um novo paradigma de rodovia sustentável do Brasil. A conclusão do projeto, elaborado com consultoria da Axia Sustentabilidade, está prevista para 2014.

Segundo o consultor da Axia, Mário Lima, que apresentou a proposta, o primeiro passo a ser tomado é a busca da adesão de parceiros. “Nós já unimos governos e iniciativa privada para transformar comunidades, então, pensamos em aplicar isso à rodovia. Será feito, então, um estudo das necessidades, características e vocações locais que permitirão realizar as mudanças de acordo com cada região”, explicou.

A diversidade às margens da Via Dutra não surpreende. A rodovia, com 402 quilômetros de extensão, corta 36 cidades de dois estados, ligando as duas principais capitais do país – São Paulo e Rio de Janeiro. Aproximadamente 23 milhões de pessoas moram em cidades às margens da rodovia.

Como destacou Lima, ser sustentável não significa apenas preservar o meio ambiente. “Como alguém vai preservar algo que dá prejuízo? As comunidades só vão preservar aquilo que for fonte de recurso. Se as populações compreendem que sua renda vem de determinado patrimônio natural, não vão destruir”, disse, citando como exemplo de atividade para áreas de preservação o ecoturismo.

Foto: Airton Soares
Centro de Pesquisas

Antes de lançar a proposta de transformação da Via Dutra, a CCR apresentou o case de seu Centro de Pesquisas Rodoviárias, localizadoem Santa Isabel (SP). Focado em identificar soluções para problemas da estrada – como trechos com alta incidência de acidentes – o local congrega laboratórios de solo, concreto e de asfalto.

Destacou-se na apresentação da coordenadora do centro, Valéria Faria, o asfalto ecológico, produto já testado e aprovado. Hoje, segundo a CCR, 15% das rodovias sob concessão da empresa utilizam o asfalto produzido com pneus descartados, um passivo ambiental crítico. Para cada tonelada de asfalto, são adicionados 150 quilos de borracha – um reaproveitamento de cerca de mil pneus a cada quilômetro de rodovia repavimentada.

Além de diminuir o impacto ambiental, segundo Faria, a preocupação do centro é reduzir acidentes. “Nós buscamos identificar o tipo de mistura mais adequado ao trecho. Experimentamos vários tipos de asfalto usando um simulador de tráfego”, disse.

Por falar em sustentabilidade

A apresentação da CCR Nova Dutra foi prestigiada pelo secretário de Ciência e Tecnologia do município do Rio de Janeiro, Franklin Coelho, e pelo professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), membro do conselho do WWF-Brasil e presidente do grupo de trabalho da Prefeitura do Rio de Janeiro para a Rio +20, Sérgio Besserman, que palestrou sobre desenvolvimento sustentável. “Temos o privilégio de viver em uma época em que há uma grande, profunda e inquietante pergunta: seremos capazes de construir o desenvolvimento sustentável?”, provocou.

Além de ambientalista, Besserman é economista e costuma irritar radicais com afirmações como: “Nós somos pequenos demais para destruir ou salvar a natureza”. “Todas as empresas do mundo juntas, mais todo o exército norte-americano, a Nasa e os arsenais nucleares do mundo multiplicados cem vezes não seriam capazes de provocar sequer um arranhão na natureza, cujo tempo é completamente diferente do nosso, conta com milhões de anos”, disse.

Na torcida pra uma Rio+20 de resultados




Começou a Rio+20. De 20 a 22 de junho os líderes mundiais estarão reunidos no Brasil para a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável; uma oportunidade única para desenvolver e planejar um futuro sustentável.
Grandes decisões tomadas no Rio de Janeiro poderão definir a agenda global de desenvolvimento para muitos anos.
Muita gente ainda não se deu conta da importância desse evento, que o momento no qual o mundo oferece uma chance para que os líderes se comprometam com um futuro sustentável para as futuras gerações, um futuro onde o bem estar dos humanos é colocado no coração da agenda.
Segundo o site Envolverde, no Rio, a necessidade de abordar as conexões entre alimentos, água e energia deve estar no cerne das discussões. Por mais tenhamos conquistado algum progresso desde a Rio 92, hoje as ameaças ao meio ambiente ultrapassam cada vez mais as soluções. O Relatório Planeta Vivo 2012, do WWF, mostra que já estamos utilizando os recursos do planeta excessivamente e que as nações precisam reagir imediatamente para reduzir a pegada ecológica que está em constante expansão.
Minha torcida é para que tamanho empenho gere resultados positivos.

Energia Solar

As usinas de energia solar alemãs bateram recorde mundial de 22 gigawatts de eletricidade por hora - o equivalente a 20 estações de energia nuclear em capacidade máxima - no final do ano passado, segundo reportagem do site Carbono Brasil.
O governo alemão decidiu abandonar a energia atômica após o desastre nuclear de Fukushima ano passado, fechando oito usinas imediatamente e desligando as nova restantes até 2022.
Elas serão substituídas por fontes de energia renovável como eólica, solar e biomassa.
Um bom momento para outros países repensarem o uso de energia nuclear.

Setor de gestão de resíduos automatizado

Sim, é possível reciclar de maneira automatizada e com técnicas modernas.
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O Centro de Gestão de Resíduos Sólidos de Paulínia, São Paulo, não deixa dúvidas que a automação já é uma realidade no setor. O local é uma verdadeira fábrica de tratar e destinar tudo aquilo que jogamos fora. Lá, 6,25 mil toneladas de lixo, de 30 municípios vizinhos são processadas por dia por apenas 150 pessoas de forma a impactar menos possível o meio ambiente.
A experiência de ver um volume gigantesco de lixo chegando - são 600 caminhões em 24 horas -  e sendo processado quase sem cheiro, mais por máquinas do que por humanos, consegue substituir  a imagem da montanha fétida dos lixões onde centenas de catadores disputam os recicláveis.
O CGR Paulínia, se espalha por uma área de 705 mil metros quadrados, onde seis unidades funcionam tratando os resíduos que chegam continuamente. Numa dessas unidades está a Unidade de Revalorização de Resíduos, que é na verdade um galpão de 160 mil metros quadrados onde foi instalada a mais nova aquisição do CGR: o Tiranossauro.

Clique e veja a imagem ampliada com as legendas

A alusão ao dinossauro não é atoa. Trata-se de um equipamento capaz de processar por dia cerca de um milhão de toneladas de resíduos - isso quer dizer processar, fazer a separação de orgânicos de recicláveis e triturar este último para transformá-lo em um tipo de combustível derivado do lixo que pode substituir carvão e cavacos de madeira.
A máquina foi importada da Finlândia e é a única em operação na América Latina. Ainda está em fase de testes e custou à companhia cerca de 35 milhões de reais. Para funcionar, requer apenas 3 profissionais: um engenheiro e um técnico para operar os computadores que acionam o funcionamento, e um engenheiro ambiental supervisionando a operação. Nada a ver com os 1.500 catadores que disputam os recicláveis nos lixões.
Perto dessa unidade existe uma outra, a Unidade para Tratamento e Disposição Final de Resíduos Sólidos Industriais, conhecida como Aterro Sanitário Controlado, onde 5 mil das 6,25 mil toneladas de lixo que chegam diariamente  ao CGR são despejados. Os únicos 10 funcionários, todos com equipamento de segurança, tem a tarefa de aplainar o lixo e orientar as escavadeiras, que botam camadas de terra em cima dos resíduos.


Essa técnica não só reduz o cheiro como também acelera a decomposição. Como cobertura é colocada uma manta prateada de polietileno que funciona como impermeabilizador. Até 2017, quando forem encerradas as atividades nessa área do aterro, serão 16 camadas completando um total de 16 milhões de toneladas de resíduos despejados ali desde 1999 - quando foi inaugurado. Quando isso acontecer, serão plantadas mudas de espécies nativas da região, cultivadas do viveiro de Paulínia e o que era uma montanha de lixo se tornará uma montanha verde, coberta por grama.



Fonte: Razão Social - O Globo

Labirinto de Lixo

Arte com lixo. E é tanto lixo que dá pra imaginar mil coisas.
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Labirinto de lixo, em exposição no Parque Ibirapuera
Por: Débora Spitzcovsky
Em: 04/06/2012
Planeta Sustentável

Uma criação artística diferente anda chamando a atenção dos visitantes do Parque Ibirapuera, localizado na cidade de São Paulo. Trata-se da intervenção urbana Labirinto, criada pelo artista Eduardo Srur.


Montado, apenas, com resíduos recicláveis - como garrafas PET, plástico, alumínio e embalagens longa vida - o labirinto possui 400 m² e convida os visitantes do parque público a desbravá-lo, enquanto refletem a respeito da importância de encontrarmos uma saída para a produção exagerada de lixo no Brasil e no mundo.


Cerca de 60 toneladas de material reciclável foram utilizadas por Srur na confecção do labirinto. Os resíduos foram todos coletados por cooperativas de reciclagem que atuam no Estado de São Paulo.

A intervenção urbana ficará em exposição até 10/06. No início do ano, Srur levou o labirinto de lixo para outros parques públicos da cidade de São Paulo. Entre eles, o Villa Lobos e o Ecológico do Tietê.


A composição tem 400 metros quadrados de corredores com espelhos de acrílico no seu interior e somente dois acessos para circulação do público. Segundo Srur, a ideia é “criar uma obra provocativa que reative os sentidos e a percepção do público. O espectador é convidado a entrar no labirinto em busca da saída entre os resíduos sólidos, colocando-o frente a frente com o lixo que produz”.

Patrocínio: Shopping SP Market
Apoio: Prefeitura de São Paulo 
Fotos: Divulgação - Eduardo Srur
Acesse o Flickr do artista e seu site no Tumblr

Dia do Meio Ambiente


DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE COMPLETA 40 ANOS
Hoje, 05/06, comemora-se o Dia Mundial do Meio Ambiente. 
A data foi criada pela ONU há exatos 40 anos, durante a 
primeira conferência global a respeito de temas ambientais.

Eco faxina



Via: Instituto Eco Faxina
O conceito de se "tornar verde" começa "vivendo o azul", tomando decisões diárias tendo em mente a saúde dos oceanos.

Código Florestal Brasileiro


Comunidade internacional comenta veto parcial a novo Código Florestal brasileiro
Em: 28/05/2012
Por: Jéssica Lipinski
Fonte: Instituto CarbonoBrasil

Os desdobramentos do projeto de lei do novo Código Florestal brasileiro não foram seguidos apenas nacionalmente, mas também pela comunidade internacional. Com a suspensão da presidente Dilma Rousseff de 12 dos 84 artigos da proposta e modificação de 32 deles, a resposta internacional ao veto parcial não demorou a chegar, e como no Brasil, causou muita polêmica.

Alguns grupos ambientalistas saudaram a decisão da governante brasileira, afirmando que a ação de Dilma impediu que grandes danos às florestas brasileiras fossem autorizados. “Aplaudimos a presidente Rousseff hoje por vetar as partes mais perigosas dessa lei e por seu compromisso contínuo em acabar com o desmatamento brasileiro até 2020”, comentou Doug Boucher, diretor de pesquisa e análise climática da União dos Cientistas Preocupados.

“A emenda que concederia anistia para desmatamentos ilegais de antes de 2008 seria um precedente perigoso. Os proprietários de terras teriam ficado livres para continuar a derrubar florestas sob a suposição de que outro período de anistia seria oferecido. Se Rousseff não tivesse vetado essa seção, isso teria minado todo o Código Florestal”, continuou Boucher.

Outras organizações que defendem o meio ambiente também celebraram parcialmente a iniciativa da presidente. No entanto, a maioria da comunidade internacional criticou a decisão de Dilma, alegando que muitos dos pontos que passaram só contribuirão para um maior desmatamento no Brasil.

Pedro Abramovay, diretor de campanhas do site de mobilização Avaaz, lembrou que das duas milhões de assinaturas existentes no documento entregue à governante que pedia pelo veto total ao novo código, 1,7 milhões foram recolhidas no exterior, sobretudo na Alemanha e na França, o que segundo ele, demonstra a preocupação mundial do que pode acontecer às florestas brasileiras sob o novo código.

“Pedimos o veto porque essa legislação representa em retrocesso para o Brasil e para o mundo e porque está baseado em um modelo que propõe desmatar para desenvolver”, alertou Abramovay.

Por todo o mundo, grupos ambientalistas como o Greenpeace e o WWF, se pronunciaram contra o novo projeto de lei e manifestações ocorreram em várias cidades do planeta como Madri, na Espanha, e Tel Aviv, em Israel.

“Essa tentativa de excluir elementos de uma parte já complicada da legislação fará com que o Código Florestal revisado seja muito difícil de ser implementado – e as florestas do Brasil podem sofrer muito como resultado”, declarou o WWF.

Fotossíntese = energia elétrica


Muito interessante essa ideia, vale a pena!
Fico imaginando isso em grande escala.
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Luminária funciona a partir da fotossíntese das plantas
Por: Mariana Montenegro
Em: 25/05/12
Para o site Greenstyle

A fotossíntese das plantas agora pode ter um novo sentido principalmente quando se fala em decoração e utilidade. Uma luminária acoplada a uma mesa e alimentada por energia vinda das plantas.
A empresa Biophotovoltaics está desenvolvendo esse projeto inovador que pode revolucionar mais uma vez o uso de energia limpa e renovável.
A eletricidade é gerada a partir das fibras condutoras de elétrons capturados por musgos (ou outras pequenas plantas) dentro do tampo que forma a mesa. A tecnologia transforma essa energia vinda da fotossíntese das plantas que seria desperdiçada em eletricidade para a luminária.
A invenção genial ganhou o nome de “moss table” e ainda está em fase de testes e aperfeiçoamento. A pesquisa é apenas uma parte que visa a evolução de um projeto maior de pesquisa intitulado ‘Design in Science’, explorando caminhos para o encontro do design com a ciência.




Chico Bento e o Código Florestal


O cartunista Maurício de Sousa divulgou nesta terça-feira (22) duas ilustrações com o personagem Chico Bento pedindo à presidente Dilma Rousseff que vete o projeto do Código Florestal.
O texto da nova legislação ambiental brasileira foi aprovado pela Câmara dos Deputados no mês passado e está sob análise da presidente, que tem poder de vetá-lo integral ou parcialmente.
Na ilustração, os personagens da história em quadrinhos – Rosinha, Hiro, Zé Lelé e Zé da Roça – aparecem junto ao pequeno caipira, Chico, que pede providências contra possíveis "impactos nas matas, nos rios e nos peixes".


Dilma tem até a próxima sexta-feira (25) para apresentar eventuais vetos ou sancionar o projeto da forma como está. Nesta segunda-feira (21), o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse que a presidente está fazendo um “estudo hipermeticuloso” sobre o Código Florestal. Desde que o texto do novo Código Florestal chegou à Casa Civil, no dia 7 de maio, a presidente tem se reunido frequentemente com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Na semana passada, por exemplo, as duas só não se encontraram na sexta-feira, quando Dilma viajou para São Paulo.


Fonte: G1 - Natureza


Rio+20


ONU no Brasil lança campanha para a Rio+20
Em: 14/5/2012
Por: Leda Letra, da Rádio ONU

O Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (Unic Rio) lança hoje, segunda-feira, 14 de maio, duas ações para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). A primeira é a campanha intitulada “Eu sou Nós”, que incentiva os brasileiros a participar da cúpula, marcada para os dias 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro.

Poderão ser enviados vídeos, textos e fotos para o site “O Futuro que Queremos” – página oficial da Rio+20 em português; ou para o endereço: Centro de Informação das Nações Unidas – Unic Rio, Palácio Itamaraty. Av. Marechal Floriano, 196 – CEP 20080-002 | Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Segundo a Unic Rio, o material recebido será usado na divulgação do projeto durante o evento.


Plataforma digital

A outra ação lançada é a "Agenda Total", uma ferramenta de comunicação inédita de interação entre a ONU e a sociedade civil brasileira durante a Rio+20.

A ideia, segundo o Unic Rio, é criar uma plataforma de colaboração de conteúdo on-line sobre a programação e eventos planejados para a Rio+20.


Fonte: Envolverde
* Publicado originalmente no site da Rádio ONU e retirado do EcoD.


Novos sabores


Baixe aqui as minhas receitas para uma segunda-feira sem carne e feliz!

Desmatamento Zero


Salvar as florestas é mais do que uma obrigação dos brasileiros – é um direito. Cada um de nós pode escrever a história e conservar o patrimônio ambiental do país ao apoiar a proposta de lei popular do desmatamento zero, que visa a evitar grandes desmatamentos e o aumento das áreas degradadas.

Uma lei popular precisa de 1,4 milhão de assinaturas de eleitores para ser aceita pelo Congresso. É o primeiro obstáculo de um tortuoso caminho político, que parece feito para evitar que a voz do povo chegue aos círculos do poder em Brasília. Mas nós do Greenpeace vemos obstáculos como incentivos, e convidamos você a fazer o mesmo.

Você é a favor do desmatamento da Amazônia e das outras florestas brasileiras? Nem a gente. O Brasil já tem área desmatada suficiente para dobrar sua produção de alimentos; basta que o campo receba investimentos em eficiência na produção e recuperação de áreas desmatadas. É para isso que servirá a lei do desmatamento zero.

Ajude a salvar as florestas do Brasil assinando essa petição!
Clique aqui e veja o Projeto de Lei.

Preencha a petição que está no início deste blog (e que coloquei aqui embaixo de novo) e faça valer sua cidadania! Obrigada!!!!