Greenpeace | Baleias nadam em óleo na porta de petroleira

Greenpeace protesta contra exploração de petróleo em Abrolhos
30/08/11
Por: Flick Greenpeace e Terra Notícias

Ativistas do Greenpeace fazem manifestação na entrada da Torre do Shopping Rio Sul, no Rio de Janeiro, contra a empresa Perenco que não respondeu a uma carta enviada pela organização no dia 26.07.2011 cobrando explicações sobre a exploração de petróleo no entorno do Parque Nacional Marinho de Abrolhos.




Neste arquipélago localizado no litoral sul da Bahia, onde a Perenco tem duas concessões petrolíferas, está o Parque Nacional Marinho de Abrolhos, uma reserva protegida por ser o local de reprodução das baleias da espécie Jubarte.

A manifestação, que atraiu a atenção de vários trabalhadores e clientes do centro comercial, se prolongou por cerca de uma hora, tempo durante o qual os militantes esperaram em vão ser atendidos por algum representante da companhia petrolífera.



Em comunicado, a organização não governamental pediu que a companhia petrolífera se some a uma moratória de 20 anos da prospecção de petróleo em uma área de 93 mil quilômetros quadrados em Abrolhos pelo perigo que essas atividades representam para a fauna e a flora da região.

Segundo os ecologistas, as baleias Jubarte, mamíferos ameaçados de extinção, são uma das espécies que mais podem ser afetadas por possíveis acidentes ou vazamentos de petróleo.

"Devido ao histórico de acidentes com prospecção de petróleo em alto-mar no mundo, está claro que não existe segurança total. A Perenco sabe disso, mas se omite da responsabilidade de renunciar a suas atividades em uma região de alta prioridade para a biodiversidade brasileira", afirmou Leandra Gonçalves, coordenadora da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace no Brasil.


Fotos: Greenpeace/EVE/Marizilda Cruppe

Desenvolvimento com preservação e responsabilidade

Não gosto de fumo, sou totalmente contra. Mas essa ação precisa de destaque pelo fato de que os produtores estão assumindo uma postura correta em relação ao meio-ambiente.
Disso eu gostei. Que outras cadeias, como a do tabaco, sejam as próximas.
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Pioneirismo marca acordo para a preservação da Mata Atlântica
Acordo inédito na Região Sul do Brasil deverá servir de exemplo para o diálogo com outras cadeias produtivas. Presidente do Ibama, Curt Trennepohl, participou da assinatura, nesta segunda-feira (22), em Porto Alegre.
Em: 23/08/11
Por: Eliana Stülp e Claudia Martinelli
Fonte: O Barriga Verde
Fotos: Google


Autoridades, representantes de órgãos municipais, estaduais e federais, e de entidades e empresas do setor do tabaco participaram nesta segunda-feira, 22 de agosto, em Porto Alegre, de um momento inédito na Região Sul do Brasil: um acordo entre cadeia produtiva e governo para a preservação da Mata Atlântica. A partir de 2012, passam a valer os compromissos firmados em dois documentos: um Termo de compromisso e um Acordo de Cooperação Técnica inéditos com o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e o Ministério do Meio Ambiente. A solenidade realizada no Salão Duque de Caxias do Hotel Everest iniciou com o pronunciamentos das partes envolvidas.

O presidente do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco), Iro Schünke, citou a importância econômica e social do setor e o pioneirismo nas áreas de responsabilidade social e ambiental. “O tabaco representa 13% de todas as exportações gaúchas. Para muitos municípios, é a mola propulsora do desenvolvimento econômico e social. Temos a clara consciência que além de volume, qualidade e integridade de produto, hoje é necessário também mostrar que o tabaco aqui é produzido de uma forma sustentável. Neste sentido, o setor do tabaco tem sido pioneiro e este pioneirismo fará diferença para que o Brasil possa se manter como maior exportador mundial. Além disso, este trabalho certamente será um legado para gerações futuras e contribuirá decisivamente para que elas possam ter uma melhor qualidade de vida”, disse Schünke.


“A Afubra, como entidade representativa dos produtores, entendeu que não poderia se omitir deste convênio para preservação da Mata Atlântica. Este compromisso é para colaborar para a preservação e também buscar soluções mútuas para uma produção sustentável e uma convivência harmoniosa”, posicionou o presidente da Afubra (Associação dos Fumicultores do Brasil), Benício Werner.

O representante do Ministério do Meio Ambiente, Mauro Pires, diretor do Departamento de Políticas para o Combate ao Desmatamento, parabenizou o setor do tabaco pela iniciativa e o Ibama pela abertura do diálogo. “O papel de um órgão de meio ambiente é de um lado cumprir a questão da fiscalização e, de outro, promover a sustentabilidade. Esta é uma iniciativa muito importante para a preservação do meio ambiente e serve também para sinalizar a outros setores produtivos que este é o caminho para conciliar produção econômica e sustentabilidade ambiental. A liderança do setor do tabaco e o compromisso assinado devem encontrar a sua efetividade e os resultados deverão ser úteis a toda a sociedade”, disse Pires.

A secretária do Meio Ambiente, Jussara Cony, representou o governador do Estado, Tarso Genro, na ocasião. “Uma cadeia produtiva desta magnitude, articulando ações de preservação com o governo, demonstra pioneirismo e sintonia. A visão tradicional de que o meio ambiente é um obstáculo ao desenvolvimento econômico, envelheceu. Precisamos fazer desenvolvimento com preservação e responsabilidade", disse.


Para o superintendente do Ibama no Rio Grande do Sul, João Pessoa Riograndense Moreira Junior, “os documentos assinados são frutos de um trabalho inovador do Ibama, pois chama a cadeia produtiva do tabaco para o diálogo para a proposição de alternativas”.

O objetivo principal do termo será a prática de ações de desenvolvimento sustentável, de conservação e de combate ao desmatamento a serem empreendidas no bioma Mata Atlântica por intermédio do IBAMA. Vários compromissos estão sendo pautados, como a exigência contratual dos produtores rurais para que a comercialização do tabaco esteja em conformidade com as normas ambientais vigentes e que o tabaco adquirido não seja oriundo de áreas desflorestadas.

O Acordo de Cooperação Técnica prevê ainda, estabelecer formas de apoio à recuperação de áreas degradadas na região de Segredo (RS) e à conservação de áreas do bioma Mata Atlântica por meio de parcerias com universidades.

Guia de boas práticas para as cidades

Um programa elaborado ao longo de 2010 que oferece ferramentas em favor da qualidade de vida nos municípios. Assim é o banco com mais de 300 indicadores, relatórios para prestação de contas e referências internacionais. Essa são algumas das novidades oferecidas aos partidos políticos no programa criado pelo Instituto Ethos - que ajuda empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável.
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Instituto Ethos quer compromisso por sustentabilidade
Entidades elaboraram uma cartilha com metas em 12 segmentos da sociedade
Em: 23/08/11
Por: Agência Brasil para o Diário de Teresópolis

O Instituto Ethos lançou no último fim de semana, junto com outras organizações da sociedade civil, o programa Cidades Sustentáveis. A iniciativa visa à divulgação de ações de sustentabilidade e fazer com que os políticos que disputarão as prefeituras do país nas próximas eleições assumam o compromisso de colocar em prática o programa.

As entidades elaboraram uma cartilha que contém metas de sustentabilidade em 12 eixos. São cerca de cem objetivos gerais e mais de 300 específicos, todos estabelecidos conjuntamente pelo Ethos, a Rede Nossa São Paulo e a Rede Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis.

A mobilidade, por exemplo, é um dos eixos da cartilha. Nesse quesito, um dos objetivos gerais é aumentar o uso de transporte público nas cidades. Já um dos objetivos específicos é ampliar a quantidade de corredores para tráfego exclusivo de ônibus.



Para medir a adesão das ações propostas, o “Cidades Sustentáveis” também criou indicadores. No caso da mobilidade e dos corredores de ônibus, mais especificamente, a iniciativa quer medir quantos quilômetros de vias exclusivas ao transporte público existem nas cidades e comparar a quantidade com a de outros municípios considerados exemplos.

Contudo, para que tudo isso seja feito, as organizações precisam que as cidades adotem o programa. Por isso, elas vão lançar uma campanha publicitária para incentivar que candidatos a prefeito em 2012 assumam o compromisso de seguir as diretrizes do Cidades Sustentáveis.

“Estamos propondo aos candidatos que adotem o programa, se comprometam com os objetivos e prestem conta à população”, disse o coordenador da Secretaria Executiva da Rede Nossa São Paulo, Maurício Broinizi, durante a cerimônia de lançamento do programa, na capital paulista.

O presidente do Instituto Ethos, Jorge Abrahão, admite que convencer os candidatos a aderirem ao programa será um desafio. Mas entende que os próprios políticos podem se beneficiar com o “Cidades Sustentáveis”. “Os bons políticos entenderão o programa como um presente, pois ele é um importante guia de boas práticas”.


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Reciclagem em Sorocaba é exemplo

Mais um belo exemplo a ser seguido. Se todas as cidades tivessem essas iniciativas e esses incentivos por parte das Prefeituras seria muito bom!
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Sorocaba é exemplo em coleta seletiva
Em: 09.08.2011

Sorocaba - A prefeitura de Sorocaba deu um importante passo na concretização de um modelo de coleta seletiva que pode tornar-se referência nacional no recolhimento, separação e comercialização de resíduos recicláveis como papel, vidro, borracha, plástico e outros.

O modelo adotado por Sorocaba ao invés de ser realizado por uma empresa privada com fins lucrativos foi elaborado pela prefeitura com o auxílio dos próprios catadores de lixo. Os simples ambulantes que reviravam lixos nas ruas hoje são empreendedores de um negócio que gera emprego, renda e qualidade de vida para centenas de pessoas.

A Coreso (Cooperativa de Reciclagem de Sorocaba) é uma das mais antigas da cidade.
Fundada em 1999, a entidade congrega cerca de 40 trabalhadores e coleta mais de 100
toneladas de materiais por mês. / Foto: Agência Bom Dia.

No dia 08/08 , foi inaugurada a segunda unidade da Central de Reciclagem, em área de 4,5 mil m2 na Zona Oeste. A estrutura de cada Central de Reciclagem consiste em galpões dotados de esteiras, equipamentos para separação e prensagem de material além de veículos especiais para transportes.

Pelo menos três cooperativas estão habilitadas a operar as Centrais de Reciclagem de Sorocaba: Reviver, Catares e Ecoeso, todas cadastradas no Site VIVAcidade.

Sorocaba já tem 100% dos resíduos orgânicos armazenados em contêineres e dezenas de áreas denominadas Eco Pontos, locais onde são depositados resíduos de construção.


Até o final de 2012, Sorocaba poderá ter todos os seus resíduos recicláveis totalmente reutilizados, beneficiando centenas de milhares de pessoas entre as que descartam seus lixos e as que os utilizam como fonte de renda.

Atitudes como estas, pouco exploradas pelos meios de comunicação e de baixa repercussão política, realmente fazem a diferença e colocam Sorocaba, cidade de 600 mil habitantes, na lista das melhores do Brasil para se viver.


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Novo código


Intervenção em palestra sobre o Novo Código Florestal
Fonte: VEDDAS

Durante o seminário “A Reforma do Código Florestal” realizado na manhã de em 15 de agosto de 2011 na FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), o Deputado Federal Aldo Rebello, relator do texto do Novo Código Florestal e a Senadora Kátia Abreu, Presidente da Confederação Nacional da Agricultura tiveram suas falas interrompidas por ativistas que os questionaram acerca da insensatez da proposta do Novo Código Florestal, recentemente aprovado na Câmara dos Deputados e que tramita agora no Senado Federal.

Os ativistas expuseram seus questionamentos até o momento em que foram arrastados pelos seguranças para fora do prédio da FIESP na Avenida Paulista em São Paulo. Outros ativistas aguardaram para expor os seus questionamentos ao final da palestra, que foi transmitida ao vivo pelo canal da FIESP na internet e contava com a presença de diversos veículos de imprensa.

Dezenas de manifestações contra o Novo Código Florestal estão acontecendo em todo o Brasil e em diversas cidades no exterior.
O site Brasil pelas Florestas traz informações sobre o tema e esse link aqui, da Veddas, traz informações sobre a mobilização internacional. 


Veja abaixo o video do momento da palestra:





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Ação de marketing em causa ambiental

A ação aconteceu ano passado, mas vale sempre relembrar boas atitudes empresariais em pról do meio-ambiente! 
Realizada pela agência Plusmedia - especializada na estratégia, gerenciamento e controle operacional de Mídia Out of Home, para o cliente Colgate -, a campanha pedia que os consumidores fechassem a torneira na hora de escovas os dentes.
Sensacional! A Colgate poderia voltar com a promoção, certamente mais pessoas vão se engajar na causa. Parabéns pela boa iniciativa.

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Colgate promove consumo consciente de água
28/Jul/10
Por: Plusmedia

A Colgate-Pamolive realiza uma promoção para incentivar o uso consciente da água. Percebendo que parte da população tem o hábito de deixar a torneira da pia aberta enquanto escova os dentes, a marca lança a campanha sob o tema “A água do planeta não é infinita, feche a torneira enquanto você escova os dentes”.

Com a iniciativa, ao comprar produtos da linha de higiene oral Colgate-Palmolive, o consumidor ganha um copo colecionável. A ação acontece até setembro e conta com promotoras em mais de 600 lojas, além de materiais de ponto-de-venda assinados pela agência Y&R.


Estamos todos conectados

Floresta tropical ameaçada

Se não cuidarmos da Amazônia com um olhar atento, logo seremos nós a pagar esse preço.
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Recuperação da 2ª maior floresta tropical do mundo custa R$ 4,1 bi 
Em: 05/08/2011
Da: REUTERS  para Folha.com/Ambiente

O governo da República do Congo disse que precisa de um fundo do valor de US$ 2,6 bilhões (cerca de R$ 4,1 bilhões) para recuperar as florestas tropicais do país - a segunda maior do mundo, atrás apenas da Amazônia, segundo as Nações Unidas. O plano é reflorestar e também regularizar, nos próximos dez anos, a produção local - madeira, mel e óleo de palma, entre outros produtos - de uma área do tamanho de 1 milhão de hectares.

Para cumprir a meta, o Congo terá de buscar a colaboração de doadores e investidores para pagar a maior parte da conta. Como contrapartida, o governo do país entrará com R$ 684 milhões.

Mil árvores!

Adoro iniciativas verdes! Que os fãs do programa fiquem inspirados!
Só uma ressalva: não é qualquer árvore que pode ser plantada em todos os lugares. É preciso fazer uma pesquisa primeiro para saber qual árvore vai se adaptar melhor ao local escolhido. Árvores com raízes muito profundas, por exemplo, que crescem verticalmente, são ideais para calçadas.  Outras não, principalmente aquelas com raízes rasas que acabam quebrando o calçamento e entrando embaixo das casas, causando prejuízo. Normalmente as prefeituras, e algumas ONG's, tem essas informações.

Beijos
Cintia
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Mil árvores são plantadas para neutralizar gases poluentes produzidos pelo programa Hoje em Dia
A ação reuniu apresentadores e grupo de jovens em Itatiba nesta quarta-feira
Em: 03/08/2011 às 19h37:
Por: Vanessa Sulina, do R7


Diante da TV para assistir ao programa Hoje em Dia, da Rede Record, o telespectador pode imaginar o trabalho que dá para se produzir todas as reportagens que são levadas ao ar. O que deve ser difícil para o público calcular é a quantidade de gases poluentes que são lançados no meio ambiente durante a produção dessas notícias.

Em apenas um ano, a atração produziu 166 toneladas de carbono: um dos gases mais prejudiciais ao ambiente e à saúde. Para neutralizar toda esta emissão, os apresentadores do programa, Celso Zucatelli, Chris Flores, Gianne Albertoni e Edu Guedes, reuniram-se no Zooparque, em Itatiba, interior de São Paulo, na semana passada, para plantar mil árvores.

Embaixadora do ano internacional das florestas da ONU (Organização das Nações Unidas), Chris Flores falou que é “fundamental um meio de comunicação (a TV Record)” conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação: "Qualquer pessoa pode plantar uma árvore em sua casa, apartamentos, na sua rua. Somos quase 200 milhões de brasileiros e, se cada um plantar sua árvore, teremos um país bem mais verde".

Várias espécies de mudas brasileiras foram plantadas nesta tarde. Entre elas, algumas que estão em extinção, como contou o diretor do IBF (Instituto Brasileiro de Florestas), Higino Aquino. Ele ainda disse que os apresentadores poderão acompanhar “de perto” o desenvolvimento de cada uma delas. "A peroba-rosa, por exemplo, quase não existe mais. Cada uma destas espécies tem sua qualidade medicinal. E também valorizamos as árvores nativas brasileiras. Eles ganharão um cartão com um número, que é um registro da planta, para acompanhar a cada seis meses como estará a árvore".

Além dos apresentadores, um grupo de jovens do curso de Multimeios, mantido pelo Instituto Ressoar, participou da ação representando toda a produção do programa. A coordenadora do curso explicou que além da importância do plantio das árvores, essa é uma “boa oportunidade” para os jovens acompanharem como funciona a produção de um programa de TV.

O encontro faz parte de uma parceria do Instituto Ressoar com o IBF e o Zooparque. De acordo com o presidente do Instituto, Ivanildo Lourenço, a ação tem como objetivo mobilizar toda a sociedade para a questão ambiental.

Esta também é a preocupação do Zooparque, segundo explicou o proprietário do local, Hans Furrer. A reserva é particular, tem 500 mil m² e abriga 1.500 espécies de animais, entre elas o lobo-guará, que está ameaçado de extinção.

Ocupação desenfreada

As pessoas vão construindo desordenadamente, desorientadamente. As prefeituras precisam fazer alguma coisa para deter esse tipo de construção desenfreada porque depois as consequências não são muito boas. Vide os desastres ambientais ocorridos há pouco tempo, com desmoronamentos e destruição de comunidades inteiras em locais inapropriados, áreas de risco. Fora que o bioma Mata Atlântica também sofre com esse desiquilíbrio, já que é um  ecossistema que funciona de forma estável e precisa de proteção.
Cintia
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Mais de 100 ocupações irregulares em área de mata nativa são identificadas
Casas isoladas ou pequenos grupos de habitações estão se multiplicando rapidamente
Em: 16/07/2011
Por: Exame / Economia
AE - Agencia Estado

São Paulo - A Federação Pró Costa Atlântica - formada por 18 associações de bairro de São Sebastião - constatou, ao longo de 18 meses de monitoramento, a ocorrência de 100 invasões em uma faixa de 60Km de vegetação nativa em de áreas de Mata Atlântica, no litoral norte de São Paulo. São casas isoladas, ou pequenos grupos de habitações que, segundo o presidente da federação, Sérgio Pereira de Souza, estão se multiplicando rapidamente. “Dia a dia estão aumentando o número de casas e construções”, disse.

As invasões, com derrubada de áreas de Mata Atlântica, são identificadas em sobrevoos de paraglider, um tipo de paraquedas motorizado. “De 15 em 15 dias nós passamos no mesmo local”, declarou Souza, "na maioria dos casos, nada foi feito para remover as construções ilegais e, em alguns casos, foram iniciadas novas obras. O monitoramento aéreo comprova que não houve medida efetiva naqueles locais”.


Além da destruição da vegetação nativa, Souza destaca que parte das casas foi erguida em áreas de risco, como encostas e margens de rios. “Quando acontecem grandes inundações as pessoas que são ribeirinhas perdem tudo e o Poder Público tem que socorrer”, disse.

A preocupação é compartilhada pelo secretário de Meio Ambiente de São Sebastião, Eduardo Hipólito. “Além da ocupação propriamente dita, da retirada de cobertura vegetal, você tem a perda da flora e da fauna. Você tem também muitos casos de contaminação do solo. As pessoas que ocupam essas áreas se utilizam das águas dos rios e das cachoeiras para fazer o lançamento dos seus esgotos”, declarou.


Apesar de reconhecer a gravidade do problema, Hipólito admite que a prefeitura não tem os recursos necessários para combater a situação de maneira efetiva. Ele reconhece que a Federação Pro Costa Atlântica tem denunciado as invasões sistematicamente, mas a faltam funcionários e equipamentos para que sejam adotadas providências. “Você tem a denúncia mais não tem como atender, porque não tem veículos ou meios para chegar até o local”.

De acordo com o secretário, a prefeitura de São Sebastião tem tentado compensar os carências com a sinergia de esforços dentro da administração municipal e parcerias com a sociedade civil e o governo estadual. Hipólito disse que a prefeitura tem sido auxiliada pela fiscalização do Parque Estadual da Serra do Mar e, além disso, busca fazer com que todas os órgãos municipais auxiliem na contenção das invasões.




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Sustentabilidade em Jericoacoara

De olho na preservação
Nativos e visitantes da vila de Jericoacoara participaram de evento que reuniu oficinas, lazer e preservação ambiental
Em: 03/08/2011 
Por: Iracema Sales (para o Diário do Nordeste / Negócios)

Promover a sustentabilidade em Jericoacoara, praia localizada a 287 km de Fortaleza, litoral Oeste, que até os meados dos anos 1980 era uma vila de pescadores, não constitui tarefa fácil. Apenas a vila concentra cerca de 2.500 pessoas do total de 17 mil habitantes do município de Jijoca de Jericoacoara. No entanto, a população flutuante da então vila de pescadores - que integra área do Parque Nacional criado em 2002 -, o que impõe algumas restrições ao seu uso e ocupação, pode chegar a 30 mil nos meses de julho e agosto. A acomodação dos visitantes, cuja média de permanência no local é de dois dias, é feita nos cerca de 170 postos de hospedagem existentes.



Problemas e soluções
O cenário paradisíaco e, ao mesmo tempo, multicultural da vila de Jericoacoara apresenta problemas que vão desde apagões, insegurança e falta de saneamento. Prova disso é a produção de lixo - estimada em 400 toneladas/mês, como afirma Roberto Lima, turismólogo, morador da vila há 14 anos, onde coordena o projeto Vassouras Ecológicas, feitas com garrafas PET.

Ele apresentou o trabalho no o "Projeto Jericoacoara, 24 horas de Ecologia" realizado no último fim de semana (30/07), na sede do Club Ventos. O evento constou de oficinas e palestras com especialistas em soluções sustentáveis capazes de possibilitar a economia de água, energia e aproveitamento de materiais recicláveis como o plástico. O objetivo do evento era discutir os problemas ambientais com a comunidade local, como o destino final ao lixo.

Reciclagem
Roberto Lima explicou que o projeto das vassouras com garrafas PET é desenvolvido pela Secretaria de Turismo e Meio Ambiente do Município. Embora esteja em fase de implantação, acredita na sua viabilidade como forma de trazer ocupação para a comunidade nativa e proporcionar geração de renda.

Com relação ao saneamento, afirma que toda a vila de Jericoacoara conta com o serviço, lamentando que apenas 35% das casas estejam ligadas. Existe a rede complementar, sendo enviados os resíduos sólidos para serem tratados em Fortaleza. A parte líquida, após passar por tratamento, é usada nos coqueiros. A conscientização deve passar tanto pelos nativos quanto pelos visitantes, diz, explicando que o município já teve coleta seletiva, atribuindo a "questões políticas" o seu fim.

Jericoacoara não conta com rede elétrica pública, possuindo sistema elétrico subterrâneo. As quedas de energia são constantes devido ao alto consumo, principalmente, na alta estação turística. A saída para contornar os problemas ambientais é investir na educação, recomenda um dos convidados do evento, o biólogo Richard Olivier Laveder, trabalha na área de sustentabilidade ambiental há mais de 20 anos. Seu trabalho consiste na transferência de tecnologias de países escandinavos, Estados Unidos, França, Austrália, Canadá, entre outros, para o Brasil.

Na palestra, apresentou os mictórios sem água e os vasos sanitários eficientes. O biólogo, formado pela Pontifícia Universidade de Campinas (PucCamp), defende a compostagem como uma forma de diminuir a produção do lixo doméstico, apostando nas soluções simples bem no estilo cada um deve fazer a sua parte.




Economia de água
O biólogo atenta para a importância da economia de água, citando o uso do sistema de descarga sanitária por pressão Flusmate Sloan IV, tecnologia de descarga por pressão auxiliar que utiliza o ar comprimido no interior de uma caixa de descarga selada para empurrar os resíduos para fora. Nesse sistema, a ação do sifão ou de uma unidade de gravidade é substituída pelo ar comprimido, que força a água para fora da bacia. Com a tecnologia por pressão, o consumo pode chegar a apenas a 20 litros por dia. "Nosso foco é água e energia", pondera o biólogo, reconhecendo os riscos de doenças. Ações simples podem diminuir problemas de esgotos, que podem ser separados.

No entanto, no Brasil e em muitos países do mundo, não existe a separação dos esgotos. Na Austrália, afirma que a separação já é uma realidade. "Por que contaminar toda a rede?", Indaga, explicando que os resíduos que saem do sanitário podem ser enviados para uma estação e tratados.

Laveder é incisivo ao afirmar que "só se resolve problema de esgoto localmente". Suécia, Dinamarca, Noruega, Finlândia e Cingapura estão na frente quando o assunto é tratamento de esgoto, enquanto França, Inglaterra e Estados Unidos estão atrás. Defende que o governo precisa subsidiar a pesquisa para que os cientistas desenvolvam novas tecnologias.

Considera como lição número um, quando o assunto é economia de água e sustentabilidade, a diminuição e o tratamento do esgoto primário. "No Brasil, a maior parte do lixo produzido é de material orgânico".




Aquecedor solar
O técnico em eletromecânica da linha automotiva, José Alcino Alano, de Santa Catarina, demonstrou o aquecedor solar feito a partir de garrafas PET e tubulação. "É uma alternativa e uma forma de incentivar o uso do aquecedor solar", explica o seu criador, que patenteou seu invento, ganhando o prêmio Super Ecologia de 2004.

Confeccionado por módulos, o equipamento é instalado sobre o telhado. A água entra pela tubulação e no interior das garrafas onde ocorre o aquecimento, atingindo toda a água da caixa. O projeto do aquecedor solar tem o caráter também de socialização.

Destinação
400 toneladas de lixo são produzidas mensalmente na vila de Jericoacoara. A localidade já teve coleta seletiva, que foi desativada por questões políticas, segundo moradores.



Fotos: Google

Eu sou seletivo - reciclando e preservando o meio ambiente

Boas inicitivas!
Cintia

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Reciclar e preservar o meio ambiente faz parte do projeto "Valorizando Vidas"
Por: Jornal O Documento
Cuiabá / Várzea Grande, 01/08/2011


Servidores da Secretaria de Assistência Social e Desenvolvimento Humano (SMASDH) participaram nesta sexta feira (29-07) do movimento “Eu sou seletivo - reciclando e preservando o meio ambiente” criado para complementar o Projeto “Valorizando Vidas” de iniciativa da Primeira Dama de Cuiabá, Doutora Norma Sueli Galindo. O objetivo do projeto é revitalizar e apoiar o trabalho dos trabalhadores responsáveis pela reciclagem de parte do lixo produzido na capital.

O movimento criado pela Diretoria de Gerência de Programas e Projetos pretende envolver todos os servidores, que a partir desta data definiram metas para diminuir o consumo de material de escritório e fazer a separação de todo o lixo descartado no órgão. Para isso os funcionários reciclaram galões descartados por indústrias e, após pintados, foram preparados com abertura retrátil, para serem utilizados como cestos de lixo separando os materiais orgânicos, metais, plásticos, papeis e vidros.

Desta forma o lixo chegará em melhores condições de ser reaproveitado pelos trabalhadores da COOPERMAR – Cooperativa dos Trabalhadores de Materiais Recicláveis que atuam no Aterro Sanitário de Cuiabá, localizada na Estrada do Balneário Letícia, Bairro Várzea do Quilombo, a seis quilômetros do centro da capital.


Durante o lançamento do Projeto, a educadora ambientalista Maria Betânia Figueiredo sensibilizou os participantes da necessidade de cada um fazer a sua parte na preservação do meio ambiente, de modo a cooperar com as pessoas que trabalham na usina de seleção dos resíduos sólidos do Aterro Sanitário.

“Quando fazemos a nossa parte também estamos contribuindo com a qualidade de vida dos outros, facilitando o trabalho daqueles que separam o material. A destinação do material para reciclagem pode ser feita de várias formas. A coleta seletiva exige a consciência de cada um e esse é um bom exemplo que deve ser seguido por todos”. ressaltou a ambientalista.

A Diretora de Gestão da SMASDH, Rosa Luzardo, apresentou um vídeo de sensibilização sobre o tema, e chamou atenção dos servidores para a importância deste trabalho, que deve envolver todos os setores. “A equipe entendeu a nossa proposta transformou o aprendizado neste movimento. Começamos também a incentivar o uso consciente da água, energia, impressão e telefone. A conscientização de todos é muito importante para alcançar a meta que estamos propondo”, encerou a diretora.

Fotos: Corbis

Recicle seu óleo usado!

Parceria vai reaproveitar óleo de cozinha
A estimativa é que sejam produzidos, mensalmente, cerca de 120 litros de sabão líquido e sólido, feitos a partir do reaproveitamento do óleo de cozinha utilizado nos quartéis
Correio do Estado, 02/08/2011

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) inicia oficialmente dia 03/08, quarta, uma parceria com o Exército em Dourados, com o objetivo de reaproveitar o óleo de cozinha utilizado pelos militares para a produção de sabão.

Por meio de um trabalho desenvolvido pela técnica do laboratório de Química da UEMS, Jane Santos Brito, a estimativa é que sejam produzidos, mensalmente, cerca de 120 litros de sabão líquido e sólido, feitos a partir do reaproveitamento do óleo de cozinha utilizado nos quartéis. O litro do sabão produzido com o óleo reaproveitado custará, em média, 20 centavos.

A iniciativa de encontrar um descarte adequado para o óleo, que antes teria como destino o lixo, partiu do tenente Marlon Santaela. O oficial procurou a Universidade no dia 11 de julho e, em menos de uma semana, os militares receberam a primeira amostra do material de limpeza reciclado.

De acordo com a coordenadora do curso de Química Industrial, Marcelina Solaliendre, o projeto de reaproveitamento do óleo de cozinha pela Universidade está começando através da parceria com os militares, mas poderá expandir futuramente. “Nós poderíamos, por exemplo, utilizar esse material de limpeza nas próprias unidades da UEMS, barateando os custos empregados nestes produtos”, afirma Marcelina.

Para a coordenadora, inicialmente o óleo dos próprios quartéis de Dourados será reaproveitado, mas um segundo passo é que os familiares dos militares também passem a enviar o óleo utilizado em suas casas para o reaproveitamento. [fim da matéria]


A reciclagem do óleo já é praticamente uma realidade em nosso dia a dia, muitas pessoas já criaram o hábito de não jogar o material pelo ralo da pia.

O óleo de cozinha que vai para a pia, acaba indo para rios e mares e o contato do óleo com á água do mar causa uma reação que libera um gás chamado metano. E o metano é um dos principais gases que causam o efeito estufa, que contribui para o aquecimento da terra. Vários estudos já foram realizados comprovando essas informações. Um litro de óleo contamina 1 milhão de litros de água, que seria o suficiente para uma pessoa usar durante 14 anos!
Veja abaixo uma receita básica de como utilizar seu óleo usado para fazer sabão:



Receita para fazer sabão a partir do óleo de cozinha
Material
5 litros de óleo de cozinha usado
2 litros de água
200 mililitros de amaciante
01 quilo de soda cáustica em escama

Preparo
Coloque a soda em escamas no fundo de um balde cuidadosamente. Coloque, com cuidado, a água fervendo. Mexa até diluir todas as escamas da soda.
Adicione o óleo e mexa. Em seguida, adicione o amaciante e mexa novamente.
Jogue a mistura numa fôrma e espere secar. Corte o sabão em barras do jeito que desejar.


Atenção: A soda cáustica pode causar queimaduras na pele. O ideal é usar luvas e utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura.

Campanha de reciclagem de óleo em Porto Seguro


Fotos:
     1 - Blog Juntos 2010
     2 e 3 - Google
Link da Receita aqui.

Rios

Córrego Cafuá - Bairro Vila Rica (Jd. Tiradentes) - Volta Redonda/RJ

Um rio é como um espelho que 
reflete os valores e comportamentos
 da nossa sociedade. 

Você já olhou para o rio 
da sua cidade hoje?


Foto: Raquel Almeida // @raquelalmeida
Via: @InfoAmbiental


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Vai chover fuligem!

Essa semana o clima estava bastante seco aqui em Volta Redonda, RJ. Muita água e hidratante pras mãos ajudou um pouco, mas não o suficiente. Então, pra animar ainda mais a situação, aconteceram umas queimadas próximas ao bairro onde eu trabalho - Siderópolis -  e também lá perto de casa, no Aero Clube. Quer dizer, tempo seco + queimada = fuligem! Isso piora ainda mais a situação, né?!
Aí, reclamei comentei isso no twitter e muitas pessoas vieram concordar comigo, que é mesmo complicado lutar contra essa situação. Mesmo sendo largamente noticiado e comentado na mídia o fato do aquecimento global e etc, etc, as pessoas sem noção continuam queimando o lixo, o mato o tudo o mais.
Aí dentre os comentários que aconteceram depois disso, veio um muito legal, de um pessoal de uma banda chamada Toc Percussivo indicando uma música deles que fala exatamente sobre isso: a fuligem.
A música é muito legal e eles fizeram um clip que mostra a realidade das queimadas nos canaviais que "emporcalham a cidade" e faz toda a população sofrer.
Eu adorei e estou divulgando aqui! Espero que gostem!


Beijos
Cintia
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Peixe-robô

Um brinquedinho legal...
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Peixe-robô engana peixes reais e lidera cardume
Pesquisadores ingleses criam Robofish que pode ajudar a entender comportamento de espécies.
Por: Nátaly Dauer em 05/07/2010
Blog: 50% Geek

Cientistas da Universidade de Leeds, na Inglaterra, desenvolveram um peixe-robô, o Robofish, controlado por computador, com objetivo de estudar a dinâmica de grupo de populações de peixes.

O Robofish é uma réplica de gesso, em tamanho real, do Gasterosteus aculeatus, e é controlada remotamente por computador, por meio de controles magnéticos sob o tanque de peixes.

Os cientistas conseguiram influenciar o comportamento de um cardume de 10 sticklebacks com o movimento do robô, fazendo com que os peixes o seguissem ou fizessem voltas repentinas. O site da BBC destaca que isso pode ser importante para entender padrões de migração da espécie

Robôs deste tipo já foram desenvolvidos para auxiliar em detecção de poluição, mas essa foi a primeira vez que foram feitos para interagir com peixes, afirmam os pesquisadores.

O site ScienceDaily conta que a pesquisa pode ser importante para estudos de dinâmica de populações e fornecer informações úteis para o gerenciamento de áreas costeiras, ajudando a prever possíveis impactos das atividades do homem no meio ambiente.

Selo verde para a Copa-2014

Mesmo estando em obras, o Maracanã já disputa seu primeiro título: o de certificação ambiental. Para atingir o objetivo, a Empresa de Obras Públicas do estado (Emop) terá de cumprir uma série de exigências durante a reforma do estádio, como o controle da poluição. Quando estiver tudo pronto — a Emop estima o fim das obras para dezembro de 2012 —, o Maracanã terá uma redução de 30% no consumo de energia elétrica. E de 50% no de água, graças aos sistemas de captação das chuvas e controle dos desperdícios.

E não é só o Maracanã que tá correndo atrás do prejuízo (ou do lucro, ne? Porque com o os investimentos verdes aumenta a economia como um todo). No quesito práticas sustentáveis, o Governo de Minas segue à risca as exigências, na busca pelo selo verde.

Obras no Maracanã
O estádio Mineirão é um dos poucos até agora a contratar um serviço de consultoria Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), habilitado a acompanhar obras para comprovar que são priorizadas práticas sustentáveis junto ao conselho do Green Building Council Institute (GBCI), organização com sede nos Estados Unidos que confere a certificação. Com a previsão de cumprimento rigoroso do cronograma, com a inauguração do Novo Mineirão em dezembro de 2012, possivelmente será o primeiro estádio certificado.


O Selo Verde surgiu a partir da crescente preocupação ambiental dos consumidores, principalmente do mercado europeu. No Brasil, o cuidado ambiental é uma exigência do BNDES, que deverá investir R$ 400 milhões na reconstrução dos estádios para a Copa de 2014. O banco determinou que todos os estádios da Copa do Mundo de 2014 tenham a certificação. Caso contrário, os repasses não serão feitos.

O Maracanã também deverá seguir o sistema Leed, do Green Building Council Brasil (GBC). Para Ícaro Moreno, presidente da Emop, isto significará um aumento dos custos em cerca de 20%, uma vez que a certificação exige mais cuidados e tecnologia.

A tendência é que todas as obras públicas passem a ter essa ação ambiental. No caso do Maracanã, as ações começaram desde a demolição e tudo foi reciclado.

Uma das mudanças nos estádios é captação de água da chuva pela cobertura que pode ser usada para irrigação do gramado e alimentação de banheiros, que contarão com torneiras inteligentes e descargas ecológicas, com duas opções de acionamento. O sistema de drenagem do campo também armazena água para novas regas. Outra mudança verde é o aquecimento solar para as duchas dos vestiários e utilização de lâmpadas econômicas.


Pesquisa: GR NewsMundo SebraeO Globo / Esportes.

Tem que ver isso aí...

Cinco Sampas num ano!
Este poderá ser o tamanho do desmate da Amazônia no período de agosto deste ano a julho de 2012, diz Imazon.
Em: 18/07/2011
Por: Terra da Gente (com info Globo Natureza)

Se o ritmo atual do desmate da Amazônia Legal não for brecado, a conta a pagar será a seguinte: o bioma pode perder 7.134 km² em vegetação no período entre agosto de 2011 e julho de 2012. Esta é a previsão da organização ambiental brasileira Imazon. Trocando em miúdos, a floresta perderia uma área equivalente a quase cinco vezes o tamanho da cidade de São Paulo ou seis vezes o tamanho da cidade do Rio de Janeiro.

Além disso, a destruição anual da floresta terá sido 10,5% maior se comparada à última medição feita pelo sistema Prodes, método empregado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para avaliar a derrubada da floresta em 12 meses, que registrou entre agosto de 2009 e julho de 2010 desmatamento de 6.451 km². Os dados são utilizados pelo governo federal como índice oficial de degradação da Amazônia Legal.

O levantamento do Imazon levou em consideração os dados registrados pela instituição, captados via satélite, e que são divulgados mensalmente. Estes números foram adicionados a um modelo estatístico criado em computador, que determinou a previsão. Ainda de acordo com o Imazon, o Estado do Pará é o que mais poderá concentrar locais com alto risco de desmatamento (72%), seguido do Mato Grosso (11%).

Segundo Márcio Sales, estatístico e pesquisador da organização ambiental, o foco deste modelo não era somente prever o aumento no corte de árvores (já registrado pelo governo federal no bimestre março-abril de 2011 e que resultou em providências urgentes para reduzir os índices de desmatamento).

“O modelo foi criado para analisar onde essa devastação vai acontecer, com um raio de alcance de 5 quilômetros. As chances de acerto são de 80%. Nossa intenção é criar um sistema de combate que faça o alerta antes do desmatamento acontecer”, afirmou Sales.

Entre as localidades que poderão concentrar as ocorrências mais graves de crime ambiental estão as estradas federais que cortam o bioma, como o rodovia BR-230 (Transamazônica), na região da Terra do Meio (PA) e ao longo da BR-163 (rodovia Cuiabá-Santarém). Outras regiões de concentração estão no Nordeste do Pará, nos municípios próximos a Paragominas, Sudeste e Sudoeste do Acre, Norte de Rondônia e no Noroeste e Centro do Mato Grosso.

“Não sabemos o real motivo do desmatamento, mas localidades do Pará como Pacajá, Altamira, São Félix do Xingu e Novo Repartimento poderão ser as grandes responsáveis pelo desmatamento”, afirmou Sales. Dados do levantamento do Imazon mostram que as quatro cidades juntas podem desmatar ao menos 684 km².

Reciclar metais é mais fácil

Bebidas: embalagem de lata é 'muito mais fácil' de reciclar
Em: 18 de Julho de 2011
Por: Diário Digital/Dinheiro

As latas usadas como embalagem para bebidas são “totalmente recicláveis”, num processo que necessita de menos energia que outros materiais, e podem ser utilizadas para fabricar vários produtos como uma peça de um carro ou uma janela.

O presidente da Associação de Latas de Bebidas, Santiago Millet, explicou hoje à agência Lusa que "é muito mais fácil reciclar latas do que vidro ou PET (plástico)", outras formas de acondicionar bebidas, além de "precisar de um consumo menor de energia".

Por outro lado, "o resíduo de metal tem sempre valor, pode ser sempre reciclado", disse, realçando a importância de reciclar e reutilizar, evitando recorrer a materiais virgens de modo a proteger os recursos naturais.

Atualmente, Portugal, tal como Espanha, já apresenta níveis de reciclagem de metal acima da meta apontada para 2012 pela União Europeia, de 65 por cento.

Do total de latas usadas na Península Ibérica, 75 por cento têm como destino a reciclagem e o seu material é reutilizado. "Na maior parte das vezes, sai mais barato o material reciclado, mas depende das condições do mercado", admitiu o presidente da associação.

Olha o "embalixo" aí gente!


Novidade sustentável Embalixo reciclado chega ao mercado
Em 19/07/2011
Por: Portal Fator Brasil

Ele é produzido a partir de sobras de plásticos, que posteriormente poderão ser reaproveitados em nova reciclagem. Produto está sendo lançado neste mês de julho pela, Embalixo, empresa que teve crescimento de 40% em relação ao ano anterior investindo de forma pioneira em produtos sustentáveis, como o saco para lixo feito à base de resina extraída do etanol da cana de açúcar.

Um saco para lixo 100% produzido com material reciclado. Esse é o novo produto que está sendo lançado pela Embalixo, empresa líder no Brasil e uma das maiores da América Latina, na fabricação de embalagens para descarte de lixo. A empresa tem grande fábrica estruturada em Campinas, interior de São Paulo.

O “Embalixo Reciclado”, chega às principais redes de supermercados de todo o país (Carrefour, Pão de Açúcar, Extra, Big, Mercadorama, Nacional e Casa Santa Luzia), com preço popular, comparável aos sacos para lixo convencionais.

O Embalixo é produzido a partir de sobras de plásticos,conhecidos como pré-consumo, e também de plásticos pós-consumo como sacolas plásticas, sacos de hortifrutis, filme stretch (muitos utilizados por indústrias para proteger cargas durante transportes) comprados de cooperativas que fazem a coleta seletiva da população e de empresas.

O lançamento do produto, segundo afirma o diretor da Embalixo Rafael Costa, irá ajudar a divulgar e esclarecer à população sobre a importância da reciclagem. A separação de materiais para coleta seletiva tem grande importância na geração de renda e inclusão social dos catadores.

“Milhares de pessoas vivem no Brasil como catadores de produtos para a reciclagem, porém, a reciclagem de plástico ainda é muito pequena, os consumidores precisam lembrar que é possível reciclar também outros artigos, além das embalagens pets”, ele comenta.

Atualmente os produtos sustentáveis são o carro-chefe da Embalixo. A empresa, sediada na cidade de Campinas, no interior de São Paulo, vem registrando crescimento (40% em relação a 2010) a cada ano e apesar de ter menos de dez anos de atividades já é líder no Brasil, no segmento do comércio de embalagens para descarte de lixo e uma das principais da América Latina.

Outro produto oferecido pela empresa é o Embalixo Sustentável, que foi lançado no início de 2011 e é feito de matéria-prima 100% renovável, a resina verde produzida a partir da extração do etanol da cana-de-açúcar. A partir de um acordo firmado com a Braskem, a Embalixo, assumiu a fabricação do primeiro saco para lixo renovável, com exclusividade, no território brasileiro. O“plástico verde” da Braskem está sendo produzido em escala comercial em fábrica recentemente instalada na cidade de Triunfo, no Rio Grande do Sul. A matéria-prima utiliza etanol de cana de açúcar para produzir eteno, a ser posteriormente transformado em polietileno, o tipo de plástico mais usado no mundo. O processo captura gases que provocam o efeito estufa, contribuindo para a preservação do meio ambiente, quando comparado com o processo tradicional de fabricação do polietileno. Desta forma, o Embalixo Sustentável é 100% renovável, pois não é feito do petróleo e sim à base da cana-de-açúcar.

O produto contribui para a redução global nas emissões de gases de efeito estufa,quando comparado com o processo tradicional de fabricação de plástico. Em seu processo de produção é capturado gás (CO2) entre outros "vilões", causadores do efeito estufa.

Outra embalagem que a linha oferece, é o Embalixo Pet, apresentado em tamanho único praticamente no tamanho das sacolas de supermercados, mas ele é feito de material mais resistente, feito de cana de açúcar, na cor verde, com aroma de pinho e com proteção antibacteriano e em formato de uma luva para facilitar a coleta das fezes do animal.

Veja mais informações no site da Embalixo.