Sacolinhas plásticas...


E falando em sacolinhas plásticas...

Na fila do supermercado o caixa diz uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse que não havia essa onda verde no seu tempo. O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente".

"Você está certo", respondeu a velha senhora, e continuou: "nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente... Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é visível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?"

(Autor desconhecido - email circulando pela internet)

Bichinhos de Jardim

Mais um! Especialmente pro Dia do Quadrinho Nacional.



Via: Bichinhos de Jardim

Maurício de Sousa

Bem assim...


Dia do quadrinho nacional


O incômodo do aquecimento global


O aquecimento global tem gerado mais incômodo do que pensamos. Com a falta de neve em muitas regiões onde ela caia com abundância, pesquisadores divulgaram um estudo mostrando que o fenômeno, nas regiões montanhosas do Arizona, está causando uma série de efeitos  cascata – e um de seus resultados é a devastação de espécies de aves canoras.
A cada ano os cientistas se dedicam mais a entender como o aquecimento da terra pode afetar populações de animais selvagens. Há muita atenção sobre os ciclos de vida de animais e plantas com a mudança do clima. Temperaturas mais altas, por exemplo, podem ocasionar o florescimento prematuro de certas plantas, e animais podem migrar como resposta mais por alteração da luz que por mudanças reais nas temperaturas.
Um estudo conjunto da Geological Survey e da Universidade de Montana, publicado em janeiro/2012 no Nature Climate Change, explora outra visão de como o aquecimento pode afetar a vida selvagem. Cientistas usaram pesquisas de áreas montanhosas do Arizona para examinar como a diminuição da neve reduziu cinco espécies de populações de aves canoras. Em teoria, temperaturas mais quentes e menos neve podem ser bom para os pássaros, mas não é isto que está acontecendo...




Os alces, por exemplo, com suas pernas longas e finas, são sensíveis à neve pesada e a evitam, descendo para menores altitudes. Mas com menos neve, eles permanecem noslocais altos, se alimentando o ano todo da vegetação destes lugares e destruindo o habitat de certas aves canoras.
Para testar sua teoria, os cientistas não podiam criar mais neve, claro. Mas para imitar os efeitos da falta do movimento dos alces, eles limitaram a capacidade do animal de pastar em certas áreas, usando cercas. Depois, compararam comunidades de pássaros e plantas em áreas similares nas proximidades, às quais os alces tinham acesso. Em seis anos do estudo, descobriram que os declínios em populações das aves foram revertidos nas áreas às quais os alces não tinham acesso! Quer dizer, os efeitos indiretos do clima sobre comunidades de plantas podem ser tão importantes quanto os descasamentos induzidos entre árvores migratórias e abundância de alimento, porque as plantas, inclindo as árvores, fornecem um habitat do qual os pássaros precisam para sobreviver. Se o clima muda, tudo ao redor também muda.

Por: José Eduardo Mendonça

Ilhas Maldivas rumo à Austrália



Por causa do aquecimento global, população das Ilhas Maldivas poderá se mudar para a Austrália
Em: 16/01/12
Por: Marina Franco para revista Superinteressante

Hã? Isso mesmo, em breve a população das Maldivas estará de mudança. Os 350 mil habitantes terão de fazer as suas malas para passar a viver na Austrália, antes que sejam engolidos pelos mares do Oceano Índico. Pelo menos é o plano do presidente Mohamed Nasheed para a sobrevivência do seu povo.

Nasheed anunciou recentemente que pretende criar um fundo para arrecadar dinheiro para comprar terras e bancar a mudança, quando o aumento do nível do mar – que ocorre por conta da crescente temperatura do planeta – for tamanho que inundará todo o país. Os recursos virão da receita turística das mais de mil ilhas paradisíacas que formam o arquipélago.

Segundo as melhores estimativas da ONU, o nível do mar aumentará entre 28 e 28 cm até o final do século XXI. “Está se tornando cada vez mais difícil sustentar as ilhas em seu estado natural”, declarou ao jornal Sydney Morning Herald.

Achou loucura? Pois não se trata de ficção científica, pelos cálculos do presidente a mudança será necessária daqui a, apenas, 20 anos. Outros países próximos com cultura semelhante, como a Índia e o Sri Lanka, também são considerados, apesar de Nasheed ainda não ter conversado oficialmente com nenhum deles.

Será a melhor solução para as Ilhas Maldivas?

Reciclar é moda


Tomara que essa moda pegue muito!!!
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Pérolas, reciclagem e borracha nas peças de Francesca Romana
Na Italia, ela era aprendiz; aqui, ensina as técnicas para criar modelos que são mais que bijuterias
Em: 01/01/12
Por: Iesa Rodrigues para o Jornal do Brasil


A jovem designer veio de Nápoles para passar férias no Brasil. Visitou Olinda, Manaus, Pantanal. Viu São Paulo, Rio de Janeiro e sucumbiu aos encantos brasileiros quando descobriu as nossas pedras. Criou alguns colares e brincos, em dois meses vendeu duas mil peças para a H. Stern. E nunca mais a napolitana Francesca Romana quis sair daqui. Na Itália, era aprendiz de ateliê de jóias e começou a ensinar as técnicas às equipes que formou no Rio. “As férias viraram definitivas, e mesmo meus pais, que se surpreenderam no princípio, acabaram entendendo minha decisão, quando vieram me visitar”, conta agora, 25 anos depois da mudança, a designer que explora os materiais nacionais com referências na arte e nos pontos turísticos cariocas.

Depois de algumas mudanças na marca, devido a mudanças pessoais, Francesca celebra cinco anos de renovação com 24 lojas, duas delas em Paris – a da Rue de Longchamps é igualzinha à de Ipanema -, uma em Madri e uma em Bruxelas. A do Iguatemi, inaugurada há três meses, fornece o termômetro de agrado das paulistanas. “No ano que vem pretendo me embeber mais de São Paulo, sou influenciada demais pelo Rio de Janeiro. As cidades têm estas diferenças: no Sul, por exemplo, é preciso ter mais brilho”, conta, enquanto mostra as novidades na flagship de Ipanema, quase esquina da Aníbal de Mendonça.

As pulseiras rígidas, com a fitinha do Bonfim e pingentes de sorte, os relógios com a calcada de Ipanema no mostrador. Entre as preferidas, destaca a coleção permanente de braceletes com fotos de um livro editado por João de Orleans e Bragança, vista no pulso de Kate Moss. O momento Brasil-Itália, festejado neste ano, merece o cordão tipo escapulário, com Cristo Redentor e o Coliseu de Roma. “Só os italianos compram...”, revela.


As brasileiras adoram o colar metalizado, de grandes paetês quadrados, usado pela atriz Carolina Ferraz em O Astro. Talvez as consumidoras ignorem o que este colar significa para o planeta, ele é feito de pedacinhos de garrafa pet reciclada e metalizada (foto do centro, acima), sua inspiração bateu quando Francesca assistiu ao filme Lixo Extraordinário, de Vik Muniz.

Para o verão, anda montando belas vitrines com as coleções floridas, feitas em borracha por Marzio Fiorini. “São lindas para a praia e piscina, e se mantém muito bem, desde que fiquem longe de perfumes em spray, que deixam a borracha rígida”. Outro sucesso de verão é a linha de shambalas, pulseiras multicoloridas, que misturam pérolas, contas verdes, strass e pedras, por preços desde R$ 150. As turquesas, hits da temporada, colorem pulseiras, colares e anéis.




NOTA

Marzio Fiorini encontrou no PVC com textura de borracha o principal componente para dar vida a sua arte. Era um conceito totalmente vanguardista e inovador para jóias. Sempre inquieto e inovador, Marzio descobriu no pvc novas possibilidades e aprendeu todo os segredos deste material. Estudou e pesquisou durante um ano antes de apresentar sua primeira coleção em 2001.
Após o primeiro lançamento, brincos, colares, pulseiras, gargantilhas feitas em diversas cores e com textura de borracha, encantaram e surpreenderam as mulheres pela sua beleza, leveza, alegria, textura, perfeito ajustes as curvas do corpo, aliado ao design moderno, arrojado e criativo do artista.


Algumas peças exclusivas do artista






Chuvas em Volta Redonda

Fortes chuvas e ventos causaram estragos em alguns bairros de Volta Redonda essa semana. É fato que as estações e os fenômenos naturais estão cada vez mais intensos e por aqui, na Região Sul Fluminense, não é diferente. Na segunda-feira, dia 16/01, uma chuva muito forte caiu e com ela veio também um vendaval inesperado, que causou destruição nos bairros Aterrado, Niterói, Aero Clube e Barreira Cravo. Muitas árvores caídas, casas destelhadas, carros e muros sob as árvores. Os prejuízos à cidade já chegam a um milhão de reais. O local mais atingido foi o bairro Aterrado, que teve parte da cobertura de duas pontes arrancada, tamanha a violência e força da ventania. Muitos letreiros de lojas também voaram pelos ares.

Ponte Pequetito Amorim, no Aterrado (Foto: Gabriel Borges)



Dois dias depois, ontem, mais uma chuva forte e pesada durou algumas horas, porém sem ventos. Mas ainda assim não foi pouco para mais estragos. Rios que cortam os bairros Vila Santa Cecília e arredores (Sessenta, Jardim Esperança, Siderópolis, Casa de Pedra, Vila Rica) transbordaram e causaram muitos transtornos. Casas e lojas inundadas, carros sendo levados pela forte correnteza e muitas pessoas sendo resgatadas de bote pelo Corpo de Bombeiros, principalmente nas ruas 33 e 41, na Vila Santa Cecília (que aliás, foi uns dos pontos que mais sofreu).
Rua 41, Vila Santa Cecília (Foto: Eduardo Freitas)
Vista de cima, bairro Vila Santa Cecília, rua perpendicular à Rua 33 (Foto: Eduardo Freitas)
Rua 41, Vila Santa Cecília (Foto: Bernardo Coutinho)
No dia seguinte, depois de mais chuva durante a noite, o que restou foram avenidas interditadas, muita lama, mato, árvores caídas, carros abandonados e lixo. Muito lixo e sacolas plásticas.
Rua 41, Vila Santa Cecília (Foto: Paulo Dimas)
Rua 41, Vila Santa Cecília (Foto: Paulo Dimas)
Córrego Cachoeirinha, Vila Santa Cecília  (Foto: Camila Machado)


Os rios Brandão e Cachoeirinha não suportam a vazão das cabeceiras e transbordam, todos os anos nessa época de muitas chuvas. Muitas pessoas que moram nessas localidades já sabem e se preparam para não sofrer com os estragos. Normalmente as ruas alagam e, algumas horas depois, o rio vai baixando e volta ao seu volume normal, deixando lama e mato pelo caminho.
Porém esse ano a vazante está bem maior que há alguns anos. E muito se deve ao fato do crescimento meio desorganizado e do excesso de lixo nos rios. Sacos plásticos e lixo se aglomeram em bueiros e nos pontos da rota do rio, fazendo que a água demore muito a escoar. Muito desse lixo também acaba se amontoando nas calçadas e atrapalhando ainda mais a vazão da água da chuva.
É necessário uma reeducação urgente sobre descarte de lixo de maneira correta para que eventos assim sejam menos traumáticos para a cidade.
É claro que além da contribuição da população em geral, é preciso o apoio da Prefeitura, que deve fazer a coleta também de maneira correta (seletiva, de preferência!), senão não adianta nada.

Jubarte em Ilha Bela


Semana passada um grupo de sortudos que navegava nas águas do litoral norte de São Paulo, foi surpreendido por uma baleia jubarte.
O video tem quase quatro minutos e mostra o mamífero aquático se deslocando em alto mar, nas proximidades da Ilha Vitória, em Ilha Bela (a 30 quilômetros do continente). Três saltos da baleia são flagrados pelo grupo e mostrados no video, que teve mais de 14 mil acessos no You Tube.
Presente em quase todos os oceanos do planeta, a baleia-jubarte é uma espécie é protegida por lei. Assistam e se emocionem! Não é sempre que nos deparamos com tamanha beleza e surpresa nos mares!


Madeira sintética = $$$


Reutilização sempre gera mais lucro!
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Madeira sintética, com plástico 100% reciclado, gera bons negócios
Há 3 anos, empresário começou a trabalhar com o mercado sustentável. Ele investiu R$ 2 milhões para estruturar a fábrica e comprar equipamentos.
Em: 08/01/12
Por: G1 Economia

Tendência de bons negócios para 2012, empresas desenvolvem, cada vez mais, soluções para preservar o meio ambiente e gerar bons lucros. É o caso do piso de madeira sintética, feito com plástico 100% reciclado.

Uma madeira que não solta farpas, não absorve umidade, nem retém fungos ou cupim. Além disso, é prática e fácil de limpar. A madeira sintética é bem parecida com a natural. Seja na cor, no peso e na beleza.

A empresa de Carlos Ristum, em Guarulhos, na Grande São Paulo fabrica a madeira feita com plástico 100% reciclado. Há 3 anos, o empresário começou a trabalhar com o mercado sustentável. Ele investiu R$ 2 milhões para estruturar a fábrica e comprar equipamentos.



De 2009 para cá foi um trabalho árduo, um trabalho de investimentos constantes, mas sobretudo de acreditar num negócio que deveria prosperar, como tem se mostrado até o presente momento.

A produção é feita em um galpão, onde trabalham 12 funcionários. O material que vai ser reciclado chega de ONGs e de empresas que fazem a coleta e a separação do plástico. Por mês, são 40 toneladas, a maior parte é de embalagens de doces, salgadinhos e até sacos de lixo.

Todo o plástico usado reciclado vai para máquinas gigantes. Primeiro o material segue na esteira. Depois, é processado a uma temperatura de 120 graus. Aí, o plástico derretido recebe pigmentos. “Tem um tratamento de superfície que se chama metalização, em seguida vai a pintura e depois tem um colter, que é um verniz. Essas camadas juntas formam um tipo de pele, que dá mais resistência, porque são vários componentes. Elas se formam como se fossem fibras, como é o caso de um bambu ou uma taquara”, diz Roberto Caleffi, gerente industrial.



Para ganhar forma, o plástico líquido vai para as injetoras. Por fim, o material é resfriado, ganha acabamento e as peças passam por um rigoroso controle de qualidade. A peça finalizada é quatro vezes superior à resistência da madeira. As peças prontas também aceitam todas as ferramentas que são utilizadas na madeira como serra, pregos, parafusos, tintas e qualquer outro material que é normalmente aplicado na madeira.

O metro da madeira sintética custa, em média, R$ 120. O preço ainda é salgado se comparado ao da madeira natural: cerca de 50% mais caro. Mas quem opta pelo produto ganha na durabilidade. O material é bem mais resistente à ação do tempo. Assim, a madeira plástica substitui a utilização com sucesso a madeira natural na fabricação de portões, móveis, pisos e revestimentos.





Site da empresa: Recicplast - Madeira Plástica (Carlos Eduardo, muito obrigada pelo link!)

Recorde em reciclagem

O fato é que a reciclagem aumentou somente após a prefeitura ter instalado 67 contentores nas praias.  
É claro que a conscientização da população tem aumentado gradativamente, mas as pessoas que querem participar mais ativamente, esbarram no poder público que precisa se comprometer junto, oferecendo formas de coleta e recicle.
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Santos bate recorde em reciclagem de lixo
Cidade recicla metade do lixo não-orgânico que produz
Em: 11/01/12 
Do Metro Santos - Band.com.br

Santos, litoral de São Paulo, bateu recorde na reciclagem de lixo em dezembro. Foram 565,45 toneladas, um aumento de 125,31 toneladas ante o mesmo período de 2010. De acordo com a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), a média é de que a produção de lixo nas cidades seja composta de 70% de lixo orgânico e 30% de lixo reciclável.

"Em Santos estes números atingem 50%, ou seja, das 15 mil toneladas de detritos produzidas por mês na cidade 7,5 mil são recicladas, um índice acima da média preconizada pela Abrelpe, que é de 30%", disse o secretário do Meio Ambiente, Fábio Nunes.

Segundo ele, o aumento na reciclagem deve-se à conscientização. “Há quatro meses foram colocados nas praias 67 contentores para lixo. O aumento vem exatame.

O reflexo disso é uma diminuição da demanda de varrição da faixa de areia.  Para o biólogo Orlando Couto Jr., professor do curso de Ciências Biológicas da Unisanta, os números são positivos. "Quanto mais lixo for reaproveitado, menos espaço vai ocupar em sua destinação final. Além disso, gera emprego e renda. Outro ponto é o fato de diminuir o uso dos recursos naturais, como a água".

Transformando luz do sol em energia

Basta um olhar atento, uma observação mais demorada. Foi isso que ele fez! E criou um revolução na captação da energia solar.


Fonte: Fantástico / Rede Globo (via YouTube)
Reportagem de Elaine Bast

Eventos cada vez mais ecológicos


É assim que deve ser!
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Londres prepara a primeira olimpíada sustentável da história
Em: 06/01/2012
Por: Ciclo Vivo

Os preparativos para os jogos olímpicos de Londres estão a todo o vapor. A capital inglesa é a primeira sede a incorporar a sustentabilidade em todas as etapas do planejamento. Antes disso, somente os jogos de inverno de Vancouver, havia aderido à proposta.

O projeto para a olimpíada de 2012 é ir além do “verde” deixando um legado positivo para as comunidades e para o meio ambiente. Segundo a comissão coordenadora do evento esportivo, alguns pré-requisitos foram levados em consideração durante toda a elaboração da estrutura para os jogos, como: utilizar estruturas já existentes sempre que possível; construir novas estruturas apenas quando forem úteis em longo prazo após os jogos e usar construções temporárias para o restante; incentivar a mudança e uma vida mais sustentável em todo o território inglês.

Para garantir que os três pilares que formam a sustentabilidade sejam priorizados em todas as etapas de planejamento dos jogos olímpicos de Londres, os dirigentes contaram com o apoio da ONG ambiental WWF. Assim foi criado o Plano de Sustentabilidade Londres 2012, com cinco temas principais:

1. Alterações Climáticas: Minimizar as emissões de gases de efeito estufa, garantindo facilidade para que as próximas gerações sejam capazes de lidarem com os impactos das mudanças climáticas.

2. Resíduos: Minimizar o desperdício em todas as fases do projeto, garantir que não haja resíduos enviados para aterros durante os jogos e incentivar o desenvolvimento de novas infraestruturas de tratamento de resíduos na área ocidental de Londres.

3. Biodiversidade: Minimizar o impacto dos jogos sobre a vida selvagem e dos seus habitats nas áreas ao redor dos centros esportivos.

4. Inclusão: Promover o acesso a todos e celebrar a diversidade de Londres e do Reino Unido, criando novas oportunidades de emprego, formação e negócios.

5. Vida saudável: Inspirar pessoas em todo o país a assumirem e desenvolverem as práticas esportivas, estilos de vida mais saudáveis e sustentáveis.

Todos estes pré-requisitos são controlados e certificados pela norma britânica 8901: Especificação de Sistema de Gestão de Sustentabilidade para Eventos. Além disso, os ingleses já disponibilizaram o "Relatório de Sustentabilidade Londres 2012: Um caminho para a mudança", no qual estão inclusas as propostas colocadas em prática durante 2011.

O Rio de Janeiro sediará os jogos olímpicos seguintes aos de Londres e a intenção do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) é de que a sustentabilidade também esteja presente em todo o projeto nacional. O mesmo está ocorrendo nos preparativos para a Copa do Mundo de 2014, que pretende se tornar a “Copa Verde”.

WSPA na Rio+20

Fazendas inteligentes tem boas práticas 
na criação de animais!


Ajude a WSPA a incluir os benefícios das boas práticas da criação de
animais na agenda da Rio+20


Bilhões de animais são criados todos os anos para produção de carne, leite e ovos. Muitos deles vivem em sistemas intensivos com baixo nível de bem-estar.

Mas VOCÊ pode mostrar que se importa também com os animais de produção!

Ajude-nos a incluir o tema bem-estar animal na agenda da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que acontecerá em junho de 2012, no Rio de Janeiro, onde será discutido o futuro de nosso planeta.

Ao todo, 9732 pessoas já demonstraram o seu apoio. Envie agora mesmo a sua carta online, acessando o site da WSPA - Pegada Animal e preenchendo a carta com seus dados. Eu já enviei!!!!!

Belo Monte


Vc já tem sua opinião formada sobre esse tema? Desde que iniciaram as discussões sobre a construção da usina que deve fornecer eletricidade para 600 milhões de pessoas, muito tem se falado. O fato é que ela vai gerar muita energia mas está encravada dentro da Floresta Amazônica. E aí?
Selecionei alguns pontos positivos e negativos que saiu em uma matéria da revista Superinteressante - Edição Verde e estou compartilhando aqui com vcs.
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Belo Monte: prós e contras

Argumentos CONTRA:

- Debaixo D'água: o lago que alimentará as turbinas de Belo Monte vai ocupar  uma área equivalente a 90 mil campos de futebol da bacia do Xingu, que abriga 440 espécies de aves e 259 de mamíferos.

- Caos Social: a obra vai obrigar a recolocação de 5.988 famílias. Além disso, milhares de migrantes serão atraídos para a região. E as obras de saneamento prometidas para recebê-las estão atrasadas. 20 mil pessoas terão de sair de suas casas. A cidade de Altamira espera 100 mil novos moradores. A população da cidade vai dobrar, e não há infraestrutura para isso.

- Desmatamento: o lago da usina receberá água drenada de outras regiões do rio Xingu para que haja volume suficiente no reservatório. Essa água chegará por meio de um canal com 130m de espessura e 20Km de extensão. Para a consturção do canal, serão removidos 100 milhões de metros quadradod de floresta que encheriam 40 mil piscinas olínpicas.

- Índios ameaçados: com o canal drenando água, a área do Xingu próxima ao lago terá sua vazão reduzida. São 100Km de rio que, segundo especialistas, podem até secar. Isso pode destruir o modo de vida dos índios que habitam a região e vivem da pesca. 100Km do rio Xingu trerão vazão reduzida. 952 índios serão afetados.

Argumentos A FAVOR:

- Energia Barata: mil chuveiros ligados por uma hora dão um megawatt-hora (MWh). Em Belo Monte, 1MWh custará R$ 22. Essa energia tirada de uma usina eólica custaria R$ 99. De uma solar, quase R$ 200. Para igualar a produção de Belo Monte, seriam necessários 19 termelétricas, 17 usinas nucleares iguais a Angra II, 3700 torres de energia eólica e 49,9 milhões de energia solar.

- Motor para o PIB: o Brasil precisa de mais energia. A demanda no país, segundo a Agência Internacional de Energia, deve crescer 2,2% ao ano anetre 2009 e 2035. Mais do que a média mundial, de 1,3% e até do que a China , de 2,2%. Ocrescimento da energia em 2008 foi de 7,8%, Neste rítmo, o Brasil precisaria dobrar sua capacidade de geração de energia a cada 12 anos.

- Desenvolvimento: as cidades próximas às usinas enriquecem - foi o que aconteceu com a região de Tucuruí, também no Pará, onde desde 1984, está a primeira grande hidrelétrica da Amazonia, inaugurada em 1984. Serão criados 40 mil empregos diretos e indiretos. Os investimentos do governo em saúde, educação e infraestrutura chegarão a R$ 4 bilhões.Isso dá 7 vezes o PÌB de Altamira.

- 42% está ótimo: a área alagada de 640Km² é pequena. Tucuruí ocupa 2.850Km². Itaipú, 1.350. Também criticam o fato de que a usina vai operar a 42% de sua capacidade, em média. Mas é o normal, por causa das estiagens. E mais eficiente do que lá fora:

Média da capacidade de operação:
Espanha - 21% 
França - 35%        
Belo Monte - 42%        
EUA - 46%                     
Brasil - 50%                        

Bem-estar animal na Rio+20


Depois de lançar abaixo-assinado na internet com adesão de milhares de pessoas, a WSPA consegue levantar a questão com uma carta que será encaminhada aos governantes e representantes da ONU. Com isso eles querem aumentar a discussão em torno de cuidados com animais, principalmente os usados em processos produtivos. Quanto mais se fala no assunto, mais as pessoas se conscientizam da questão e começam a questionar a qualidade dos produtos que consomem.
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Campanha para discutir o bem-estar animal na Rio+20 tem adesão de 10 mil brasileiros
Em: 02/1/2012
Por: Alana Gandra, da Agência Brasil (Via: Envolverde)

Rio de Janeiro – Dez mil brasileiros aderiram à campanha de mobilização global da Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA, sigla em inglês) que irá pedir à Organização das Nações Unidas (ONU) a inclusão do tema bem-estar animal na agenda da Rio+20. O encontro – promovido pela ONU – ocorrerá em junho de 2012 no Rio de Janeiro e discutirá os avanços e retrocessos registrados desde a Conferência Mundial do Clima, conhecida como Rio 92, ocorrida há 20 anos.

O abaixo-assinado foi lançado em todo o mundo pela WSPA, em dezembro, na internet. A ação pretende conscientizar as pessoas sobre a relação entre o bem-estar dos animais, especialmente os usados em processos produtivos, e o desenvolvimento sustentável.

A mobilização faz parte da campanha internacional Pegada Animal, que a WSPA lançará no Brasil em março. A campanha se inspira no conceito da Pegada Ecológica, informou à Agência Brasil a gerente de Comunicação da WSPA Brasil, Flavia Ribeiro: “Ela visa a informar e conscientizar as pessoas sobre como os hábitos alimentares da população influenciam a questão do desenvolvimento sustentável, da agropecuária sustentável.”


A campanha pretende esclarecer o consumidor final da origem do produto que ele consome. Por exemplo, se os eles são oriundos de uma criação intensiva ou extensiva, se a carne, os ovos, o leite vêm de uma indústria que tem preocupação com o bem-estar animal, se são produtos orgânicos. “A intenção da campanha no mundo todo é o consumo consciente, para que o consumidor entenda qual é a origem e o que, de fato, ele está adquirindo e o que pode ser feito para promover o bem-estar animal, focado nos animais de produção”, disse Flavia.

A ação online ainda continua e é a primeira iniciativa da campanha Pegada Animal. A carta com as assinaturas será encaminhada aos governantes e representantes da ONU em todos os países. “Não existe uma meta. Mas, a gente precisa de muito mais [assinaturas] para poder encaminhá-las à ONU.”

Segundo informação do Departamento de Ciência e Agropecuária Humanitária da organização, existem atualmente mais de 63 bilhões de animais que fazem parte da cadeia de produção em todo o mundo. Daí a importância de serem adotadas boas práticas na sua criação, transporte e abate. “O universo que a gente está falando impacta na vida de bilhões de animais”.

Flavia Ribeiro salientou que não só a indústria brasileira, mas também a adoção desses procedimentos, tem comprovado melhorias no processo de produção, com ganho econômico. “A indústria está percebendo que é vantagem econômica para ela inserir [a preocupação com o bem-estar animal no processo produtivo]. O meio ambiente como um todo também é beneficiado, porque você está protegendo não só a natureza, mas também os animais que fazem parte do meio ambiente. E o ser humano também sai ganhando porque ele está consciente de que está consumindo um produto de origem animal de uma empresa que tem um cuidado com o animal desde a criação até o abate”.


Edição: Talita Cavalcante
Publicado originalmente no site da Agência Brasil



Imposto sobre CO2


Austrália cria imposto 
sobre o CO2

A partir de julho/2012 cerca de 500 das maiores empresas do país terão que pagar uma taxa equivalente a R$ 42 para cada tonelada de CO2 emitida. A medida que tem sido defendida por especialistas, busca engajar os consumidores na luta contra o aquecimento global - pois as mercadorias cuja produção gera menos CO2, tenderiam a ficar mais baratas. Mas a novidade também gera polêmica. Seus opositores dizem que ela vai gerar desemprego e elevar o custo de vida na Austrália - um dos maiores emissores de CO2 do mundo por habitante.


Revista Superinteressante / Supernovas / dez-2011

Rio+20 e as Florestas

Começando bem o ano falando de Rio+20, com um tema que será bastante abordado.
Fique de olho!
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Porque as florestas valem tanto?
As florestas fornecem tantos benefícios pra gente, diretos ou indiretos, que os especialistas costumam dividí-las em quatro tipos, chamados serviços ambientais ou ecossistêmicos:

- De provisão:
Fornecem bens diretos - frutos, óleos, madeira, fibras - que resultam em alimento e matéria-prima para produtos e indústrias, como a farmacêutica, de construção e cosméticos.

- Reguladores:
As florestas realizam processos vitais que raramente recebem valor monetário, como a proteção dos rios, a regulação do clima e das chuvas e o armazenamento de carbono da atmosfera.

- De suporte:
Fornecem benefícios diretos para as pessoas, como a formação dos solos e o crescimento das plantas, mas fundamentalmente para os outros serviços, por promover o equilíbrio dos ecossistemas.

- Culturais:
Representados no turismo, nos esportes e no lazer, bens materiais - recreativos, estéticos e até espirituais - são fornecidos pela floresta, em função de nossa ligação com elas.

Para que as florestas continuem garantindo esses serviços e não vire apenas madeira e carvão, muitos especialistas defendem uma remuneração especial para quem cuida delas:
"A forma como a floresta é gerida é que determina a extensão dos serviços ambientais e como eles serão transformados em benefícios sociais, econômicos e ambientais. Boa parte dos custos e do trabalho de manejar e preservar a mata recai sobre poucos indivíduos ou entidades, enquanto benefícios que ela traz são públicos e amplos para a sociedade. Por isso é importante que quem atua pró-ativamente para manter essas funções e benefícios, seja remunerado. Um mecanismo de pagamentos por serviços ambientais serve de incentivo e amplia os esforços de conservação e gestão sustentável das florestas".
(Tasso Azevedo, engenheiro florestal - conselheiro do Planeta Sustentável)


Fonte: Planeta Sustentável - conhecimento para despertar a consciência das pessoas por um mundo melhor

Pra vcs!


E não se esqueçam de tornar a vida um pouco mais sustentável com as pequenas atitudes e escolhas do dia a dia. Respeite as pessoas, os animais, a natureza e, principalmente, a si mesmo!
Beijos e que continuemos juntos em pról do meio ambiente!

Google ajuda a entender impactos ambientais


Toda forma de produção de energia, mesmo que limpa, causa um impacto no meio ambiente, nas pessoas que vivem em seu entorno e na economia. Não é porque a geração a partir do sol, vento ou da água não emite gases do efeito estufa que ela está livre de causar efeitos negativos.
Pensando nisso, o Google se uniu às organizações "International Rivers" e "Friends of the Earth" para disseminar mais informações e estimular o debate sobre o assunto.
Uma matéria publicada no site da Superinteressante, explica que a iniciativa oferece simuladores que analisam como as barragens hidrelétricas transformam a lógica do clima, os ecossistemas dos rios e interferem na vida das pessoas – principalmente as que dependem diretamente dos rios para a sua sobrevivência. Tudo isso relacionado às previsões de mudanças climáticas.
Essas mudanças são um enorme desafio e não há soluções rápidas. É preciso pensar em adequações a longo prazo. É um erro sacrificar as artérias do planeta para salvar seus pulmões.
Selecionei esse video que mostra exatamente do que eles estam falando. Devido à construção em massa de barragens no mundo, os rios saudáveis estão se tornando uma espécie em extinção justo na hora em que mais precisamos deles. Cada uma das regiões visitadas tem boas alternativas para geração de eletricidade. O Brasil, por exemplo, pode produzir metade da energia que consome hoje, através de investimentos em energia solar, turbinas eólicas e na adaptação de barragens antigas.


[Clique em cc para legendas em português]


Essa é apenas uma visão do que se deve levar em conta quando se discute a instalação de novas hidrelétricas, principalmente porque não engloba uma comparação de impactos, custos e eficiência em relação a outras fontes de produção. Bom para se assistir em tempos de Belo Monte...



Fonte:
Superinteressante - Por: Marina Franco, em 09/12/11.
Google La Long Blog - Por: Zachary Hurwitz, International Rivers, em 28/11/11.

Bunker verde

Ideia interessante. Energia (limpa) solar nunca é demais.
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Alemanha reforma construção de guerra para gerar energia solar
Por: Lydia Cintra para Superinteressante/Ideias Verdes
Em: 01/12/11


Um antigo bunker construído em 1943 por Adolf Hitler na cidade de Hamburgo, na Alemanha, passará por um projeto de revitalização e, após mais de meio século, ganhará outro significado: gerar energia limpa para a comunidade local.

O abrigo de guerra tem 9 metros de altura e paredes e tetos feitos para resistirem a ataques, com espessuras entre 2 e 3,5 metros. Agora, serão instaladas placas solares e um sistema de geração de energia por biomassa.
No total, cerca de 3 mil casas serão beneficiadas. O Energiebunker, como é chamado, deve começar a funcionar em 2013 e terá espaços de convivência, como museu e café.

(Imagem: Divulgação/IBA)