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Saco de lixo reutilizável

Aqui em Volta Redonda quando a coleta seletiva estava contecendo com normalidade (agora parou e tem tempo que a prefeitura disse que iria retornar, mas até agora nada) nós recebíamos sacos transparentes para que os catadores pudessem ver o que tinha dentro dos sacos. Isso ajuda a identificar o que está sendo descartado, se pode ser reaproveitado ou se vai para a reciclagem.
Essa ideia dos Holandeses vai além e usa os sacos transparentes para que os outros possam reaproveitar objetos semi-novos que ficam conservados dentro das embalagens e visíveis para quem quiser reaproveitá-los.
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Holandeses utilizam saco de lixo que promove a reutilização
Em: 23/01/13

Por: Redação EcoD



Em países ricos é comum encontrar livros, móveis, brinquedos, eletrodomésticos, todos em perfeitas condições, abandonados nas portas das casas, prontos para virarem lixo. Mas muitos desses produtos têm a chance de uma segunda vida quando outras pessoas os recolhem.

Para facilitar a vida de quem reaproveita os objetos, a empresa holandesa Waarmakers teve uma ideia simples e útil. Ela criou o Goedzak, um saco de lixo transparente para colocar os produtos rejeitados por alguns, mas que podem ter utilidade para outros.

A ideia da transparência é possibilitar a visibilidade do conteúdo do saco e se diferenciá-lo, evitando que ele se misture com o lixo comum.

O saco mantém os produtos secos e limpos. E o logotipo Goedzak indica às pessoas que os bens estão disponíveis para serem reutilizados. Se ninguém aproveitar os brindes, o saco é recolhido por caminhões de lixo juntamente com os outros resíduos.

O legal é que o saco também pode ser reaproveitado. Quem o pegou pode colocar objetos que não desejam mais e fazer o mesmo processo. É um consumo colaborativo diferente, mas que pode ser eficaz.

Fonte: EcoDesenvolvimento

Peixes gigantes na orla do Rio


Esculturas gigantes em formato de peixes, feitos com garrafas de plástico descartadas no Rio de Janeiro, fazem parte da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio +20. A instalação enorme dos peixes foi construída com garrafas plásticas descartadas na Praia de Botafogo. À noite, as esculturas são iluminadas a partir do interior, criando um show de luzes espetacular.












Via: This is Colossal

Labirinto de Lixo

Arte com lixo. E é tanto lixo que dá pra imaginar mil coisas.
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Labirinto de lixo, em exposição no Parque Ibirapuera
Por: Débora Spitzcovsky
Em: 04/06/2012
Planeta Sustentável

Uma criação artística diferente anda chamando a atenção dos visitantes do Parque Ibirapuera, localizado na cidade de São Paulo. Trata-se da intervenção urbana Labirinto, criada pelo artista Eduardo Srur.


Montado, apenas, com resíduos recicláveis - como garrafas PET, plástico, alumínio e embalagens longa vida - o labirinto possui 400 m² e convida os visitantes do parque público a desbravá-lo, enquanto refletem a respeito da importância de encontrarmos uma saída para a produção exagerada de lixo no Brasil e no mundo.


Cerca de 60 toneladas de material reciclável foram utilizadas por Srur na confecção do labirinto. Os resíduos foram todos coletados por cooperativas de reciclagem que atuam no Estado de São Paulo.

A intervenção urbana ficará em exposição até 10/06. No início do ano, Srur levou o labirinto de lixo para outros parques públicos da cidade de São Paulo. Entre eles, o Villa Lobos e o Ecológico do Tietê.


A composição tem 400 metros quadrados de corredores com espelhos de acrílico no seu interior e somente dois acessos para circulação do público. Segundo Srur, a ideia é “criar uma obra provocativa que reative os sentidos e a percepção do público. O espectador é convidado a entrar no labirinto em busca da saída entre os resíduos sólidos, colocando-o frente a frente com o lixo que produz”.

Patrocínio: Shopping SP Market
Apoio: Prefeitura de São Paulo 
Fotos: Divulgação - Eduardo Srur
Acesse o Flickr do artista e seu site no Tumblr

Eco faxina



Via: Instituto Eco Faxina
O conceito de se "tornar verde" começa "vivendo o azul", tomando decisões diárias tendo em mente a saúde dos oceanos.

Reciclar é simples!

Pra reciclar basta um pouco de cuidado e criar o hábito.
Na minha casa a gente não reciclava, apesar de eu sempre ter essa vontade, de separar o meu lixo, de contribuir com o ambiente e com a cidade. Porém, na minha cidade, apesar de haver cooperativas de coleta seletiva (que não recolhem na cidade toda, infelizmente, apenas em alguns bairros), a Prefeitura não disponibilizava esse tipo de recolhimento. Então era um trabalho vão, pois eu separava o lixo e ele ia embora junto com o lixo comum.

Há dois anos, a Prefeitura passou a oferecer esse serviço. O caminhão da coleta passava um vez por semana, deixava sacos plásticos transparentes nas casa que quisessem aderir e, na semana seguinte, o mesmo caminhão passava novamente recolhendo apenas o que era reaproveitado: plástico, vidro, alumínio, papel.
Foi um momento muito bom, pois começamos a criar o hábito de separar corretamente os materiais para a reciclagem.

Mas durou pouco. Porque logo após esse período, a coleta cessou. E agora estamos sem o serviço. Mas o hábito foi criado - pelo menos na minha casa. Ainda separamos o lixo seco do lixo orgânico. Mesmo que ele vá parar no lixão ou aterro sanitário, pelo menos nós separamos e se algum catador encontrar nosso lixo separado, ele já vai ficar agradecido e terá menos um trabalho naquele dia.

E nesse processo todo, acabamos aprendendo a maneira correta de descartar os materiais reutilizáveis. Hoje em dia, esse processo é uma atividade industrial que gera muitos empregos, além de trazer grandes benefícios para o meio ambiente. Mas para isso acontecer, é preciso seguir uns passos.

• PET: Se o produto vem numa embalagem PET reciclável, ele deve ter embaixo um triângulo com o número 1 dentro. Esse símbolo é para indicar que esse material pode ser reciclado. No ato do descarte, lembre-se de que a embalagem deve estar totalmente vazia. Não é necessário lavar a embalagem! Isso vai acontecer durante o processo de reciclagem. Se der, retire o rótulo e amase a embalagem. Isso reduz o espaço para acomodar mais PETs. Deixe a embalagem bem tampada. Pronto, vc já separou adequadamente.

• PAPEL: Devem estar secos, limpos (sem gordura, restos de comida, graxa), de preferência não amassados. As caixas de papelão devem estar desmontadas por uma questão de otimização do espaço no armazenamento. Isso serve também para as caixas de produtos como remédios, pasta de dente etc. Papeis em geral podem ser reciclados, como aparas, jornais, revistas, caixas, papelão, papel de fax, formulários de computador, folhas de caderno, cartolinas, cartões, rascunhos escritos, envelopes, fotocópias, folhetos, impressos em geral.

• PLÁSTICOS: Muitos tipos, além do PET, podem ser reciclados, como tampas, potes de alimentos (margarina por ex.), frascos, utilidades domésticas, garrafas de água mineral, recipientes para produtos de higiene e limpeza, PVC, tubos e conexões, sacos plásticos em geral (sim! as sacolinhas!!!), peças de brinquedos, engradados de bebidas, baldes. Devem estar limpos e sem resíduos para evitar animais transmissores de doenças próximo ao local de armazenamento.

• TETRA PAK: São separadas juntamente com o plástico. Caixinhas de leite e sucos, creme de leite, embalagens tipo longa vida em geral. Retire todo o conteúdo, se desejar, pode passar na água rapidamente. Desmonte a embalagem para melhor acondicionamento, se tiver tampa, deixe-a bem tampada.

• METAIS: Latas de alumínio (latinhas de bebidas), latas de aço (ex. latas de óleo, sardinha, milho, molho de tomate), tampas, ferragens, canos, esquadrias e molduras de quadros. Devem estar limpos e sempre que possível reduzidos a um menor volume (amassados). 

• VIDROS: Tampas, potes, frascos, garrafas de bebidas, copos, embalagens. Devem estar limpos e sem resíduos. Podem estar inteiros ou quebrados. Se estiverem quebrados, devem ser embalados em um papel grosso (jornal ou craft) para evitar acidentes.

Esses materiais podem ser descartados todos juntos, dentro de sacolas transparentes. Exceto se forem descartados diretamente em cestas coloridas, discriminando cada tipo separadamente:




Fonte: Instituto de Biociências da USP

Reciclar é moda


Tomara que essa moda pegue muito!!!
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Pérolas, reciclagem e borracha nas peças de Francesca Romana
Na Italia, ela era aprendiz; aqui, ensina as técnicas para criar modelos que são mais que bijuterias
Em: 01/01/12
Por: Iesa Rodrigues para o Jornal do Brasil


A jovem designer veio de Nápoles para passar férias no Brasil. Visitou Olinda, Manaus, Pantanal. Viu São Paulo, Rio de Janeiro e sucumbiu aos encantos brasileiros quando descobriu as nossas pedras. Criou alguns colares e brincos, em dois meses vendeu duas mil peças para a H. Stern. E nunca mais a napolitana Francesca Romana quis sair daqui. Na Itália, era aprendiz de ateliê de jóias e começou a ensinar as técnicas às equipes que formou no Rio. “As férias viraram definitivas, e mesmo meus pais, que se surpreenderam no princípio, acabaram entendendo minha decisão, quando vieram me visitar”, conta agora, 25 anos depois da mudança, a designer que explora os materiais nacionais com referências na arte e nos pontos turísticos cariocas.

Depois de algumas mudanças na marca, devido a mudanças pessoais, Francesca celebra cinco anos de renovação com 24 lojas, duas delas em Paris – a da Rue de Longchamps é igualzinha à de Ipanema -, uma em Madri e uma em Bruxelas. A do Iguatemi, inaugurada há três meses, fornece o termômetro de agrado das paulistanas. “No ano que vem pretendo me embeber mais de São Paulo, sou influenciada demais pelo Rio de Janeiro. As cidades têm estas diferenças: no Sul, por exemplo, é preciso ter mais brilho”, conta, enquanto mostra as novidades na flagship de Ipanema, quase esquina da Aníbal de Mendonça.

As pulseiras rígidas, com a fitinha do Bonfim e pingentes de sorte, os relógios com a calcada de Ipanema no mostrador. Entre as preferidas, destaca a coleção permanente de braceletes com fotos de um livro editado por João de Orleans e Bragança, vista no pulso de Kate Moss. O momento Brasil-Itália, festejado neste ano, merece o cordão tipo escapulário, com Cristo Redentor e o Coliseu de Roma. “Só os italianos compram...”, revela.


As brasileiras adoram o colar metalizado, de grandes paetês quadrados, usado pela atriz Carolina Ferraz em O Astro. Talvez as consumidoras ignorem o que este colar significa para o planeta, ele é feito de pedacinhos de garrafa pet reciclada e metalizada (foto do centro, acima), sua inspiração bateu quando Francesca assistiu ao filme Lixo Extraordinário, de Vik Muniz.

Para o verão, anda montando belas vitrines com as coleções floridas, feitas em borracha por Marzio Fiorini. “São lindas para a praia e piscina, e se mantém muito bem, desde que fiquem longe de perfumes em spray, que deixam a borracha rígida”. Outro sucesso de verão é a linha de shambalas, pulseiras multicoloridas, que misturam pérolas, contas verdes, strass e pedras, por preços desde R$ 150. As turquesas, hits da temporada, colorem pulseiras, colares e anéis.




NOTA

Marzio Fiorini encontrou no PVC com textura de borracha o principal componente para dar vida a sua arte. Era um conceito totalmente vanguardista e inovador para jóias. Sempre inquieto e inovador, Marzio descobriu no pvc novas possibilidades e aprendeu todo os segredos deste material. Estudou e pesquisou durante um ano antes de apresentar sua primeira coleção em 2001.
Após o primeiro lançamento, brincos, colares, pulseiras, gargantilhas feitas em diversas cores e com textura de borracha, encantaram e surpreenderam as mulheres pela sua beleza, leveza, alegria, textura, perfeito ajustes as curvas do corpo, aliado ao design moderno, arrojado e criativo do artista.


Algumas peças exclusivas do artista






Madeira sintética = $$$


Reutilização sempre gera mais lucro!
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Madeira sintética, com plástico 100% reciclado, gera bons negócios
Há 3 anos, empresário começou a trabalhar com o mercado sustentável. Ele investiu R$ 2 milhões para estruturar a fábrica e comprar equipamentos.
Em: 08/01/12
Por: G1 Economia

Tendência de bons negócios para 2012, empresas desenvolvem, cada vez mais, soluções para preservar o meio ambiente e gerar bons lucros. É o caso do piso de madeira sintética, feito com plástico 100% reciclado.

Uma madeira que não solta farpas, não absorve umidade, nem retém fungos ou cupim. Além disso, é prática e fácil de limpar. A madeira sintética é bem parecida com a natural. Seja na cor, no peso e na beleza.

A empresa de Carlos Ristum, em Guarulhos, na Grande São Paulo fabrica a madeira feita com plástico 100% reciclado. Há 3 anos, o empresário começou a trabalhar com o mercado sustentável. Ele investiu R$ 2 milhões para estruturar a fábrica e comprar equipamentos.



De 2009 para cá foi um trabalho árduo, um trabalho de investimentos constantes, mas sobretudo de acreditar num negócio que deveria prosperar, como tem se mostrado até o presente momento.

A produção é feita em um galpão, onde trabalham 12 funcionários. O material que vai ser reciclado chega de ONGs e de empresas que fazem a coleta e a separação do plástico. Por mês, são 40 toneladas, a maior parte é de embalagens de doces, salgadinhos e até sacos de lixo.

Todo o plástico usado reciclado vai para máquinas gigantes. Primeiro o material segue na esteira. Depois, é processado a uma temperatura de 120 graus. Aí, o plástico derretido recebe pigmentos. “Tem um tratamento de superfície que se chama metalização, em seguida vai a pintura e depois tem um colter, que é um verniz. Essas camadas juntas formam um tipo de pele, que dá mais resistência, porque são vários componentes. Elas se formam como se fossem fibras, como é o caso de um bambu ou uma taquara”, diz Roberto Caleffi, gerente industrial.



Para ganhar forma, o plástico líquido vai para as injetoras. Por fim, o material é resfriado, ganha acabamento e as peças passam por um rigoroso controle de qualidade. A peça finalizada é quatro vezes superior à resistência da madeira. As peças prontas também aceitam todas as ferramentas que são utilizadas na madeira como serra, pregos, parafusos, tintas e qualquer outro material que é normalmente aplicado na madeira.

O metro da madeira sintética custa, em média, R$ 120. O preço ainda é salgado se comparado ao da madeira natural: cerca de 50% mais caro. Mas quem opta pelo produto ganha na durabilidade. O material é bem mais resistente à ação do tempo. Assim, a madeira plástica substitui a utilização com sucesso a madeira natural na fabricação de portões, móveis, pisos e revestimentos.





Site da empresa: Recicplast - Madeira Plástica (Carlos Eduardo, muito obrigada pelo link!)

Como viver sem plástico?


Muito legal essa matéria que saiu no site Ciclo Vivo falando sobre a dificuldade da gente se livrar do plástico em nossa rotina diária. É difícil, mas também não é impossível! O que realmente importa é saber o que fazer com o plástico depois do uso. Um descarte correto evita muitos danos à natureza, pois o plástico é reciclável.
Vale a pena a leitura!
Cintia
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Saiba como ter uma vida livre de plástico
Em: 04/11/11
Redação Ciclo Vivo - Com informações do Care2
Foto: Corbis


Eliminar completamente todo o plástico de sua vida é impossível. No entanto, é possível reduzir drasticamente o uso desse elemento das atividades do cotidiano.

Esta tarefa pode facilmente deixá-lo sobrecarregado. Então, uma boa ideia é começar por um item de cada vez; por exemplo, um que represente a maior entrada de plástico em sua vida, e trabalhe sobre ele. Uma vez que você estabeleceu um hábito sem o plástico, você pode passar para o próximo de sua lista. Aqui estão alguns bons pontos de partida:

Concentre-se nos alimentos. Separe, em um cesto, todas as embalagens dos alimentos por uma semana, você verá que o principal material recolhido serão os resíduos plásticos. Além do grande volume que consumimos todos os dias, existem outras razões para começar a concentrar seus esforços aqui. Os alimentos relacionados com o plástico possuem produtos químicos nas embalagens e contaminam as coisas que comemos e bebemos, portanto, têm o maior impacto potencial sobre a saúde imediata.

• Além de evitar excesso de alimentos embalados no supermercado, troque o plástico para estocagem de alimentos por recipientes e utensílios de cozinha como vidro, cerâmica, madeira ou outros materiais. E nunca aqueça alimentos em qualquer tipo de plástico.

• Caso esqueça a sacola reutilizável em casa, leve seus artigos à mão ou em um carrinho de compras até seu carro. Após ter feito isso algumas vezes, provavelmente não as esquecerá de novo. No mínimo, use o menor número de sacolas de compras possível (e não use em itens que já vêm em sacos, como laranjas e batatas).

• Alguns plásticos, como o canudinho, por exemplo, são desnecessários.

• Reuse, recicle e reinvente. Encontre novos usos para o plástico, se você puder, ou leve para reciclagem. Recicle seus eletrônicos quando for a hora de descartá-los. Se não encontrar um local para descarte deste material, procure uma organização sem fins lucrativos para fazer a doação.

• Quando for comprar algum item, procure produtos embalados em plástico reciclado se não houver uma alternativa sem plástico.


Concentre-se na razão pela qual a alternativa que substitui o plástico é melhor, e não nos motivos que tornam este material “ruim”. 
Deixe que as tuas ações, ao invés de suas palavras, sejam o argumento mais forte. Toda vez que você diz a um caixa de supermercado que você não precisa de uma sacola, e sair levando suas compras nas mãos, você estará plantando uma ideia na cabeça de todos ao seu redor.



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Reciclagem profissional


A profissionalização é sempre o melhor caminho para se chegar ao ideal, mesmo em se tratando de meio ambiente. Porque não capacitar profissionalmente pessoas envolvidas na área da reciclagem? Já que esse é um filão que vem crescendo gradativamente.
Uma boa iniciativa acontece no estado do Pará, onde a capacidade empreendedora está sendo incentivada cada vez mais.
Cintia

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Reciclagem busca profissionalização
Em: 31/10/11
Diário do Pará

Profissionalização e estímulo à capacidade empreendedora nos negócios relacionados à reciclagem. Essa é a proposta do projeto de pesquisa e extensão intitulado “Inovação Tecnológica e Gestão Coorporativa Sustentáveis e Participativas para a Inclusão Produtiva e Social de Catadores de Materiais Recicláveis na Região Metropolitana de Belém”.

Elaborado no Centro de Ciências Naturais e Tecnologia (CCNT) da Universidade do Estado do Pará (Uepa), o trabalho foi recentemente aprovado, em primeiro lugar no Brasil, entre as 26 propostas escolhidas na seleção de projetos no Programa de Apoio à Pesquisa, Inovação e Extensão Tecnológica para o Desenvolvimento Social, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Com o projeto, a partir de fevereiro do ano que vem, mais de 60 pessoas, entre integrantes da Cooperativa de Trabalho dos Profissionais do Aurá (COOTPA) e da Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis da Pedreira (COOCAPE) serão capacitados nas áreas de informática e educação ambiental e receberão maquinário, entre triciclos motorizados, empilhadeiras e prensas, além de botas, luvas e outros equipamentos de proteção, para aumentar sua capacidade de recolher resíduos, organizar a produção e agregar valor ao produto coletado na hora da venda.

Numa era em que sustentabilidade também é uma questão de negócio, inclusive para as metrópoles do Brasil, que até 2014 terão que se adequar à coleta seletiva, o projeto vai preparar os catadores de resíduo para serem agentes nesse processo. “A gente espera que com esse projeto eles possam se qualificar e ser incluídos na economia formal. Queremos ajudá-los a crescer como empreendedores. Esse é um grande fator de inclusão. É a capacitação pelo trabalho”, afirma o coordenador do projeto, José Otávio Pires. Também participam da equipe os professores do CCNT Hélio Ferreira Filho e Norma Beltrão.

José Otávio reafirma que, de acordo com a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, as cooperativas têm preferência nas licitações, mas, para isso, devem estar qualificadas e não só fazer a coleta, mas de maneira adequada. “Na China, as cooperativas de catadores faturam 1 milhão de dólares por ano. Não tem porque as nossas cooperativas não serem qualificadas”, avalia. “A cooperativa é uma empresa e vamos fazer um treinamento empresarial para o catador ser elemento ativo e fundamental nesse processo”, completa o coordenador.

O projeto vai melhorar a qualidade da coleta e a possibilidade de aumentar a remuneração do grupo, que em 11 anos de trabalho é a primeira vez que recebem uma proposta concreta de melhoria. A chegada dos equipamentos e de ações educacionais também melhora as condições de vida dos associados. Além dos catadores de resíduos, o projeto também abrange aulas de informática e de educação ambiental, ministradas por alunos e professores da Uepa, para doadores de material reciclável. A iniciativa inclui ainda treinamento de gestão de um sistema de rotas de coleta que envolva menor custo e maior retorno financeiro.


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Recilagem é prioridade em SP

É muito interessante ver como uma cidade vai mudando de hábitos.
Cada ação gera uma reação, nesse caso, a ação é a conscientização sendo divulgada diariamente em jornais, revistas, internet, pontos de venda. Cada um vai fazendo a sua parte até que chega um dia que o todo começa a se mover. Nesse caso, a pesquisa mostrou que a cidade de São Paulo está mais preocupada com  a área de meio ambiente e consumo. 

Pessoas que já estão se movendo em busca de um mundo mais limpo e sustentável. Tomara que isso seja contagiante e que outras cidades tb sigam esse caminho!
Cintia
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População de SP prioriza reciclagem e coleta seletiva
Em: 12/10/11
Por: Agência Estado para o Diário do Grande ABC

O paulistano aponta entre as principais prioridades da cidade a implementação de um sistema de coleta seletiva e de reciclagem de lixo que alcance toda a cidade e a valorização das carreiras de profissionais da educação, de policiais e guardas. É o que mostra a consulta pública Você no Parlamento, divulgada ontem pela Rede Nossa São Paulo e pela Câmara, com apoio da Rádio Estadão ESPN.

A pesquisa pela internet e por formulários ouviu 33.340 pessoas sobre as prioridades para o ano que vem em 19 áreas. A ideia é que os resultados sirvam de parâmetro para a Câmara criar projetos de lei, discutir o orçamento e fiscalizar ações do Executivo.

Entre os resultados que mais chamaram a atenção estão os da área de meio ambiente e consumo. Nesse tema, a coleta seletiva e a reciclagem em toda a cidade foi a principal prioridade, com 75,30% dos votos. O assunto tem espaço no Plano de Metas, mas as propostas da Prefeitura ainda não saíram do papel. De mil postos de coleta voluntária prometidos para até o fim da atual gestão, nenhum foi criado até o início deste mês.

No quesito meio ambiente, o participante tinha de votar em quatro de nove opções oferecidas. A limpeza de rios veio em segundo lugar, com 54,73%. Bem à frente da poluição do ar, que, apesar de ser um problema vivido diariamente pelos moradores, ficou como sexta prioridade, com 33,40%.


Sem plano
Atualmente a Prefeitura coleta apenas 230 toneladas de lixo reciclável por dia, o que representa 9,5% da quantidade de lixo passível de ser recolhida. Segundo a Secretaria de Serviços, cinco centrais de triagem em implementação vão aumentar essa capacidade.

De acordo com o coordenador executivo da Rede Nossa São Paulo, Maurício Broinizi, ONGs, catadores e empresas com consciência ambiental são responsáveis por parte da coleta realizada na capital - ainda pequena. "As pessoas já perceberam a importância dessa reciclagem para o meio ambiente e notam que a Prefeitura não tem uma política efetiva".



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É muito plástico!


Matéria de julho/2011 mas sempre atual quando se trata do consumo de plástico. Esse material de grande importância para a sociedade é facilmente reciclado, mas quando é deixado no ambiente causa grandes impactos. A Conferência das Cidades, que deve acontecer esse mês, prevê mais debates sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Cintia

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Brasileiro consome 30 quilos de plástico reciclável por ano, mostra pesquisa.
Em 2010, de acordo com anuário do setor químico da entidade, foram consumidas no país cerca de 5,9 mil toneladas de plástico.
Em: 07/07/2011 
Por: Vinicius Konchinski - Repórter da Agência Brasil
Site: Seja Bixo - portal do vestibulado

Cada brasileiro consome, em média, aproximadamente 30 quilos de plástico reciclável por ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). Em 2010, de acordo com anuário do setor químico da entidade, foram consumidas no país cerca de 5,9 mil toneladas de plástico, o que representa 50% a mais do que há dez anos.

Os dados foram apresentados hoje (7) pela pesquisadora Lucilene Betega de Paiva em um seminário na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Lucilene trabalha no Instituto de Pesquisa Tecnológica do Estado de São Paulo (IPT) e é especialista em plásticos.

Em sua participação no seminário, ela falou sobre a importância da reciclagem desse material. Segundo ela, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) pode ajudar a "transformar um passivo ambiental em uma fonte de recursos financeiros".

A PNRS foi o tema central do seminário na Alesp. O evento faz parte de uma série de debates preparatórios para a 12ª Conferência das Cidades, promovida pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. A Conferência das Cidades ocorre todo ano, no segundo semestre. Em 2011, ela está programada para outubro e deve tratar também da PNRS.

A PNRS foi instituída por lei aprovada, sancionada e regulamentada no ano passado. Ela estabelece regras para a destinação do lixo produzido no país. De acordo com a PNRS, a reciclagem deve ser priorizada. Já o lixo não reciclável deve ser levado a aterros sanitários. Os lixões precisam fechados até 2015.

Dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), também apresentados no seminário na Alesp, mostram que o Brasil ainda precisa avançar para cumprir o estabelecido pela PNRS. Segundo levantamento feito pela entidade em 350 cidades que concentram quase metade da população urbana brasileira, 42% do lixo do país não receberam uma destinação adequada no ano passado.

Ao todo, foram 23 milhões de toneladas de lixo levadas para lixões ou aterros controlados, que não são ambientalmente apropriados. Para aterro sanitários, em que existem sistemas para evitar contaminação de água e solo, foram levadas 31 milhões de toneladas de lixo.

O deputado federal Manoel Junior (PMDB-PB), presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano, disse que a implantação da PNRS é um desafio para o país. As discussões durante seminários e na Conferência das Cidades, acrescentou, podem ajudar a adequar a destinação do lixo no país.

Edição: João Carlos Rodrigues

Olha o "embalixo" aí gente!


Novidade sustentável Embalixo reciclado chega ao mercado
Em 19/07/2011
Por: Portal Fator Brasil

Ele é produzido a partir de sobras de plásticos, que posteriormente poderão ser reaproveitados em nova reciclagem. Produto está sendo lançado neste mês de julho pela, Embalixo, empresa que teve crescimento de 40% em relação ao ano anterior investindo de forma pioneira em produtos sustentáveis, como o saco para lixo feito à base de resina extraída do etanol da cana de açúcar.

Um saco para lixo 100% produzido com material reciclado. Esse é o novo produto que está sendo lançado pela Embalixo, empresa líder no Brasil e uma das maiores da América Latina, na fabricação de embalagens para descarte de lixo. A empresa tem grande fábrica estruturada em Campinas, interior de São Paulo.

O “Embalixo Reciclado”, chega às principais redes de supermercados de todo o país (Carrefour, Pão de Açúcar, Extra, Big, Mercadorama, Nacional e Casa Santa Luzia), com preço popular, comparável aos sacos para lixo convencionais.

O Embalixo é produzido a partir de sobras de plásticos,conhecidos como pré-consumo, e também de plásticos pós-consumo como sacolas plásticas, sacos de hortifrutis, filme stretch (muitos utilizados por indústrias para proteger cargas durante transportes) comprados de cooperativas que fazem a coleta seletiva da população e de empresas.

O lançamento do produto, segundo afirma o diretor da Embalixo Rafael Costa, irá ajudar a divulgar e esclarecer à população sobre a importância da reciclagem. A separação de materiais para coleta seletiva tem grande importância na geração de renda e inclusão social dos catadores.

“Milhares de pessoas vivem no Brasil como catadores de produtos para a reciclagem, porém, a reciclagem de plástico ainda é muito pequena, os consumidores precisam lembrar que é possível reciclar também outros artigos, além das embalagens pets”, ele comenta.

Atualmente os produtos sustentáveis são o carro-chefe da Embalixo. A empresa, sediada na cidade de Campinas, no interior de São Paulo, vem registrando crescimento (40% em relação a 2010) a cada ano e apesar de ter menos de dez anos de atividades já é líder no Brasil, no segmento do comércio de embalagens para descarte de lixo e uma das principais da América Latina.

Outro produto oferecido pela empresa é o Embalixo Sustentável, que foi lançado no início de 2011 e é feito de matéria-prima 100% renovável, a resina verde produzida a partir da extração do etanol da cana-de-açúcar. A partir de um acordo firmado com a Braskem, a Embalixo, assumiu a fabricação do primeiro saco para lixo renovável, com exclusividade, no território brasileiro. O“plástico verde” da Braskem está sendo produzido em escala comercial em fábrica recentemente instalada na cidade de Triunfo, no Rio Grande do Sul. A matéria-prima utiliza etanol de cana de açúcar para produzir eteno, a ser posteriormente transformado em polietileno, o tipo de plástico mais usado no mundo. O processo captura gases que provocam o efeito estufa, contribuindo para a preservação do meio ambiente, quando comparado com o processo tradicional de fabricação do polietileno. Desta forma, o Embalixo Sustentável é 100% renovável, pois não é feito do petróleo e sim à base da cana-de-açúcar.

O produto contribui para a redução global nas emissões de gases de efeito estufa,quando comparado com o processo tradicional de fabricação de plástico. Em seu processo de produção é capturado gás (CO2) entre outros "vilões", causadores do efeito estufa.

Outra embalagem que a linha oferece, é o Embalixo Pet, apresentado em tamanho único praticamente no tamanho das sacolas de supermercados, mas ele é feito de material mais resistente, feito de cana de açúcar, na cor verde, com aroma de pinho e com proteção antibacteriano e em formato de uma luva para facilitar a coleta das fezes do animal.

Veja mais informações no site da Embalixo.

Copos comestíveis!


Nossa, adorei isso! Imagina em festinhas de aniversário e afins, todos tomando suas biritas e depois... ao invés de jogar os copos fora, podem comê-los! Rsrsrsrsr!

A The Way We See The World, um escritório de design americano, desenvolveu uma solução ótima e prática que pode ser a substituição definitiva para chatos copos descartáveis de plástico: os "Jelloware", uma linha de copos para beber e depois... comer!

Feitos de gelatina ágar-ágar, extraída das algas, estes copos podem ter três sabores diferentes, que ainda por cima podem dar um gosto especial à bebida: limão com manjericão, gengibre com hortelã e alecrim com beterraba. Quem não gosta de gelatina tem a opção de enterrar o copo, pois ainda por cima ele é biodegradável. Demais, não?!


Coloridos e maleáveis, estes copinhos precisam de alguns cuidados. Devem ser mantidos na geladeira para não ficarem pegajosos. Ainda estão em fase de projeto, mas se apresentam como uma alternativa muito inteligente para o desastre ambiental que são os copos descartáveis de plástico. Enquanto o plástico leva centenas de anos para se decompor, a gelatina promete sumir em poucas semanas.

Esta linha de copos, provavelmente, será vendida apenas nos Estados Unidos, mas a engenhosa ideia deveria começar a se tornar um modelo para empresas ao redor do mundo. Já somos seis bilhões de habitantes e não podemos continuar produzindo a quantidade de lixo que produzimos hoje. Quem sabe não serão os designers a salvar o mundo?



Fonte: Rede Ambiente

Consumo consciente é assim!

Uma boa postura a ser seguida! Adorei a ideia das trocas, reunir amigos e parentes e trocar roupas, acessórios, objetos, sapatos. Aí aproveita a ocasião e já faz uma festinha básica... rsrsrsr!
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Moradora de São Paulo aposta na reciclagem até na decoração da casa
Com objetos doados e trocados, paulistana mostra na prática ativismo pelo meio ambiente e consumo consciente
Por: Suzana Vier - Rede Brasil Atual
Em: 06/07/2011 - São Paulo

Eva é quem dá as boas-vindas na casa da jornalista Clarissa Beretz: um manequim sem punhos revela o traço de bom humor e de ativismo da moradora. Reciclar, reutilizar e compartilhar é o lema da dona da casa. Apesar do semblante sempre sério, Eva, o manequim, tem atitude: usa óculos escuros, gorro, cachecol e echarpe. No que depender de Clarissa, Eva vai fazer escola na moda de reciclar.

Ao lado da bicicleta, meio de transporte da jornalista, e muitos livros, o manequim disputa o hall de entrada do apartamento em Santa Cecília, região central da capital paulista, com várias sacolas de materiais recicláveis que a jornalista reúne para encaminhar à coleta seletiva. Além de uma cadeira de madeira antiga, um pufe aveludado que restou do conjunto de estofados de um amigo e uma poltrona de revestimento de couro.

“A política da minha vida é reutilizar, reciclar e trocar”, afirma.

Em todo o apartamento, móveis, decorações, utensílios e roupas vieram da casa de amigos e parentes ou foram encontrados por Clarissa no lixo ou no depósito do prédio. Tudo recolhido sem culpa. “Não tenho medo de parecer pobre. A gente tem de pensar no meio ambiente, parar de sair comprando e passar a trocar.”


Nas paredes da sala, do apartamento antigo e amplo, Carmen Miranda, em preto e branco, foi premiada com uma echarpe laranja de plumas e uma moldura, oriunda do lixo, larga, dourada, de uns 30 anos atrás e com ar de nobre. Fotos do avô quando jovem, da Virgem Maria e de Frida Kahlo são vizinhos na mesma parede, entre quadros, painéis e pôsteres.

A mistura de estilos, cores, materiais e origens se estende por toda a sala. O sofá foi presente de uma amiga. A mesa do notebook moderno e a pequena estante da "TV dinossaura" – também presente de amigos – foram resgatados no porão do prédio. Um dos pufes veio de amigos que não quiseram mais o item quando se mudaram.


O armário antigo, da casa da avó, ia ser jogado, junto com a cama de casal e o guardarroupa - que Clarissa deixou sem portas, para caber no quarto - quando foi resgatado por ela. “Isso é peroba maciça, valem muito e duram décadas", avalia. “São chiques e tem um enorme valor sentimental, muito melhor que esses compensados que vendem nas lojas populares e logo viram lixo".

Do teto, pendem o lustre, um globo espelhado de danceteria envolto por parte da luminária que foi da casa da avó. “Virou um planetinha”, compara. No quadro verde a giz, encontrado no lixo, Clarissa deixa seu preceito diário: “gentileza gera gentileza”.

Clarissa não se limita a trocar ou doar roupas a amigas. Ela promove feiras de trocas entre amigos. “Acho muito solitário ficar sozinho comprando coisas”, argumenta Clarrissa. De encontros desse tipo, ela comprou por R$ 10 o sapato com o qual foi ao casamento do irmão. “Acaba sendo um encontro de amigos, surgem business, encontros e... trocas de roupas”, define. “Coisas que para mim não têm utilidade agora, para minha amiga são muito úteis. Você sente que gira a energia, que renova. A gente sente a alegria da outra pessoa.”

Por meio da rede social Facebook, a jornalista encontrou uma amiga disposta a emprestar uma luva de boxe para seu novo hobby. Ainda sem saber se iria gostar do esporte, evitou a compra para experimentar a prática.

O sapato de dança flamenca, que havia perdido, também surgiu rápido depois de perguntar a amigos na rede. “É muito rico trocar. Quem nunca fez acaba adorando”, indica. “Eu aprendi que se pode viver com menos. Que a gente não precisa da metade de tudo o que dizem que a gente precisa”, conta.

Ela também recusa canudos “porque é um lixo perigosíssimo para os mares”, exclama. Na bolsa, a canequinha é companhia constante para evitar o uso de copos plásticos.  Aos fumantes, a jornalista sugere uma bituqueira. "Quase todo fumante arremessa pelos ares sua bituca, como se não fosse lixo."
Adoro essas inciativas! Podia virar "mania" e ser copiado pelo mundo inteiro!!!


Cintia
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Conheça a maior fábrica de plástico verde em escala industrial do mundo. Nela, o plástico é produzido sem petróleo, a partir do etanol de cana-de-açúcar. A cana é replantada e assim reaproveitada. A garantia é que o plástico produzido vai tirar da atmosfera cerca de 500 mil toneladas de gases que provocam o efeito estufa - isso é equivalente à plantação de 700 mil árvores por ano.


No Rio de Janeiro, o papel-semente, de produção quase artesanal e que pode ser, literalmente, plantado, ganha cada vez mais espaço no mercado de etiquetas e em projetos de conscientização ambiental.
Vejam a matéria completa e o video no link abaixo, vale a pena:

Lixão verde | By Planeta Sustentável

Saiba como o gás gerado pela matéria orgânica em decomposição, nos aterros sanitários, pode ser aproveitado para gerar energia suficiente para abastecer uma cidade inteira!
Bem que todas as cidades poderiam seguir esse exemplo...



(Clique na imagem para vê-la maior)

Fim de festa...


Fim de festa e aquele monte de sobras e garrafas, latas, copos etc... Então por que não ter algumas atitudes responsáveis para as festas de fim de ano ficarem mais ecologicamente corretas?

• Para a ceia de Natal, use louças duráveis como copos e pratos de vidro e talheres de metal. Além de bonitos vc ainda evita os descartáveis e reduz os impactos negativos.

• Reaproveite cascas e talos de alimentos na sua ceia. Eles têm alto valor nutritivo e servem de base para fazer diferentes pratos.

• Ao desmontar os enfeites de Natal, pense na próxima festa. Guarde-os com cuidado para reutilizar nos próximos eventos ou doe para alguém.

• Reaproveite embalagens de presente e dê presentes com embalagens que possam ser usadas em novas ocasiões! Outra dica é dar o presente de Natal sem o embrulho, mas se quiser manter a surpresa, use uma sacola retornável, por exemplo. Incentive as boas práticas.

• Dissemine o consumo consciente nas festa de fim de ano. Aproveite a oportunidade da reunião para falar sobre suas escolhas sustentáveis. Contamine seus parentes e amigos!

• Sempre tem aquela cervejinha em lata, não é verdade? Então Lembre-se de recolher todas em uma bolsa e encaminhe para a reciclagem. O mesmo serve para as garrafas pet.

• Fez fritura? O óleo que sobrou não dá para ser reaproveitado? Recolha-o em um recipiente (pode ser garrafa pet de refrigerante) e encaminhe também para reciclagem.


Com pequenas atitudes podemos ajudar na preservação ambiental!


Fonte:
@superinteressante
@institutoakatu
Foto: Raquel Santana (google)

Vamos participar!!!


Um bem que a natureza nos dá 
tão gentilmente não deveria ser vendido!

Ideias ecológicas 2!

Pegando o embalo da postagem anterior, encontrei tantos brinquedos reciclados que acabei criando uma postagem especial separada.
Acho que quando as crianças que crescem com a ideia de sustentabilidade na cabeça, se tornam adultos mais engajados e preocupados com as questões ambientais. O mais legal dessa história toda, é botar os pequenos para produzir e criar seus brinquedos com materiais que pode ser reaproveitados, principalmente as famosas (e amadas) garrafas pet.
Que tal começar com os seus desde já?

Bjs
Cintia
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Olha que gracinha esses cogumelos feitos com garrafas recortadas e pintadas.

Uma garrafa bem fechada, decorada e uma cordinha na ponta.
Eis uma boia!

Quem se lembra do jogo Cai não Cai???

Coloque as bolinhas de gude dentro do gargalo.

Uma aranha! E quando vc aperta em cima, ela pula!
Toda de garrafa pet pintada.

 Joguinho muito legal feito a partir de garrafas de desinfetantes.
Um joga a bola pro outro e não pode deixar cair.

Cofrinhos!

Centopéia!


Fotos: Google