Pra vcs!


E não se esqueçam de tornar a vida um pouco mais sustentável com as pequenas atitudes e escolhas do dia a dia. Respeite as pessoas, os animais, a natureza e, principalmente, a si mesmo!
Beijos e que continuemos juntos em pról do meio ambiente!

Google ajuda a entender impactos ambientais


Toda forma de produção de energia, mesmo que limpa, causa um impacto no meio ambiente, nas pessoas que vivem em seu entorno e na economia. Não é porque a geração a partir do sol, vento ou da água não emite gases do efeito estufa que ela está livre de causar efeitos negativos.
Pensando nisso, o Google se uniu às organizações "International Rivers" e "Friends of the Earth" para disseminar mais informações e estimular o debate sobre o assunto.
Uma matéria publicada no site da Superinteressante, explica que a iniciativa oferece simuladores que analisam como as barragens hidrelétricas transformam a lógica do clima, os ecossistemas dos rios e interferem na vida das pessoas – principalmente as que dependem diretamente dos rios para a sua sobrevivência. Tudo isso relacionado às previsões de mudanças climáticas.
Essas mudanças são um enorme desafio e não há soluções rápidas. É preciso pensar em adequações a longo prazo. É um erro sacrificar as artérias do planeta para salvar seus pulmões.
Selecionei esse video que mostra exatamente do que eles estam falando. Devido à construção em massa de barragens no mundo, os rios saudáveis estão se tornando uma espécie em extinção justo na hora em que mais precisamos deles. Cada uma das regiões visitadas tem boas alternativas para geração de eletricidade. O Brasil, por exemplo, pode produzir metade da energia que consome hoje, através de investimentos em energia solar, turbinas eólicas e na adaptação de barragens antigas.


[Clique em cc para legendas em português]


Essa é apenas uma visão do que se deve levar em conta quando se discute a instalação de novas hidrelétricas, principalmente porque não engloba uma comparação de impactos, custos e eficiência em relação a outras fontes de produção. Bom para se assistir em tempos de Belo Monte...



Fonte:
Superinteressante - Por: Marina Franco, em 09/12/11.
Google La Long Blog - Por: Zachary Hurwitz, International Rivers, em 28/11/11.

Bunker verde

Ideia interessante. Energia (limpa) solar nunca é demais.
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Alemanha reforma construção de guerra para gerar energia solar
Por: Lydia Cintra para Superinteressante/Ideias Verdes
Em: 01/12/11


Um antigo bunker construído em 1943 por Adolf Hitler na cidade de Hamburgo, na Alemanha, passará por um projeto de revitalização e, após mais de meio século, ganhará outro significado: gerar energia limpa para a comunidade local.

O abrigo de guerra tem 9 metros de altura e paredes e tetos feitos para resistirem a ataques, com espessuras entre 2 e 3,5 metros. Agora, serão instaladas placas solares e um sistema de geração de energia por biomassa.
No total, cerca de 3 mil casas serão beneficiadas. O Energiebunker, como é chamado, deve começar a funcionar em 2013 e terá espaços de convivência, como museu e café.

(Imagem: Divulgação/IBA)

BBB Polar


Um "reality show" em pról de espécies ameaçadas pelo aquecimento gloobal é a nova forma que um grupo de pessoas encontrou de chamar a atenção para a causa.
O site em questão, é bem interessante e tem todas as informações do projeto. vale o clique! Até mesmo porque, passar uns minutos vendo aqueles fofos brancos não faz mal a ninguém - muito pelo contrário, acho que até seria um certo antiestresse! Rsrsrs!
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Ativistas fazem reality-show com urso polar no Canadá
A Polar Bears International passou vários dias seguindo dia e noite cada movimento de um urso polar. O material está sendo colocado na internet no site polarbearcam.com
Em: 06/12/11
Via: UOL

Ottawa - Uma entidade de proteção de animais está filmando durante 24 horas por dia, um urso polar na Baía de Hudson, no Canadá, como se fosse uma espécie de Big Brother.

A Polar Bears International passou vários dias seguindo dia e noite cada movimento de um urso polar. O material está sendo colocado na internet no site polarbearcam.com.

O diretor de operações da entidade, BJ Kirschhoffer, conta que o objetivo é fornecer dados a escolas e a pessoas curiosas em geral. A atividade está sendo financiada com dinheiro da Fundação Annenberg, sediada em Los Angeles, que patrocina projetos educativos.

O projeto faz parte do plano Pérolas do Planeta. Vários animais em diversas partes do mundo estão sendo filmados. O objetivo é fazer com que a opinião pública se preocupe mais com os efeitos do aquecimento global.


Descarte correto em Manaus


Lixo eletrônico não é assim um lixo propriamente dito. Juntando um pedacinho desse com um componentezinho daquele, pode-se construir um novo e o mais importante disso tudo: pode-se, ainda, reduzir a emissão de poluentes tóxicos. 
Pensando assim, uma empresa de Manaus - grande centro brasleiro de manufatura de eletrônicos, com benefícios fiscais - criou uma campanha de coleta de lixo eletrônico de empresas e pessoas físicas.
Esse processo está crescendo pelo país e já existem empresas criadas para cuidar apenas da reciclagem de componentes eletrônicos.
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Campanha recolhe lixo eletrônico para reciclagem em Manaus
A campanha acontece durante esta semana e promete percorres as zonas de Manaus, das 8h às 18h, com coletores e pessoas que poderão orientar sobre o destino correto do lixo eletrônico
Em: 06/12/11
Por: Camila Pereira, para o site D24Amazônia

Manaus - Com o objetivo de reciclar o lixo com alto potencial de contaminação, obrigando fabricantes, distribuidores e vendedores a recolher produtos que estão em desuso, a Empresa Social Descarte Correto criou a campanha de mesmo nome, dando um destino social e sustentável para os lixos eletrônicos, objetivando a sensibilização de empresas, fabricantes e consumidores em Manaus.

Será recolhido todo equipamento tecnológico em funcionamento ou com defeito, obsoleto ou sem uso, como: computadores, notebooks, netbooks, celulares, HDs, placa mãe, placa de som e de video, fonte, mouse, teclado, switter, no-breaks, estabilizadores, central de telefone, PABX, monitores e outros similares.

Alguns produtos recolhidos devem passar por uma manufatura reversa, classificando o material para a proteção da marca e das informações das empresas contidas nos resíduos. Outros passarão por manutenção, aumentando a vida útil do produto.

"Assumimos essa parte da manutenção e os equipamentos que conseguimos recuperar, serão doados aos Centros de Inclusão Digital (CDI Amazônia) que já capacitou mais de 15 mil pessoas. E também para escolas em Maués, Parintins, Careiro da Várzea e Rio Preto da Eva", explicou o idealizador e coordenador do projeto Alessandro Dinelly.

Mais tarde, haverão pontos de coleta no Senac, Amazon Print e  CDIs.

Veja o video:

Avatar na causa ambiental


Já comentei por aqui há um tempo atrás sobre o filme Avatar, do quanto eu adorei o filme e a mensagem ambiental que é passada na história dos Naavi defendendo sua terra que está prestes a ser destruída pelas mãos humanas. Agora, vem por aí uma sequencia que promete beneficiar o meio-ambiente, pois James Cameron (o diretor das grandes cifras do cinema como Titanic, Exterminador do Furuto 2 e Avatar; ganhador de 2 Oscars, incluindo Melhor Diretor e Melhor Filme para Titanic), promete doar parte das lucros com a bilheteria para instituições enjagadas na causa ambiental.
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Sequências de Avatar vão beneficiar o meio-ambiente
Em: 04/02/11
Por: Maria Luiza Baldez, para o site Construção & Reforma.


O fantástico mundo de Pandora pode ser imaginário, mas vai ser de grande ajuda para a conservação da natureza daqui da Terra. O diretor James Cameron anunciou que está confirmada a trilogia do filme “Avatar” – e com uma missão “verde”. Segundo o site da revista Entertainment Weekly, as duas sequências vão beneficiar, diretamente, instituições de caridades com preocupações ambientais.

“A Fox e eu estamos trabalhando em parceria para doar uma parcela dos lucros para causas ambientais, um assunto que está no coração do mundo de ‘Avatar’”, conta o diretor em entrevista ao EW. “Eu não queria fazer uma sequência sem um grande plano por trás”.

Considerando que “Avatar” tem a maior bilheteria da história do cinema, ultrapassando até “Titanic”, as doações vão ser de grande importância para o desenvolvimento de projetos das instituições. O segundo filme vai ser lançado em 2014 e o último, em 2015.




Triste retrato da fauna mundial



Com a redução das florestas e o tráfico de animais silvestres, muitas espécies de animais estão entrando em extinção. Governos de diversos países e sociedades protetoras de animais tem investido recursos para evitar tal violência contra os animais. Mas nem sempre obtém sucesso em suas ações.

Muitas pesquisas apontam que milhares de espécies animais foram extintas nos últimos cem anos e muitas destas espécies jamais serão conhecidas pelas gerações futuras. Sabemos que muitas delas poderiam revelar ao homem informações importantes sobre o meio ambiente e até mesmo a cura para determinados tipos de doenças.

Os cientistas não conseguem calcular com exatidão o número de espécie de seres vivos que habitam o nosso planeta, pois a diversidade biológica é muito grande. No entanto, estima-se que existam em torno de 10 a 15 milhões de espécies da fauna, flora e microorganismos.

O relatório Planeta Vivo, elaborado pela WWF (Fundo Mundial para a Natureza), aponta uma queda significativa na quantidade de espécies entre 1970 a 1995. Este estudo monitorou diversas espécies e chegou à triste conclusão de que 35% dos animais de água doce e 44% de animais marinhos foram extintos neste período.

Em outro relatório, a União para a Conservação da Natureza (UICN) mostrou que um quarto das espécies conhecidas pelo homem estão ameaçadas de extinção. Entre estes animais destacam-se: o panda gigante da China, o elefante africano, o cervo-da-tailândia, o cavalo selvagem da Europa Central, o bisão da França, a baleia-azul, o leopardo, o lobo-vermelho, o orangotango, entre outros. Entre as espécies vegetais, podem desaparecer do planeta as orquídeas de Chiapas, no México, e as bromélias da América e da África.

No Brasil a situação não é diferente. O tráfico de animais silvestres, as queimadas e as agressões aos ecossistemas colocam vários animais brasileiros na triste lista dos animais em extinção, como a ararinha, arara-azul, cachorro-vinagre, cervo-do-Pantanal, jaguatirica, lobo-guará, mono-carvoeiro, mico-leão-dourado, onça-pintada, tamanduá-bandeira, tatú-canastra, veado-campeiro, entre tantos outros.

Fonte: Sua Pesquisa

Reciclagem de óleo



Não é mais preciso jogar o óleo usado na cozinha pelo ralo da pia. Todo mundo já sabe disso, mas muita gente ainda não entende a importância de reciclar o óleo e, em nome da comodidade, ainda despejam o produto ralo abaixo. Um litro de óleo contamina 20 litros de água na natureza. Agora calcule isso pensando em um condomínio, em uma comunidade...
Muitas cidades já possuem pontos de coleta de óleo usado para reciclagem. Procure em sua cidade e comece a mudar seus hábitos!
Cintia
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Reciclagem de óleo ajuda encanamentos
Em: 23/11/2011
Por: Circuito Mato Grosso

Sabe aquele óleo de cozinha que você não sabe o que fazer depois de utilizar? Na maioria das vezes, esse óleo é jogado na pia, no ralo ou mesmo no lixo comum. Essa é uma forma inadequada de descarte, pois causa danos irreversíveis ao meio ambiente, bem como entupimento de canos e gera uma enorme dor de cabeça para os moradores do apartamento.

Muita gente não sabe, mas o óleo de cozinha pode ser reciclado e assim, receber um destino correto. Se reaproveitado, ele se transforma em matéria prima para a confecção de vários produtos como resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais e biodiesel.

Em Cuiabá, um exemplo bem sucedido de reciclagem é o “Projeto Óleo Limpo Plaenge”, realizado pela Plaenge em parceria com a Maxivinil. Cada morador recebe um kit contendo dois coletores individuais de um litro e uma cartilha de recomendações. Quando os recipientes estiverem completamente cheios, os moradores levam até o coletor principal, que está situado no subsolo do condomínio.

Assim que esses grandes coletores encherem, um funcionário da Maxivinil faz o transporte para a sede da empresa. A coleta é realizada mensalmente ou de acordo com a solicitação do condomínio de quando a bomba estiver cheia.


Segundo o diretor regional da Plaenge, Rogério Fabian, o projeto foi lançado em maio no empreendimento condomínio Anita Malfati. “Fizemos um período de experiência no Anita Malfati e estamos expandindo o projeto em novembro para o empreendimento condomínio Duets”, afirma.

A boa repercussão do projeto chamou a atenção da síndica do Duets, Gicelda Fernandes. Segundo ela, os condôminos já havia algum tempo gostariam de realizar a reciclagem do óleo, e assim que ficaram sabendo do projeto aderiram à idéia. “Além de demonstrar a responsabilidade ambiental, traz um grande benefício para o condomínio, pois ajuda na preservação do nosso patrimônio. Todos sabem que se o óleo é jogado no ralo contribui diretamente para o entupimento dos canos”, observa.

Para a condômina do Anita Malfati, Ingeburg Schutv de Jesus Bagolin, foi maravilhosa a ideia, um exemplo de responsabilidade ambiental, não só na teoria como na prática. “Além de incentivar os moradores a não descartar o óleo de forma incorreta, ainda permite que o condomínio troque o que seria lixo por tinta”, ressalta.

Mesmo antes do projeto, Ingeburg já separava o óleo em um recipiente e entregava separado para o lixeiro. “Antes eu já fazia essa seleção, porém eu não sabia se ele era descartado corretamente, agora eu tenho a certeza que sim”, relembra.

O diretor da Plaenge ainda salienta que além de trazer benefícios ao meio ambiente, o projeto faz com que o óleo coletado seja reaproveitado e usado de uma forma alinhada aos negócios da Plaenge. “Após esse processo de recolhimento a Maxivinil irá transformar o óleo em resina, que serve de matéria prima para a confecção de produtos utilizados na construção, incluindo a tinta. Criamos assim um ciclo, que preserva o patrimônio do nosso cliente e a natureza”, relata Rogério Fabian.

Código Florestal

Senador Jorge Viana lê último relatório do Código Florestal no Senado e afirma que as florestas existentes no território nacional são bens de interesse comum a todos.


Acompanhe a reunião:



Via: GreenpeaceBr - no twitter em 21/11/11.


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Atualizando:


Senador Jorge Viana e deputado Aldo Rebelo, relatores do código florestal. Novo texto, com mudanças no projeto, foi apresentado nesta semana. Para ambientalistas, mudanças são insuficientes. Para ruralistas, o projeto é um “retrocesso”.



Novo texto do código florestal desagrada a ambientalistas e ruralistas
Em: 22/11/11
Revista Época


Quem acompanha o debate do código florestal no Congresso já se acostumou: a cada etapa que o projeto passa, novas mudanças são feitas no texto, que recebe novas críticas. Nesta semana, um novo texto do código florestal foi colocado na mesa, desta vez do senador Jorge Viana (PT-AC), relator do projeto na Comissão de Meio Ambiente do Senado. A expectativa dos ambientalistas era que o senador melhorasse o texto, já que ele tem uma história de políticas para florestas no Acre, e a dos ruralistas era que ele mantivesse o texto, já que é um senador da base do governo.


Jorge Viana mudou o texto. E conseguiu não agradar ninguém.


Os ambientalistas viram alguns avanços no novo projeto. Roberto Smeraldi, da ONG Amigos da Terra, divulgou uma nota dizendo que algumas propostas são inovadoras e inteligentes, como “a criação de um programa inédito de incentivos econômicos, que ao mesmo tempo premia quem conservou suas florestas e também estimula os demais a recuperar os passivos com mais celeridade em relação à própria obrigação legal”. Porém, segundo Smeraldi, o texto mantém “equívocos básicos” que podem inviabilizar a implementação do código. Ele está se referindo à recuperação das Áreas de Preservação Permanentes (APPs), um dos pontos que mais irritam os ambientalistas.


Outras ONGs, como o WWF e o Greenpeace, seguem a mesma linha, e foram ainda mais incisivos: o texto tem mudanças positivas, mas isso não reverte o que eles consideram como problemas centrais. Segundo o WWF, a maior parte das APPs que foram desmatadas não precisarão ser recuperadas, e muitas poderão recuperar apenas metade do tamanho total da área (15 metros), enquanto aqueles que não desmataram precisam preservar 30 metros. “Trata-se não apenas de um prêmio à ilegalidade, como uma grave ameaça à qualidade de nossos rios”, afirma a ONG. O texto mantém o artigo que permite que produtores que desmataram até 2008 não precisem pagar ou recompor o desmatamento, o que os ambientalistas chamam de “anistia” – um dos pontos mais criticados.


O Greenpeace, em nota no seu site, falou em “Alegria ruralista“. Eles não poderiam estar mais errados. Os chamados ruralistas, liderados pela senadora Kátia Abreu (PSD-TO), reagiram mal ao novo texto. A senadora, que também é presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), disse no Congresso que estava “decepcionada” com o relatório, e prometeu acionar a bancada ruralista na Câmara para obstruir a votação do texto caso ele não seja modificado – como os senadores fizeram mudanças no relatório, o código precisa voltar para a Câmara, casa em que os ruralistas são mais influentes.


O texto de Jorge Viana delimitou a produção agrícola nas encostas de morros e nas margens de rios, dificultando a produção nessas áreas, que pela lei atual seriam APPs, mas estavam liberadas em relatórios anteriores. Segundo ruralistas, essas medidas inviabilizam a atividade econômica de diversos produtores agrícolas. Outro ponto que irritou os ruralistas diz respeito às multas: no novo texto, os pequenos produtores serão ressarcidos das multas ambientais. As multas dos produtores de médio porte serão analisadas caso a caso, e os grandes produtores não terão retorno de multas.”Quer dizer que vai multar só porque é grande? Isso é preconceito ideológico”, disse Kátia Abreu.


A votação na Comissão de Meio Ambiente está prevista para esta quarta-feira (23), e depois irá a plenário no Senado, antes de voltar à Câmara. Se a expectativa anterior é de que o projeto seria aprovado com facilidade, o novo impasse pode adiar a votação no Senado para 2012.


Foto: José Cruz/ABr
Por: Bruno Calixto

Projeto Beira Rio: uma avaliação pós-ocupação

Onde estará o rio que corre pela aldeia?
"Os rios, enquanto paisagem, nos povoam, nos olham, nos fixam." - Drumond
"Olho d'água de água doce que mistura o meu olhar no vento...
Muito intenso, me domina... Me dissolve, me inicia." - Ana Terra
"O rio não quer chegar, mas ficar largo e profundo..." - Guimarães Rosa

"Há um retrato de água e de quebranto Que do fundo rompeu desta memória, E tudo
quanto é rio abre no canto Que conta do retrato a velha história." - José Saramago


Essa série de imagens sobre o Rio Paraíba do Sul convida você, para o Seminário de Extensão Comunitária que acontecerá no dia 21 de novembro, às 19:00 horas no auditório do curso de Arquitetura e Urbanismo do UGB, no Aterrado, em Volta Redonda.
O Seminário de Extensão, preparado pelos alunos do 5º ano de Arquitetura e Urbanismo, sob a orientação da Professora Andrea Auad, vai discutir as potencialidades deste Patrimônio Cultural para a cidade de Volta Redonda, através de uma análise pós-ocupação da recente intervenção urbanística na Avenida Beira Rio.
A preservação deste rio e do capital social, ambiental e urbanístico arregimentado por ele é o foco principal. Participe!



Fotos: Andrea Auad

Belo Monte - bem explicadinho...

Muito bacana a iniciativa de criar esse video levantando mais uma vez a questão da Usina de Belo Monte, que está martelando na cabeça de muita gente desde o ano passado. Muito tem se dito, muito tem se falado e desfalado. Muitos contra outros tantos a favor.
E você? Já formou sua opinião?
Assista o video e,  se vc concordar com ele, dá um clique lá!


Rio Paraíba do Sul

Onde estará o rio que corre pela aldeia?
"Os rios, enquanto paisagem, nos povoam, nos olham, nos fixam." - Drumond
"Olho d'água de água doce que mistura o meu olhar no vento...
Muito intenso, me domina... Me dissolve, me inicia." - Ana Terra
"O rio não quer chegar, mas ficar largo e profundo..." - Guimarães Rosa

"Há um retrato de água e de quebranto Que do fundo rompeu desta memória, E tudo
quanto é rio abre no canto Que conta do retrato a velha história." - José Saramago


Essa série de imagens sobre o Rio Paraíba do Sul convida você, para o Seminário de Extensão Comunitária que acontecerá no dia 21 de novembro, às 19:00 horas no auditório do curso de Arquitetura e Urbanismo do UGB, no Aterrado, em Volta Redonda.
O Seminário de Extensão, preparado pelos alunos do 5º ano de Arquitetura e Urbanismo, sob a orientação da Professora Andrea Auad, vai discutir as potencialidades deste Patrimônio Cultural para a cidade de Volta Redonda, através de uma análise pós-ocupação da recente intervenção urbanística na Avenida Beira Rio.
A preservação deste rio e do capital social, ambiental e urbanístico arregimentado por ele é o foco principal. Participe!


Fotos: Andrea Auad

Os rumos do aquecimento


É exatamente isso. Duas pesquisas recentes batem novamente na tecla do Aquecimento Global como uma realidade dos dias atuais, porém mostram também as incertezas do fenômeno.

Uma delas foi coordenada pelo físico Richard Muller, Universidade da Califórnia em Berkeley, a qual foi divulgada numa conferência nos EUA e aguarda para ser publicada. Entretanto, já está causando um certo reboliço, pois Muller era um cético do clima, acreditava que os estudos divulgados não eram confiáveis. Assim, decidiu ele mesmo fazer organizar um estudo e colocar à prova o consenso climático. A pesquisa recebeu parte de seu financiamento da fundação Charles Koch, que é ligada à indústria do petróleo e responsável por bancar outros céticos climáticos e políticos conservadores nos EUA.

Num artigo do Wall Street Journal (um dos poucos jornais que ainda cedem espaço à céticos climáticos), Muller explica o motivo de suas dúvidas e diz que o principal problema está nas estações meteorológicas, responsáveis pela captação de informações e dados de temperaturas. Segundo os dados obtidos por essas estações, o IPCC, painel do clima da ONU, estima que a temperatura média da Terra subiu 0,64 grau Celsius nos últimos 50 anos. Mas Muller descreve um problema: 70% dessas estações nos EUA possuem uma margem de erro superior a essa variação. Além disso, grande parte das medições de temperatura é feita em áreas urbanas, que ficaram mais quentes com asfalto, calçadas e concentração de prédios.

Pensando assim, Muller e sua equipe usaram uma série de controles experimentais para compor essas novas informações, utilizando uma massa maior de registros do que as tradicionais. Isso resultou no fato que que das quase 40 mil estações medidoras, apenas 2/3 mostraram sinais de aquecimento.

A equipe trabalhou ainda com dados de satélites, que levantavam as tendências de temperatura nas regiões rurais e não houve diferença em relação às urbanas.

E a magnitude do aquecimento é comparável tanto nas estações de boa qualidade quanto nas que trazem dados mais incertos. "Embora as estações de baixa qualidade tragam temperaturas incorretas, elas ainda assim seguem as mudanças de temperatura", afirma.

Porém, Miller e seus colegas não investigaram as causas do aquecimento nem o que pode acontecer daqui pra frente.


Fonte: Folha.com / Ambiente
Foto: Folhapress
Por: Reinaldo José Lopes - editor de Ciência e Saúde
Em: 07/11/11


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Como viver sem plástico?


Muito legal essa matéria que saiu no site Ciclo Vivo falando sobre a dificuldade da gente se livrar do plástico em nossa rotina diária. É difícil, mas também não é impossível! O que realmente importa é saber o que fazer com o plástico depois do uso. Um descarte correto evita muitos danos à natureza, pois o plástico é reciclável.
Vale a pena a leitura!
Cintia
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Saiba como ter uma vida livre de plástico
Em: 04/11/11
Redação Ciclo Vivo - Com informações do Care2
Foto: Corbis


Eliminar completamente todo o plástico de sua vida é impossível. No entanto, é possível reduzir drasticamente o uso desse elemento das atividades do cotidiano.

Esta tarefa pode facilmente deixá-lo sobrecarregado. Então, uma boa ideia é começar por um item de cada vez; por exemplo, um que represente a maior entrada de plástico em sua vida, e trabalhe sobre ele. Uma vez que você estabeleceu um hábito sem o plástico, você pode passar para o próximo de sua lista. Aqui estão alguns bons pontos de partida:

Concentre-se nos alimentos. Separe, em um cesto, todas as embalagens dos alimentos por uma semana, você verá que o principal material recolhido serão os resíduos plásticos. Além do grande volume que consumimos todos os dias, existem outras razões para começar a concentrar seus esforços aqui. Os alimentos relacionados com o plástico possuem produtos químicos nas embalagens e contaminam as coisas que comemos e bebemos, portanto, têm o maior impacto potencial sobre a saúde imediata.

• Além de evitar excesso de alimentos embalados no supermercado, troque o plástico para estocagem de alimentos por recipientes e utensílios de cozinha como vidro, cerâmica, madeira ou outros materiais. E nunca aqueça alimentos em qualquer tipo de plástico.

• Caso esqueça a sacola reutilizável em casa, leve seus artigos à mão ou em um carrinho de compras até seu carro. Após ter feito isso algumas vezes, provavelmente não as esquecerá de novo. No mínimo, use o menor número de sacolas de compras possível (e não use em itens que já vêm em sacos, como laranjas e batatas).

• Alguns plásticos, como o canudinho, por exemplo, são desnecessários.

• Reuse, recicle e reinvente. Encontre novos usos para o plástico, se você puder, ou leve para reciclagem. Recicle seus eletrônicos quando for a hora de descartá-los. Se não encontrar um local para descarte deste material, procure uma organização sem fins lucrativos para fazer a doação.

• Quando for comprar algum item, procure produtos embalados em plástico reciclado se não houver uma alternativa sem plástico.


Concentre-se na razão pela qual a alternativa que substitui o plástico é melhor, e não nos motivos que tornam este material “ruim”. 
Deixe que as tuas ações, ao invés de suas palavras, sejam o argumento mais forte. Toda vez que você diz a um caixa de supermercado que você não precisa de uma sacola, e sair levando suas compras nas mãos, você estará plantando uma ideia na cabeça de todos ao seu redor.



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Protegendo a pele do planeta


E quando acaba seu proteror solar? O que acontece com a embalagem? Milhares de frasquinhos desse tipo são descartadas a cada verão. Pensando nisso, e preocupados com o ambiente, a Coppertone e a TerraCycle resolveram mudar o destino dessas embalagens. 
E nesse verão, vc também pode participar da campanha. Junte amigos e familiares e envie suas embalagens vazias para a TerraCycle! O envio pelos Correios será de graça.
Cintia
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Coppertone e TerraCycle dão destino sustentável às embalagens de protetor solar
Embalagens descartadas se transformarão em matéria-prima novamente, substituindo material virgem e evitando que mais recursos naturais sejam extraídos
Em: 03/11/11
Exame / Reciclagem


São Paulo -  Coppertone lança, em parceria com a TerraCycle, um programa de coleta que permitirá a transformação de embalagens de protetores solares descartadas em matéria-prima novamente, substituindo material virgem e evitando que mais recursos naturais sejam extraídos.

A nova “Brigada Protetores do Planeta” incentiva a coleta de embalagens de protetores solares pós-consumo, independente do tamanho e da marca. Cumprindo a primeira fase da Política Nacional de Resíduos sólidos, a empresa oferece aos seus consumidores uma opção de descarte correto para as embalagens de seus produtos. O mote do programa é: "Ajude a proteger a pele do planeta".

As embalagens recebidas serão transformadas em produtos reciclados - baldes, displays, brindes e outros produtos plásticos - e upcycled, como bolsas, estojos e sacolas de compras. Dessa maneira, os materiais que acabariam em lixões e aterros sanitários retornam ao ciclo produtivo. “Neste verão 2011/2012, a empresa investe nesta parceria para mostrar que toda embalagem de protetor solar tem agora uma escolha verde e sustentável”, diz Carolina Lapetina, gerente de marketing da marca.

Além de ajudar o planeta, coletar as embalagens de protetores solares também gera renda para uma instituição sem fins lucraticravos. Os consumidores poderão enviar suas embalagens pelos Correios ou descartá-las em um dos pontos de coleta que estarão distribuídos em locais diversos e automaticamente doarão R$ 0,02 por cada embalagem recolhida para a instituição escolhida pela Coppertone, de sólido trabalho de responsabilidade social.

Para participar, basta se cadastrar na “Brigada Protetores do Planeta” no site da TerraCycle, e preencher um breve formulário – os times de coleta podem ser formado por amigos, família, companheiros de trabalho etc. Depois, as embalagens devem ser enviadas pelos Correios para a TerraCycle, gratuitamente.

“Acreditamos no projeto da Brigada Protetores do Planeta e temos certeza que os consumidores participarão ativamente da mesma, já que eles terão duas formas de participação, guardar as embalagens coletadas ou levá-las ao ponto de coleta, facilitando ainda mais a coleta.” diz Bruno Massote, presidente da TerraCycle Brasil.


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Lixo eletrônico dá dinheiro!


Imagine quantas pessoas jogam fora diariamente equipamentos eletrôncos que não funcionam mais? Vc manda consertar, mas não não teve jeito, ou às vezes um novo fica mais em conta do que o conserto. Não há mais nada o que fazer... Então, vai pro lixo. Muitos componentes quando não são devidamente descartados podem poluir o meio onde estão, liberado substâncias químicas.
Porém, muitas pessoas reaproveitam alguns componentezinhos que ainda funcionam e reaproveitam também algumas partes físicas. E muita gente tá ganhando dinheiro com isso...
Cintia
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Empresário ganha dinheiro com lixo eletrônico
O analista de informática João Batista apostou em uma idéia inovadora e montou uma empresa de reciclagem de material eletrônico
Em: 04/11/11
Exame / Negócios

Brasília - A logística reversa consiste em extrair de bens já utilizados insumos para a produção de novos produtos. Essa é a técnica adotada pelo analista de informática João Batista de Barros, 53 anos, para reciclar material eletrônico. O empresário criou a empresa DIOXL em 2009 e contou com a ajuda do Sebrae no DF para colocar a ideia em prática. Em menos de três anos de existência, o negócio já começa a se expandir.

A empresa que, no início, reciclava apenas as partes de ferro e plástico, já começa a dedicar-se a placas de memória e processadores. “Vamos dar início à nova fase em janeiro. Já temos 12 toneladas de material estocado. O ideal é processar oito toneladas por mês”, explica João.

Por meio da logística reversa, a DIOXL extrai, além do plástico e do ferro, substâncias poluentes como manganês, zinco e cloreto de amônia de equipamentos obsoletos. Essas substâncias podem ser utilizadas na produção de outros produtos. “São materiais muitos pesados que, se não tiverem à destinação adequada, contaminam o meio ambiente, principalmente o lençol freático”, alerta o empreendedor.

João teve a ideia de abrir a empresa após assistir uma palestra sobre os problemas ambientais provocados pelo lixo eletrônico quando terminou o curso de tecnólogo em redes. “A minha monografia foi focada no tratamento de resíduos eletrônicos pelo processo de reverter a matéria prima de um equipamento usado em insumo para outra máquina”, reitera.

Fotos: Corbis
O trabalho passou pela banca do curso, mas João não se deu por satisfeito. Apresentou a ideia ao Sebrae no DF que avaliou a possibilidade de execução do projeto. Depois, recorreu de novo à instituição para elaborar o plano de negócios da empresa. O Sebrae ajudou a fazer o registro da empresa e incentivou a alugar um espaço físico para a empresa que, antes, funcionava virtualmente e em salas compartilhadas. Hoje, a DIOXL realiza a reciclagem dos produtos em um galpão alugado em Ceilândia.

“No começo foi tudo muito difícil. Não tínhamos recursos financeiros e nem parâmetros para estruturar a empresa e dar início às atividades de reciclagem. Graças ao apoio do Sebrae conseguimos levar a ideia inovadora adiante”, conta. Atualmente, a empresa tem parcerias com cooperativas de material reciclado e conta com a ajuda de professores das universidades de Brasília e federal do Rio Grande do Sul para dar início à reciclagem de circuitos internos de eletrônicos.


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White Coke


Adorei! Boas iniciativas em prol do meio-ambiente.
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A Coca-Cola substituirá suas latinhas vermelhas por brancas nos Estados Unidos e Canadá de novembro a fevereiro de 2012, em prol da campanha Arctic Home, em proteção aos ursos polares, mascote da marca desde 1922.

Serão mais de 1,4 bilhões de latas com o novo design e cada uma virá com um código que possibilita o consumidor a doar US$1 à WWF.

Outras bebidas da marca, como a Coca Zero, Sprite e Nestea, terão as tampinhas na cor branca no período.


Via: Follow the Colours

Danoninho na causa ambiental


Consciência ambiental pros pequenos também!!!
Iniciativa da Danone incentiva e informa as crianças sobre animais em extinção.
Cintia
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Danoninho lança álbum virtual para falar sobre animais em extinção
Álbum do Dino contará com figurinhas de animais ameaçados de extinção, além de apresentar curiosidades sobre os animais e informações sobre seus habitats
Em: 29/10/2011
Portal Fator Brasil

Danoninho, através do Danoninho 360g morango, a versão do tradicional petit suisse da Danone que alia diversão e nutrição, traz para os pequenos fãs da marca mais uma maneira de se manterem atentos à preservação da fauna e flora brasileira, o Álbum do Dino. Desenvolvido em parceria com o Instituto de Pesquisas Ecológicas – IPÊ, O material é composto por 22 figurinhas de animais em extinção, divididos entre cinco conjuntos de diferentes ecossistemas característicos do Brasil: Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pantanal e Amazônia.


Para participar a criança deve acessar o site www.danoninho.com.br/album e se cadastrar na Dinocity. Depois, a criança deve inserir um dos códigos de acesso, que são encontrados embaixo de cada alumínio dos oito potinhos de Danoninho 360g, sinalizadas com uma embalagem especial da promoção. Cada código será convertido, automaticamente, em uma figurinha de um animal ameaçado de extinção.

“A Danone está comprometida em tornar seu negócio cada vez mais ambientalmente sustentável e isso reflete diretamente em suas práticas e no desenvolvimento de novas iniciativas. Além de estar integrado à missão de sustentabilidade da Danone, o Álbum do Dino é mais uma forma lúdica de levar informação às crianças”, explica Mariana Rodrigues, Gerente de Marketing da Danone.

Ao todo são 22 figurinhas de animais ameaçados de extinção, sendo cinco delas figurinhas especiais dos animais mais ameaçados, que podem ser encontradas da mesma forma que as outras. O Álbum do Dino também apresenta informações sobre os habitats e curiosidades sobre os animais. Todas as informações disponíveis no álbum terão o respaldo do Instituto de Pesquisas Ecológicas – IPÊ.


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Reciclagem profissional


A profissionalização é sempre o melhor caminho para se chegar ao ideal, mesmo em se tratando de meio ambiente. Porque não capacitar profissionalmente pessoas envolvidas na área da reciclagem? Já que esse é um filão que vem crescendo gradativamente.
Uma boa iniciativa acontece no estado do Pará, onde a capacidade empreendedora está sendo incentivada cada vez mais.
Cintia

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Reciclagem busca profissionalização
Em: 31/10/11
Diário do Pará

Profissionalização e estímulo à capacidade empreendedora nos negócios relacionados à reciclagem. Essa é a proposta do projeto de pesquisa e extensão intitulado “Inovação Tecnológica e Gestão Coorporativa Sustentáveis e Participativas para a Inclusão Produtiva e Social de Catadores de Materiais Recicláveis na Região Metropolitana de Belém”.

Elaborado no Centro de Ciências Naturais e Tecnologia (CCNT) da Universidade do Estado do Pará (Uepa), o trabalho foi recentemente aprovado, em primeiro lugar no Brasil, entre as 26 propostas escolhidas na seleção de projetos no Programa de Apoio à Pesquisa, Inovação e Extensão Tecnológica para o Desenvolvimento Social, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Com o projeto, a partir de fevereiro do ano que vem, mais de 60 pessoas, entre integrantes da Cooperativa de Trabalho dos Profissionais do Aurá (COOTPA) e da Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis da Pedreira (COOCAPE) serão capacitados nas áreas de informática e educação ambiental e receberão maquinário, entre triciclos motorizados, empilhadeiras e prensas, além de botas, luvas e outros equipamentos de proteção, para aumentar sua capacidade de recolher resíduos, organizar a produção e agregar valor ao produto coletado na hora da venda.

Numa era em que sustentabilidade também é uma questão de negócio, inclusive para as metrópoles do Brasil, que até 2014 terão que se adequar à coleta seletiva, o projeto vai preparar os catadores de resíduo para serem agentes nesse processo. “A gente espera que com esse projeto eles possam se qualificar e ser incluídos na economia formal. Queremos ajudá-los a crescer como empreendedores. Esse é um grande fator de inclusão. É a capacitação pelo trabalho”, afirma o coordenador do projeto, José Otávio Pires. Também participam da equipe os professores do CCNT Hélio Ferreira Filho e Norma Beltrão.

José Otávio reafirma que, de acordo com a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, as cooperativas têm preferência nas licitações, mas, para isso, devem estar qualificadas e não só fazer a coleta, mas de maneira adequada. “Na China, as cooperativas de catadores faturam 1 milhão de dólares por ano. Não tem porque as nossas cooperativas não serem qualificadas”, avalia. “A cooperativa é uma empresa e vamos fazer um treinamento empresarial para o catador ser elemento ativo e fundamental nesse processo”, completa o coordenador.

O projeto vai melhorar a qualidade da coleta e a possibilidade de aumentar a remuneração do grupo, que em 11 anos de trabalho é a primeira vez que recebem uma proposta concreta de melhoria. A chegada dos equipamentos e de ações educacionais também melhora as condições de vida dos associados. Além dos catadores de resíduos, o projeto também abrange aulas de informática e de educação ambiental, ministradas por alunos e professores da Uepa, para doadores de material reciclável. A iniciativa inclui ainda treinamento de gestão de um sistema de rotas de coleta que envolva menor custo e maior retorno financeiro.


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Primavera Verde

Convido o pessoal de Volta Redonda e arredores para participar amanhã, lá no campus da UFF, no Aterrado, do debate sobre o Novo Código Florestal e a Transposição do Rio Paraíba do Sul.
Vai acontecer em Volta Redonda/RJ, no dia 27 de outubro (amanhã!!!), a partir das 18h. Venha participar, contamos com vc!


Via: @infoambiental @vilarinhos @raquelalmeida


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