Plantio direto duplica produção e cuida do solo

Boa técnica de plantio produz sem devastar!
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Técnica do plantio direto alia produção com preservação da terra
Produzir sem devastar o meio ambiente, atualmente é o grande desafio. Brasil ainda enfrenta muitos problemas com desmatamento e queimadas.
Em: 27/01/2013
Por: G1 Natureza - Globo Rural



O Brasil padece de muitos problemas, mas o setor da agropecuária tem feito a lição de casa.

O estado de Mato Grosso está no auge da safra da soja. Em uma das propriedades, os tratores seguem logo atrás das colhedeiras plantando em uma operação quase simultânea. Na poeira da colheita, faz-se o plantio de uma nova safra.

O plantio direto é o divisor de águas da agricultura brasileira na opinião de Decio Gazzoni, pesquisador da Embrapa, ex-assessor da Presidência da República em Planejamento Estratégico de Segurança Alimentar. No sistema tradicional de cultivo, todo ano o agricultor tem que fazer uma nova aração. Assim, o solo fica exposto por um longo período, até que a cultura a ser plantada se estabeleça.

Depois do arado, o costume é passar a grade e a lâmina niveladora. O terreno fica todo remexido, frágil e nenhuma proteção. Já no plantio direto, o preparo do solo acontece uma única vez, depois, o terreno fica sempre coberto.

O pesquisador Darci Ferrarin é um entusiasta do plantio direto. Gaúcho que migrou para o norte do Mato Grosso, ele explora quatro mil hectares de grãos no município de Sorriso.

A máquina engole os pés inteiros das plantas, separa os grãos e tritura o resto. As folhas e as ramas viram palha, que é pulverizada de volta para o chão. Imediatamente, sobre os restos da soja, as plantadeiras depositam as sementes de milho, iniciando outro ciclo de produção.

Darci conta que foi uma surpresa ver os ganhos extras que o sistema trouxe além do própósito inicial de proteger o solo. No começo dos anos 70, um campo ocupado por uma lavoura de milho, por exemplo, dava uma média de 1,9 mil quilos. Hoje, nesse mesmo campo de milho, a produção é de seis mil quilos, em média. A soja antes dava mil quilos em média por hectare. Hoje, passa dos 3,3 mil quilos, o que quer dizer que a produção por hectare mais que triplicou.

O detalhe mais importante é que antes o campo era cultivado uma única vez no ano. Agora, depois da lavoura de soja, no mesmo período, a terra é cultivada uma segunda vez com milho ou trigo ou feijão. De onde se tirava mil quilos de grãos, hoje é possível tirar mais de 10 mil quilos por ano.

Além dos ganhos de produção, este modelo de agricutlura traz também ganhos para a natureza. O impacto ainda existe, mas os danos ambientais hoje são muitos menores que os de 20, 30 anos atrás.

Veja a matéria inteira aqui.

Saco de lixo reutilizável

Aqui em Volta Redonda quando a coleta seletiva estava contecendo com normalidade (agora parou e tem tempo que a prefeitura disse que iria retornar, mas até agora nada) nós recebíamos sacos transparentes para que os catadores pudessem ver o que tinha dentro dos sacos. Isso ajuda a identificar o que está sendo descartado, se pode ser reaproveitado ou se vai para a reciclagem.
Essa ideia dos Holandeses vai além e usa os sacos transparentes para que os outros possam reaproveitar objetos semi-novos que ficam conservados dentro das embalagens e visíveis para quem quiser reaproveitá-los.
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Holandeses utilizam saco de lixo que promove a reutilização
Em: 23/01/13

Por: Redação EcoD



Em países ricos é comum encontrar livros, móveis, brinquedos, eletrodomésticos, todos em perfeitas condições, abandonados nas portas das casas, prontos para virarem lixo. Mas muitos desses produtos têm a chance de uma segunda vida quando outras pessoas os recolhem.

Para facilitar a vida de quem reaproveita os objetos, a empresa holandesa Waarmakers teve uma ideia simples e útil. Ela criou o Goedzak, um saco de lixo transparente para colocar os produtos rejeitados por alguns, mas que podem ter utilidade para outros.

A ideia da transparência é possibilitar a visibilidade do conteúdo do saco e se diferenciá-lo, evitando que ele se misture com o lixo comum.

O saco mantém os produtos secos e limpos. E o logotipo Goedzak indica às pessoas que os bens estão disponíveis para serem reutilizados. Se ninguém aproveitar os brindes, o saco é recolhido por caminhões de lixo juntamente com os outros resíduos.

O legal é que o saco também pode ser reaproveitado. Quem o pegou pode colocar objetos que não desejam mais e fazer o mesmo processo. É um consumo colaborativo diferente, mas que pode ser eficaz.

Fonte: EcoDesenvolvimento

Se um Pug pode, qualquer um de nós pode!

Vejam esse video divertidíssimo e educativo sobre consumo consciente!



Para mais fofurices como essa, acesse:
http://dailypuglet.blogspot.com.br/

Plataforma da Shell encalha no Alasca

A gigante petrolífera continua insistindo em investir na exploração de petróleo no frágil ecossistema do Ártico, ameaçando um dos mais importantes santuários do mundo. Como se não bastasse o incidente com o Noble Discoverer, plataforma que pegou fogo em novembro de 2012, e o fato de que a própria Shell assumiu não ter um plano de segurança eficaz em caso de vazamento de petróleo no polo norte, foi a vez da plataforma Kulluk encalhar na costa do Alasca.

A Kulluk estava sendo rebocada ao porto de Seattle para manutenção quando foi atingida por uma tempestade no dia 31 de dezembro. A linha de reboque foi rompida, que que fez com que a plataforma ficasse à deriva e atingisse a costa. A sonda estava sendo usada na exploração de petróleo no Mar de Beaufort.

Moradores da região estão preocupados com problemas durante a próxima temporada comercial de pesca e tradicionais eventos, disseram autoridades locais e estaduais. Outra preocupação é a vulnerabilidade de um local próximo que é importante para o povo nativo da região de Alutiiq, segundo as autoridades.

Esse é o momento para a Shell entender que explorar petróleo no Ártico é inviável.

Nós podemos ajudar o Greenpeace nessa batalha assinando e compartilhando a petição que pede a criação de um santuário internacional no polo norte que irá proteger a região. Um vazamento de óleo nesta região teria efeitos devastadores para esse sensível ecossistema, que já sofre com os efeitos do aquecimento global e redução das calotas polares. Não podemos deixar que mais uma ameaça fique pairando sobre o polo norte.









Raposa do Ártico
Símbolo da campanha polar do Greenpeace

Boas festas!

Meus desejos para 2013!!!!!
Vamos ser felizes com boas escolhas, 
pra gente e pro mundo.
Felicidade sempre!




Saiba mais sobre o projeto Elevme clicando aqui.
Porque ser feliz, vale a pena.

Segunda Sem Carne


Ao fazer isso, você reduz o consumo de carne, 
um dos responsáveis pelo desmatamento da Amazônia, 
que é responsável pela maior parte das emissões de 
nosso país! Uma vez por semana nem é tão ruim,

Projeto Verão: praia limpa

Gente, nesse fim de ano quando começam as festas à beira mar e carnaval, vamos cuidar do nosso litoral! Cuide do seu lixo, não deixe-o na areia nem na água. Faça a sua parte! 


Pra descontrair...


Mudança climática deveria estar no topo das agendas governamentais

Ainda assim, com tantos relatórios sendo publicados, mesmo que incertos, muitos países ainda não acreditam e não começaram a se preparar para a elevação dos mares. Isso vai acontecer, mais cedo ou mais tarde. O ideal é estar prevenido qdo o momento chegar, para evitar maiores catástrofes e mortes.
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Nível do mar sobe 60% mais rápido do que o previsto
De acordo com novo estudo, previsão da ONU está muito abaixo da realidade e oceanos serão elevados em um metro até o fim do século
Por: AFP, para IG Último Segundo | Meio Ambiente
Em: 28/11/2012


A elevação do nível do mar provocada pelo aquecimento global tem ocorrido 60% mais rapidamente do que o estimado em 2007 pelo grupo de climatologistas da ONU, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), revelaram cientistas em um estudo que será publicado esta quarta-feira (28).

Atualmente, os mares subiram 3,2mm ao ano, em média, segundo o estudo realizado por três especialistas em clima e publicado no periódico científico Environmental Research Letters. A projeção "mais confiável" do IPCC, em 2007, baseada em dados de 2003, previa uma elevação de 2mm ao ano atualmente.

A nova cifra converge com a ideia amplamente difundida de que o mundo se encaminha para uma elevação do nível do mar de um metro até o fim do século
, declarou Grant Foster, da empresa americana Tempo Analytics, co-autor do estudo.

"Eu diria que um metro de elevação do nível do mar até o fim do século é provavelmente próximo do que se encontraria se você consultasse as pessoas mais informadas" a respeito, disse Foster.

"Em terras baixas, onde você tem um grande número de pessoas vivendo no limite de um metro do nível do mar, como Bangladesh, isto significa o desaparecimento da terra que sustenta suas vidas, e você terá centenas de milhões de refugiados climáticos, e isto pode levar a guerras por recursos e todo tipo de conflitos", acrescentou.


"Para grandes cidades costeiras, como Nova York, provavelmente o principal efeito seria o que vimos com o furacão Sandy. Toda vez que temos uma forte tempestade, você tem uma intensidade maior e isto traz um risco maior de inundações", prosseguiu.

O estudo, chefiado por Stefan Rahmstorf, do Instituto Postdam para a Pesquisa do Impacto Climático (PIK), na Alemanha, mensurou a precisão dos modelos de simulação que o IPCC utilizou em seu Quarto Relatório de Avaliação, publicado em 2007.

Este relatório alertou os governos a colocarem a mudança climática no topo de suas agendas, culminando com a fracassada Cúpula de Copenhague, em 2009, e ajudou o IPCC a conquistar o prêmio Nobel da Paz em 2008.

O novo estudo estabeleceu marcos mais elevados para a previsão do documento sobre temperatura global, destacando que havia "um consenso muito bom" do que está se observando hoje, uma tendência de aquecimento generalizada de 0,16ºC por década.

Mas destacou que a projeção do IPCC para os níveis dos mares estava muito abaixo do que os fatos têm demonstrado.A previsão do painel para o futuro - uma elevação de até 59 cm até 2010 - "pode também estar tendenciosamente baixa", alertou, uma cautela compartilhada por outros estudos publicados nos últimos anos.

Foster disse que a elevação maior do que a projetada poderia ser atribuída ao derretimento de gelo terrestre, algo que era bem desconhecido quando o IPCC publicou seu relatório e permanece obscuro até hoje.

Outro fator seria a incerteza técnica. A projeção do IPCC tinha se baseado em informações entre 1999 e 2003, e desde então tem havido mais dados, que têm ajudado a provar a precisão de radares de satélites que medem os níveis dos mares ao fazer saltar as ondas de radar sobre a superfície do mar.

O Quinto Relatório de Avaliação do IPCC será publicado em três volumes, em setembro de 2013, março e abril de 2014.

Sacos de lixo fashion?

Se a mudança é apenas estética, então pra mim não tem muito valor. Teria valor um saco plástico liso nas cores da reciclagem, nos quais as pessoas colocariam o lixo destinado corretamente para seu descarte. E biodegradáveis, lógico.
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Sacos estampados em verde-limão deixam lixeiras mais fashion
Em; 18/11/2012
Por: Chico Felitti, de São Paulo.


Saco verde-limão com estampa de folhas 'camufla' o lixo no centro de São Paulo

Estampado é o novo preto. Ao menos para os sacos de lixo da limpeza pública do centro da cidade, que de quatro meses para cá jogaram fora a monocromia e ganharam estampa de folhas sobre fundo verde-limão.

A mudança de roupa pode ser notada nas esquinas de logradouros como avenida Higienópolis, rua 25 de Março, praça da República, rua Augusta e em trechos da avenida Paulista.

A Inova, empresa responsável pela limpeza das ruas da região, diz que a intenção da mudança é estética. "É para reduzir o impacto visual nas áreas de calçadões e de grandes avenidas".

"Esteticamente o saco é lindo, mas não muda na utilidade. Fiquei achando que era só uma forma estranha de camuflar o lixo da cidade", afirma a artista plástica Marcela Tiboni.

"Vi as folhas e pensei que os sacos haviam sido criados para que os garis colocassem ali só restos de natureza, orgânicos" (eu também pensei isso!). Ela ficou tão curiosa que abriu um saco da calçada e descobriu que lá dentro havia todo tipo de dejeto.

Ao menos o lado de fora é natural. A folhagem da estampa é inspirada no fícus, gênero vegetal do qual fazem parte 850 árvores, inclusive a figueira.

A mudança fez bem à maior parte dos olhos - a Inova realizou uma pesquisa com 539 pedestres no centro, em agosto, e descobriu que 57% dos entrevistados perceberam a mudança. Nesse grupo, 48% consideram o novo saco mais bonito que o amarelo - sacos pretos são só para uso residencial e comercial, não de limpeza pública.

A dona de casa Ivani Doldani, 57, faz parte do grupo que torce o nariz. "É até bonitinho, mas ordinário. Rasga muito fácil." Isso porque os sacos são mais finos que os antigos. A empresa diz que a espessura menor é para acelerar o processo de decomposição, já que eles não são biodegradáveis.

É por isso que Ivani troca o saco novidadeiro da lixeira na porta da sua casa, na rua Aurora, pelo velho plástico pretinho básico.


Fonte: Folha de São Paulo

Biodiesel cresce e gera empregos

Já era para sermos uma potência global em biodiesel, mas fatores como alta carga tributária, infraestrutura logística deficiente, política pública conservadora e atuação num mercado inédito, ainda atrapalham bastante o reinado do biodiesel brasileiro internacionalmente. Mas já é um começo.
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Uso do biodiesel já incrementou R$ 7 bilhões no PIB nacional
Relatório da FIPE aponta que o número de empregos gerados em quatro anos foi de 86.1 mil
Por: Viviane Taguchi


Especialistas da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) apresentaram nesta segunda-feira (1/10) durante a Conferência Internacional Biodiesel-Br, um estudo detalhado sobre a cadeia do biodiesel e seus impactos na economia brasileira. Segundo o relatório, nos últimos quatro anos o Produto Interno Bruto (PIB) nacional já recebeu incremento de R$ 7,1 bilhões vindos da produção do biocombustível.

De acordo com o professor do Instituto de Economia da Unicamp, Marcelo Cunha, a tendência é a elevação desses números. "Entre os anos de 2008 e 2011 observamos o efeito combinado de expansão da produção de soja, redução na produção de óleo de soja e o aumento na produção de farelo, que gerou no período R$ 5 bilhões", diz o economista. "Com a agregação de valor, a tendência é aumentar a receita com a venda do farelo, que em produto demandado pelo mundo inteiro", afirmou.

As projeções para os próximos anos são positivas
 
Joaquim Guilhoto, do Departamento de Economia da Universidade de Sao Paulo (USP), prevê que quando a mistura permitida de biodiesel ao diesel fóssil for de 7% o impacto no PIB, estimulado pela venda do farelo, será de R$ 13,4 bilhões. "Quando a mistura atingir 10% a projeção e de R$ 20 bilhões e 20%, de R$ 49 bilhões. Em números de geração de empregos estamos falando de 132 mil, 204 mil e 459 mil respectivamente para o B7, B10 e o B20", diz.

Segundo os economistas, a maior parte desses empregos serão absorvidos pelo agronegócio, entre o campo e a indústria de máquinas e equipamentos. "Estas simulações consideram que a produção de soja crescerá a fim de suprir a demanda do biodiesel sem redução da produção de óleo", explica Guilhoto.

O relatório aponta também que nos últimos quatro anos a cadeia do biodiesel gerou a redução de 11,8 milhões de toneladas de CO2 equivalente. O balanço leva em consideração as emissões de CO2, CH4 e N2O. A cadeia produtiva do biodiesel utiliza como matéria-prima principal a soja (81,2%), sebo bovino (13,4%) e outras fontes (5,4%).

Fonte: Globo Rural Notícias

Café arábica ameaçado

Quadro triste.
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Mudanças climáticas podem extinguir o café arábica selvagem
Variedade é considerada importante para a sustentabilidade da indústria da bebida
Por: Estadão Conteúdo




As mudanças climáticas podem levar à extinção de plantas de café arábica selvagem, que são significativas para a indústria de café, até 2080, de acordo com estudo científico publicado nesta quarta-feira (7/11). O arábica selvagem, que pode ser encontrado no sul da Etiópia, partes do Sudão do Sul e em uma localidade no norte do Quênia, é a fonte genética do arábica comercial, cultivado em plantações.

A pesquisa foi conduzida por cientistas do Jardim Botânico do Reino Unido (Royal Botanic Garden, Kew) em colaboração com cientistas da Etiópia. "Esta é uma perspectiva preocupante para a bebida favorita do mundo, que também é a segunda commodity mais negociada depois do petróleo, e crucial para as economias de vários países", afirmou a entidade, em comunicado.

O arábica selvagem é considerado importante para a sustentabilidade da indústria do café devido à sua grande diversidade genética, conforme o estudo. "Os arábicas cultivados em plantações de café ao redor do mundo vêm de um limitado estoque genético. É improvável que tenham a flexibilidade necessária para lidar com a mudança climática e outras ameaças, como pragas e doenças", apontou a pesquisa.


De acordo com o chefe de pesquisa de café da entidade, Aaron Davis, a possibilidade de extinção do café arábica é "assustadora e preocupante", mas o objetivo da pesquisa não é alarmar, e sim estimular ações necessárias para evitar isso. "O pior cenário, elaborado a partir de nossas análises, é que o arábica selvagem pode ser extinto em 2080. Isso deve alertar os tomadores de decisão para a fragilidade da espécie", afirmou o chefe de ciência da informação espacial do Royal Botanic Gardens, Kew, Justin Moat.

3º Fórum Nacional Gestão para Sustentabilidade


Oi amigos! Meio sem tempo pra atualizar o blog, mas nunca deixando de pensar verde, de agir no local pensando no global.
Venho hoje trazer uma informação bacana pra quem gosta de participar  de eventos voltados ao meio-ambiente.
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Nos dias 04 e 05 de dezembro, Brasília será palco de discussões sobre ferramentas e metodologias para promoção de ações de transformação na 3ª edição do Fórum Nacional Gestão para Sustentabilidade. O encontro tem como objetivo propor alternativas para alavancar resultados através da sustentabilidade e traçar metas e indicadores para uma Gestão Organizacional Responsável.

O Fórum vai receber um dos professores mais renomados do país na área de sustentabilidade, Cláudio Boechat, pesquisador do Núcleo Petrobras de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral. Ele vai apresentar o Workshop “Como Gerenciar uma Organização para o Caminho da Sustentabilidade”.

Na programação do Fórum haverá também exposição de Casos Práticos da SABESP, BANCO DO BRASIL, Prefeitura de São Paulo e PHILIPS, que vão expor quais os principais desafios para engajamento dos públicos interno e externo, planos e objetivos para conquistar o desenvolvimento sustentável, Agenda Ambiental na administração pública e parcerias colaborativas entre empresas.

Para completar o evento, seis experts foram convidados para apresentar palestras: Christel Scholten,  ex-superintendente de Sustentabilidade do Banco Real; Reinaldo Bulgarelli, coordenador de cursos de Sustentabilidade da FGV;  Marcio Reis, especialista em Gestão para Sustentabilidade do Instituto Ethos; Marcelo Torres, consultor em sustentabilidade para as áreas de negócios e produtos; Ana Maria Santos Neto, diretora do Departamento de Produção e Consumo Sustentáveis do Ministério do Meio Ambiente e Raimundo Soares, cocriador do Núcleo de Sustentabilidade da FDC.

Vai ser um evento muito interessante! Para maiores informações acesse o site oficial do fórum.

Dia Mundial dos Animais


Não compre, adote!

O maior arrecife do mundo está sendo dizimado

Barreira de corais à beira do colapso
Em: 02/10/2012
Por: Stephen Leahy, da IPS.

Monterey, Estados Unidos – Em menos de dez anos, pouco, ou nada, restará da Grande Barreira de Corais da Austrália, de 2.300 quilômetros de comprimento, alerta um estudo científico divulgado ontem. A menos que as autoridades australianas tomem medidas urgentes, em uma década permanecerão apenas 10% dos três mil arrecifes que formam a Barreira em águas do leste do país, afirma a pesquisa publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. Mais da metade dos corais do arrecife morreram nos últimos 27 anos.

“Estamos perdendo um ecossistema inteiro no sistema de arrecifes coralinos melhor manejado do mundo”, disse Katharina Fabricius, do Instituto Australiano de Ciência Marinha (Aims), coautora do estudo. “Esta é a primeira análise exaustiva de todos os dados destacados na Grande Barreira de Corais”, afirmou à IPS. “Não posso acreditar; é realmente comovente”, declarou Graeme Kelleher, diretor fundador da Autoridade do Parque Marinho da Grande Barreira de Corais, que protege e administra a maior parte deste ecossistema desde 1975. “Se o pessoal do Aims o fez, então deve ser real”, afirmou Kelleher quando a IPS lhe mostrou uma cópia embargada do estudo.

Houve advertências anteriores de que a Austrália estava perdendo uma das sete maravilhas naturais do mundo, atração turística que fatura US$ 6 bilhões anualmente. Este ano a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) anunciou que poderia rebaixar a prestigiosa designação do arrecife de Sítio do Patrimônio Mundial para Sítio do Patrimônio Mundial em Perigo”. Tempestades, brotos de estrelas do mar da variedade coroa de espinhos e esbranquiçamento dos corais são os responsáveis por dizimar o maior arrecife do mundo, afirma o estudo do Aims.


Poderosos furacões, como o Yasi em 2011, prejudicaram este bioma com suas intensas ondas. Entretanto, um impacto maior foi a chuva torrencial que caiu, causando grandes inundações que lavaram da terra grandes quantidades de fertilizantes, pesticidas, dejetos animais e sedimentos, que foram parar no arrecife. Esses resíduos líquidos afetam diretamente o arrecife, e também criam as condições perfeitas para o surgimento da estrela do mar coroa de espinhos, que se alimenta de coral. “As recentes inundações que quebraram a seca golpearam duramente o arrecife”, explicou Fabricius.

As tempestades e seus consequentes resíduos líquidos são diretamente responsáveis por 48% das mortes de corais. As estrelas marinhas coroa de espinhos respondem por 42%, enquanto a descoloração originada por águas muito quentes matam 10%, segundo o estudo intensivo de 214 dos três mil arrecifes da Grande Barreira de Corais. Apenas 3% dos arrecifes levantados resultaram intactos.

Porcentagem das mortes dos corais australianos:
* Tempestades  ............................................................................................. 48%   
* Estrelas marinhas coroa de espinhos ....................................... 42%   
* Descoloração originada por águas muito quentes .....10%  

“Uma única estrela do mar coroa de espinhos pode pôr 60 milhões de ovos, e suas larvas se alimentam do plâncton que se desenvolve a partir dos altos níveis de nutrientes procedentes da terra”, contou Fabricius. Esses nutrientes se originam em boa parte em fontes agrícolas, principalmente na cana-de-açúcar e no pastoreio, destacou. A maior parte da Grande Barreira de Corais se encontra em águas do Estado de Queensland, que é a maior região agrícola da Austrália.

As estrelas do mar coroa de espinhos são uma espécie nativa cuja população explodiu nos últimos 20 anos. Não se conhece nenhuma maneira de controlá-las de modo efetivo. Mergulhadores as matam individualmente, mas é impossível seguir o ritmo delas. A única solução é um manejo de bacias especificamente dirigido a reduzir os níveis de nutrientes em águas costeiras, segundo Fabricius.

“Não podemos deter as tempestades, mas, talvez, possamos deter as estrelas do mar. Se conseguirmos, o arrecife terá maior oportunidade de adaptar-se aos desafios da elevação da temperatura do mar e da acidificação oceânica”, disse John Gunn, presidente do Aims. É provável que a investigação do Aims seja criticada na Austrália, embora se baseie no programa de monitoramento de arrecifes mais exaustivo do mundo. “Nossos pesquisadores passaram mais de 2.700 dias no mar e realizamos um investimento da ordem de US$ 50 milhões neste programa”, disse Peter Doherty, pesquisador do Aims.

O novo primeiro-ministro de Queensland, Campbell Newman, ignora as preocupações da Unesco sobre a Grande Barreira de Corais, e seu governo, incluído o ministro do Meio Ambiente, expressou dúvidas quanto aos seres humanos estarem influindo na mudança climática. A IPS informou anteriormente que o governo de Newman busca expandir agressivamente a mineração de carvão e a indústria exportadora, e aprovou a dragagem excessiva para a expansão de portos carboníferos já existentes e para a criação de novos.

Atualmente, cerca de 1.700 navios carregados de carvão navegam pela Grande Barreira de Corais ou em suas proximidades, e esse número subirá para dez mil em 2020, segundo estimativas. E já houve acidentes. Em 2010, o navio Shen Neng, carregado de carvão, pegou um atalho e encalhou no arrecife, deixando uma cicatriz de três quilômetros, um vazamento de petróleo e um rastro de toxinas derivadas de sua pintura anti-incrustante.


Gigantescos navios-tanque para gás natural liquefeito também chegam à Grande Barreira de Corais. E Queensland aprovou centenas de locais para perfuração, incluídas operações de fratura hidráulica para aproveitar os depósitos de gás de carvão (também conhecido como metano do leito de carvão).

Para o centro de Queensland foi proposta a criação processadoras de gás natural liquefeito com instalações portuárias. No porto de Gladstone já acontece uma dragagem extensiva, e o ministro do Meio Ambiente da Austrália aprovou lançar no oceano milhões de toneladas de material dragado dentro das fronteiras do Parque Marinho da Grande Barreira de Corais.

A Barreira poderá se recuperar se for adequadamente protegida, mas sua reabilitação consumirá de dez a vinte anos, disse Hugh Sweatman, coautor do estudo do Aims. Este ecossistema obter o espaço que precisa para respirar e se recuperar dos múltiplos ataques, além de se proteger de futuros impactos, está totalmente nas mãos dos australianos.

Via: Envolverde/IPS

22/Set | Dia Mundial Sem carro




O Dia Mundial Sem Carro, é um movimento que começou em algumas cidades da Europa nos últimos anos do século 20, e desde então vem se espalhando pelo mundo, ganhando a cada edição mais adesões nos cinco continentes. Ações estão multiplicando-se pelo Brasil, promovendo o conceito de que é possível utilizar o automóvel de maneira mais racional.

O movimento trata basicamente de um manifesto/reflexão sobre os gigantescos problemas causados pelo uso intenso de automóveis como forma de deslocamento, sobretudo nos grandes centros urbanos, e um convite ao uso de meios de transporte sustentáveis - entre os quais se destaca a bicicleta.

Na edição de 2012 do "Dia Mundial Sem Carro" em Belo Horizonte, como em anos anteriores, acontecerá o Desafio Intermodal. O nome é complicado, mas a idéia é muito simples. Trata-se de uma atividade cujo objetivo principal é avaliar qual é a maneira mais rápida, econômica e prática para se deslocar em um grande centro urbano. O deslocamento é realizado por voluntários em diferentes modais de transporte, individuais ou coletivos, motorizados ou não. A intenção do Desafio Intermodal é despertar a atenção da sociedade para maneiras de deslocamento mais eficientes que a de automóvel. Não só em relação à poluição, saúde e interação com a cidade, mas, mesmo considerando-se apenas a rapidez. Veja aqui mais informações.

Em São Paulo, o resultado do Desafio Intermodal, realizado esse mês,  ficou assim: o primeiro a chegar foi o helicóptero. Com menos de 2 minutos de diferença, o ciclista. A moto ficou em terceiro e o patinador em quarto. Veja aqui o ranking final.

E em todo o país acontecem eventos durante todos o mês de setembro. São oficinas para aprender a andar de bicicleta, passeios ciclísticos, seminários, debates, desafios intermodais e manifestações populares de recuperação do espaço público.

Veja aqui uma agenda com todos os eventos que vai acontecer pelo país e participe!



Fontes:
Mountain Bike BH
Vá de Bike

Vamos ajudar!


Oi gente!
Essa vai especialmente para quem é aqui de Volta Redonda e região Sul Fluminense do Rio de Janeiro.

Em comemoração ao dia mundial dos animais (4/10), começa hoje a campanha de doação de ração no Sider Shopping - Volta Redonda.

Este ano a campanha conta algumas novidades!

Uma campanha paralela de adoção de animais dentro do shopping!
Serão expostas fotos de mais de 90 animais que estão disponíveis para adoção nas cidades de Volta Redonda, Barra Mansa e Rio Claro. Estas fotos estarão expostas a partir de amanhã, nas escadas entre o 4º/ 5º piso e 5º / 6º piso do estacionamento.

Toda ração arrecadada será doada para os animais da D. Antônia, de Lídice- RJ, animais de Volta Redonda e Barra mansa.

Muitos animais contam com sua colaboração nesta campanha.
Não deixe de participar!
Doe, adote ou simplesmente divulgue.



A campanha vai até 14 de Outubro e os locais para entrega da ração são:

* SAC (4º piso) e cabines de pagamento do estacionamento (5º e 6º pisos).  
* Sider Shopping – Rua 12, nº 300 – Vila Santa Cecília – Volta Redonda.   
* Info: SAC (24) 2107-0843   



Apostar na economia verde traz resultados


Empresas apostam na economia verde e estão se dando bem.
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Pequenas empresas investem em sustentabilidade em MG
Imobiliária e gráfica de BH apostam na economia verde.
Em: 19/08/12
Por: Pequenas Empresas, Grandes Negócios - G1 - Economia

Ações comprovam que apostar nas práticas ecológicas traz resultados. Em Minas Gerais, pequenas empresas investem em sustentabilidade e ganham destaque no mercado de meio ambiente. Com ações e práticas ecológicas, uma imobiliária e uma gráfica de Belo Horizonte comprovam que apostar na economia verde traz ótimos resultados.

O empresário mineiro Odilon de Lima abriu uma imobiliária em Belo Horizonte. Com mais de 40 anos de experiência na área, ele investiu cerca de R$ 120 mil na reforma do prédio e na compra de equipamentos. Hoje, a empresa tem 500 clientes e o faturamento médio gira em torno de R$ 60 mil por mês. Com o negócio em expansão, o empresário investiu R$ 100 mil na preservação ambiental de uma fazenda em Itabirito, perto de Belo Horizonte.

“Essa paixão que eu tenho pelos pássaros, pela água, pelas árvores, vem da minha infância. Meu pai era um pequeno fazendeiro e eu praticamente passei as minhas férias todas nessa pequena fazenda que era de propriedade dele e lá eu aprendi esses valores”, revela.

A fazenda tem 300 hectares, 120 deles são de área preservada de Mata Atlântica. Os clientes da imobiliária são convidados a conhecer o local e ajudar nas práticas sustentáveis.

A fazenda tem um hotel para cavalos e uma criação de peixes. Além disso, 23 barragens armazenam 30 mil litros de água cada uma. Como reconhecimento pelas ações realizadas na fazenda, o empresário recebeu do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) o prêmio "Práticas Sustentáveis.”

“Cabe ao Sebrae escolher aquelas práticas que são vencedoras e, a partir daí, o Sebrae dá visibilidade no sentido de mostrar para outras micro e pequenas empresas que é possível, sim, você ganhar dinheiro e ao mesmo tempo ser sustentável”, diz Anízio Dutra Vianna, do Sebrae em Belo Horizonte.

Gráfica sustentável
José Cláudio Fonseca montou um negócio com produtos ecologicamente corretos. Em 2010, o empresário investiu R$ 220 mil para abrir uma gráfica sustentável. O material usado por ele não agride a natureza.
“Ele foi criado para ser sustentável. O negócio é um negócio verde. A gente não teria diferencial nenhum se não fosse isso”, afirma o empresário.

Uma impressora da gráfica não usa tinta comum, mas cera. Enquanto a primeira gasta 12 cartuchos e imprime 35 mil folhas, a segunda usa apenas 4 e imprime 50 mil. A máquina derrete a cera dentro de um compartimento e gera menos poluição. O resultado é sempre rentável.

O empresário também investiu no papel feito à base do bagaço de cana-de-açúcar. Isso sem cobrar nada a mais do cliente e a qualidade é a mesma. Com os novos produtos, a empresa conquistou o primeiro lugar no prêmio Sebrae de práticas sustentáveis. A gráfica provou que é possível atender ao público sem prejudicar o meio ambiente. A gente sabe que está fazendo uma coisa legal. A gente está gerando hoje 92% a menos de resíduo para cada trabalho que a gente faz. E isso representa, em um único cliente, às vezes 1,5 mil quilos a menos de cartucho jogado no meio ambiente”, revela. O empresário fatura cerca de R$ 35 mil por mês. O resultado é uma prova de que sustentabilidade e rentabilidade podem, sim, caminhar juntas.

“Esse é um paradigma que nós precisamos quebrar. Mostrar para a micro e pequena empresa, e o prêmio tem nos ajudado muito no Sebrae, de mostrar que ele pode ter práticas sustentáveis. Ele pode reduzir, por exemplo, o consumo de energia. Ele pode reutilizar melhor a água. Ele pode separar o seu resíduo sólido, ou seja, tem uma série de experiências que mostram para esse empresário que ele, sim, tem condições de ter práticas sustentáveis e ganhar dinheiro”, revela Vianna, do Sebrae.

Reutilizando garrafas de vidro

Reciclar virou meio que uma moda, né? E porque não entrar também nessa? Olhem essas ideia interessantes que encontrei por aí feitas a partir de garrafas de vidro.















Fonte: Site Pinterest

Encontro dos profissionais da sustentabilidade


Esse mês acontece o 1º Encontro Nacional dos Profissionais de Sustentabilidade, realizado pela Abrap - Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade.  O encontro é aberto e gratuito.


Acesse a ficha de inscrição aqui.


Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade - visa ser referência como movimento de pessoas que influenciam decisivamente na promoção de condições justas, inclusivas e sustentáveis nas relações dos seres humanos com o meio em que estão inseridos.