Projeto Beira Rio: uma avaliação pós-ocupação

Onde estará o rio que corre pela aldeia?
"Os rios, enquanto paisagem, nos povoam, nos olham, nos fixam." - Drumond
"Olho d'água de água doce que mistura o meu olhar no vento...
Muito intenso, me domina... Me dissolve, me inicia." - Ana Terra
"O rio não quer chegar, mas ficar largo e profundo..." - Guimarães Rosa

"Há um retrato de água e de quebranto Que do fundo rompeu desta memória, E tudo
quanto é rio abre no canto Que conta do retrato a velha história." - José Saramago


Essa série de imagens sobre o Rio Paraíba do Sul convida você, para o Seminário de Extensão Comunitária que acontecerá no dia 21 de novembro, às 19:00 horas no auditório do curso de Arquitetura e Urbanismo do UGB, no Aterrado, em Volta Redonda.
O Seminário de Extensão, preparado pelos alunos do 5º ano de Arquitetura e Urbanismo, sob a orientação da Professora Andrea Auad, vai discutir as potencialidades deste Patrimônio Cultural para a cidade de Volta Redonda, através de uma análise pós-ocupação da recente intervenção urbanística na Avenida Beira Rio.
A preservação deste rio e do capital social, ambiental e urbanístico arregimentado por ele é o foco principal. Participe!



Fotos: Andrea Auad

Belo Monte - bem explicadinho...

Muito bacana a iniciativa de criar esse video levantando mais uma vez a questão da Usina de Belo Monte, que está martelando na cabeça de muita gente desde o ano passado. Muito tem se dito, muito tem se falado e desfalado. Muitos contra outros tantos a favor.
E você? Já formou sua opinião?
Assista o video e,  se vc concordar com ele, dá um clique lá!


Rio Paraíba do Sul

Onde estará o rio que corre pela aldeia?
"Os rios, enquanto paisagem, nos povoam, nos olham, nos fixam." - Drumond
"Olho d'água de água doce que mistura o meu olhar no vento...
Muito intenso, me domina... Me dissolve, me inicia." - Ana Terra
"O rio não quer chegar, mas ficar largo e profundo..." - Guimarães Rosa

"Há um retrato de água e de quebranto Que do fundo rompeu desta memória, E tudo
quanto é rio abre no canto Que conta do retrato a velha história." - José Saramago


Essa série de imagens sobre o Rio Paraíba do Sul convida você, para o Seminário de Extensão Comunitária que acontecerá no dia 21 de novembro, às 19:00 horas no auditório do curso de Arquitetura e Urbanismo do UGB, no Aterrado, em Volta Redonda.
O Seminário de Extensão, preparado pelos alunos do 5º ano de Arquitetura e Urbanismo, sob a orientação da Professora Andrea Auad, vai discutir as potencialidades deste Patrimônio Cultural para a cidade de Volta Redonda, através de uma análise pós-ocupação da recente intervenção urbanística na Avenida Beira Rio.
A preservação deste rio e do capital social, ambiental e urbanístico arregimentado por ele é o foco principal. Participe!


Fotos: Andrea Auad

Os rumos do aquecimento


É exatamente isso. Duas pesquisas recentes batem novamente na tecla do Aquecimento Global como uma realidade dos dias atuais, porém mostram também as incertezas do fenômeno.

Uma delas foi coordenada pelo físico Richard Muller, Universidade da Califórnia em Berkeley, a qual foi divulgada numa conferência nos EUA e aguarda para ser publicada. Entretanto, já está causando um certo reboliço, pois Muller era um cético do clima, acreditava que os estudos divulgados não eram confiáveis. Assim, decidiu ele mesmo fazer organizar um estudo e colocar à prova o consenso climático. A pesquisa recebeu parte de seu financiamento da fundação Charles Koch, que é ligada à indústria do petróleo e responsável por bancar outros céticos climáticos e políticos conservadores nos EUA.

Num artigo do Wall Street Journal (um dos poucos jornais que ainda cedem espaço à céticos climáticos), Muller explica o motivo de suas dúvidas e diz que o principal problema está nas estações meteorológicas, responsáveis pela captação de informações e dados de temperaturas. Segundo os dados obtidos por essas estações, o IPCC, painel do clima da ONU, estima que a temperatura média da Terra subiu 0,64 grau Celsius nos últimos 50 anos. Mas Muller descreve um problema: 70% dessas estações nos EUA possuem uma margem de erro superior a essa variação. Além disso, grande parte das medições de temperatura é feita em áreas urbanas, que ficaram mais quentes com asfalto, calçadas e concentração de prédios.

Pensando assim, Muller e sua equipe usaram uma série de controles experimentais para compor essas novas informações, utilizando uma massa maior de registros do que as tradicionais. Isso resultou no fato que que das quase 40 mil estações medidoras, apenas 2/3 mostraram sinais de aquecimento.

A equipe trabalhou ainda com dados de satélites, que levantavam as tendências de temperatura nas regiões rurais e não houve diferença em relação às urbanas.

E a magnitude do aquecimento é comparável tanto nas estações de boa qualidade quanto nas que trazem dados mais incertos. "Embora as estações de baixa qualidade tragam temperaturas incorretas, elas ainda assim seguem as mudanças de temperatura", afirma.

Porém, Miller e seus colegas não investigaram as causas do aquecimento nem o que pode acontecer daqui pra frente.


Fonte: Folha.com / Ambiente
Foto: Folhapress
Por: Reinaldo José Lopes - editor de Ciência e Saúde
Em: 07/11/11


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Como viver sem plástico?


Muito legal essa matéria que saiu no site Ciclo Vivo falando sobre a dificuldade da gente se livrar do plástico em nossa rotina diária. É difícil, mas também não é impossível! O que realmente importa é saber o que fazer com o plástico depois do uso. Um descarte correto evita muitos danos à natureza, pois o plástico é reciclável.
Vale a pena a leitura!
Cintia
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Saiba como ter uma vida livre de plástico
Em: 04/11/11
Redação Ciclo Vivo - Com informações do Care2
Foto: Corbis


Eliminar completamente todo o plástico de sua vida é impossível. No entanto, é possível reduzir drasticamente o uso desse elemento das atividades do cotidiano.

Esta tarefa pode facilmente deixá-lo sobrecarregado. Então, uma boa ideia é começar por um item de cada vez; por exemplo, um que represente a maior entrada de plástico em sua vida, e trabalhe sobre ele. Uma vez que você estabeleceu um hábito sem o plástico, você pode passar para o próximo de sua lista. Aqui estão alguns bons pontos de partida:

Concentre-se nos alimentos. Separe, em um cesto, todas as embalagens dos alimentos por uma semana, você verá que o principal material recolhido serão os resíduos plásticos. Além do grande volume que consumimos todos os dias, existem outras razões para começar a concentrar seus esforços aqui. Os alimentos relacionados com o plástico possuem produtos químicos nas embalagens e contaminam as coisas que comemos e bebemos, portanto, têm o maior impacto potencial sobre a saúde imediata.

• Além de evitar excesso de alimentos embalados no supermercado, troque o plástico para estocagem de alimentos por recipientes e utensílios de cozinha como vidro, cerâmica, madeira ou outros materiais. E nunca aqueça alimentos em qualquer tipo de plástico.

• Caso esqueça a sacola reutilizável em casa, leve seus artigos à mão ou em um carrinho de compras até seu carro. Após ter feito isso algumas vezes, provavelmente não as esquecerá de novo. No mínimo, use o menor número de sacolas de compras possível (e não use em itens que já vêm em sacos, como laranjas e batatas).

• Alguns plásticos, como o canudinho, por exemplo, são desnecessários.

• Reuse, recicle e reinvente. Encontre novos usos para o plástico, se você puder, ou leve para reciclagem. Recicle seus eletrônicos quando for a hora de descartá-los. Se não encontrar um local para descarte deste material, procure uma organização sem fins lucrativos para fazer a doação.

• Quando for comprar algum item, procure produtos embalados em plástico reciclado se não houver uma alternativa sem plástico.


Concentre-se na razão pela qual a alternativa que substitui o plástico é melhor, e não nos motivos que tornam este material “ruim”. 
Deixe que as tuas ações, ao invés de suas palavras, sejam o argumento mais forte. Toda vez que você diz a um caixa de supermercado que você não precisa de uma sacola, e sair levando suas compras nas mãos, você estará plantando uma ideia na cabeça de todos ao seu redor.



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Protegendo a pele do planeta


E quando acaba seu proteror solar? O que acontece com a embalagem? Milhares de frasquinhos desse tipo são descartadas a cada verão. Pensando nisso, e preocupados com o ambiente, a Coppertone e a TerraCycle resolveram mudar o destino dessas embalagens. 
E nesse verão, vc também pode participar da campanha. Junte amigos e familiares e envie suas embalagens vazias para a TerraCycle! O envio pelos Correios será de graça.
Cintia
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Coppertone e TerraCycle dão destino sustentável às embalagens de protetor solar
Embalagens descartadas se transformarão em matéria-prima novamente, substituindo material virgem e evitando que mais recursos naturais sejam extraídos
Em: 03/11/11
Exame / Reciclagem


São Paulo -  Coppertone lança, em parceria com a TerraCycle, um programa de coleta que permitirá a transformação de embalagens de protetores solares descartadas em matéria-prima novamente, substituindo material virgem e evitando que mais recursos naturais sejam extraídos.

A nova “Brigada Protetores do Planeta” incentiva a coleta de embalagens de protetores solares pós-consumo, independente do tamanho e da marca. Cumprindo a primeira fase da Política Nacional de Resíduos sólidos, a empresa oferece aos seus consumidores uma opção de descarte correto para as embalagens de seus produtos. O mote do programa é: "Ajude a proteger a pele do planeta".

As embalagens recebidas serão transformadas em produtos reciclados - baldes, displays, brindes e outros produtos plásticos - e upcycled, como bolsas, estojos e sacolas de compras. Dessa maneira, os materiais que acabariam em lixões e aterros sanitários retornam ao ciclo produtivo. “Neste verão 2011/2012, a empresa investe nesta parceria para mostrar que toda embalagem de protetor solar tem agora uma escolha verde e sustentável”, diz Carolina Lapetina, gerente de marketing da marca.

Além de ajudar o planeta, coletar as embalagens de protetores solares também gera renda para uma instituição sem fins lucraticravos. Os consumidores poderão enviar suas embalagens pelos Correios ou descartá-las em um dos pontos de coleta que estarão distribuídos em locais diversos e automaticamente doarão R$ 0,02 por cada embalagem recolhida para a instituição escolhida pela Coppertone, de sólido trabalho de responsabilidade social.

Para participar, basta se cadastrar na “Brigada Protetores do Planeta” no site da TerraCycle, e preencher um breve formulário – os times de coleta podem ser formado por amigos, família, companheiros de trabalho etc. Depois, as embalagens devem ser enviadas pelos Correios para a TerraCycle, gratuitamente.

“Acreditamos no projeto da Brigada Protetores do Planeta e temos certeza que os consumidores participarão ativamente da mesma, já que eles terão duas formas de participação, guardar as embalagens coletadas ou levá-las ao ponto de coleta, facilitando ainda mais a coleta.” diz Bruno Massote, presidente da TerraCycle Brasil.


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Lixo eletrônico dá dinheiro!


Imagine quantas pessoas jogam fora diariamente equipamentos eletrôncos que não funcionam mais? Vc manda consertar, mas não não teve jeito, ou às vezes um novo fica mais em conta do que o conserto. Não há mais nada o que fazer... Então, vai pro lixo. Muitos componentes quando não são devidamente descartados podem poluir o meio onde estão, liberado substâncias químicas.
Porém, muitas pessoas reaproveitam alguns componentezinhos que ainda funcionam e reaproveitam também algumas partes físicas. E muita gente tá ganhando dinheiro com isso...
Cintia
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Empresário ganha dinheiro com lixo eletrônico
O analista de informática João Batista apostou em uma idéia inovadora e montou uma empresa de reciclagem de material eletrônico
Em: 04/11/11
Exame / Negócios

Brasília - A logística reversa consiste em extrair de bens já utilizados insumos para a produção de novos produtos. Essa é a técnica adotada pelo analista de informática João Batista de Barros, 53 anos, para reciclar material eletrônico. O empresário criou a empresa DIOXL em 2009 e contou com a ajuda do Sebrae no DF para colocar a ideia em prática. Em menos de três anos de existência, o negócio já começa a se expandir.

A empresa que, no início, reciclava apenas as partes de ferro e plástico, já começa a dedicar-se a placas de memória e processadores. “Vamos dar início à nova fase em janeiro. Já temos 12 toneladas de material estocado. O ideal é processar oito toneladas por mês”, explica João.

Por meio da logística reversa, a DIOXL extrai, além do plástico e do ferro, substâncias poluentes como manganês, zinco e cloreto de amônia de equipamentos obsoletos. Essas substâncias podem ser utilizadas na produção de outros produtos. “São materiais muitos pesados que, se não tiverem à destinação adequada, contaminam o meio ambiente, principalmente o lençol freático”, alerta o empreendedor.

João teve a ideia de abrir a empresa após assistir uma palestra sobre os problemas ambientais provocados pelo lixo eletrônico quando terminou o curso de tecnólogo em redes. “A minha monografia foi focada no tratamento de resíduos eletrônicos pelo processo de reverter a matéria prima de um equipamento usado em insumo para outra máquina”, reitera.

Fotos: Corbis
O trabalho passou pela banca do curso, mas João não se deu por satisfeito. Apresentou a ideia ao Sebrae no DF que avaliou a possibilidade de execução do projeto. Depois, recorreu de novo à instituição para elaborar o plano de negócios da empresa. O Sebrae ajudou a fazer o registro da empresa e incentivou a alugar um espaço físico para a empresa que, antes, funcionava virtualmente e em salas compartilhadas. Hoje, a DIOXL realiza a reciclagem dos produtos em um galpão alugado em Ceilândia.

“No começo foi tudo muito difícil. Não tínhamos recursos financeiros e nem parâmetros para estruturar a empresa e dar início às atividades de reciclagem. Graças ao apoio do Sebrae conseguimos levar a ideia inovadora adiante”, conta. Atualmente, a empresa tem parcerias com cooperativas de material reciclado e conta com a ajuda de professores das universidades de Brasília e federal do Rio Grande do Sul para dar início à reciclagem de circuitos internos de eletrônicos.


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White Coke


Adorei! Boas iniciativas em prol do meio-ambiente.
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A Coca-Cola substituirá suas latinhas vermelhas por brancas nos Estados Unidos e Canadá de novembro a fevereiro de 2012, em prol da campanha Arctic Home, em proteção aos ursos polares, mascote da marca desde 1922.

Serão mais de 1,4 bilhões de latas com o novo design e cada uma virá com um código que possibilita o consumidor a doar US$1 à WWF.

Outras bebidas da marca, como a Coca Zero, Sprite e Nestea, terão as tampinhas na cor branca no período.


Via: Follow the Colours

Danoninho na causa ambiental


Consciência ambiental pros pequenos também!!!
Iniciativa da Danone incentiva e informa as crianças sobre animais em extinção.
Cintia
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Danoninho lança álbum virtual para falar sobre animais em extinção
Álbum do Dino contará com figurinhas de animais ameaçados de extinção, além de apresentar curiosidades sobre os animais e informações sobre seus habitats
Em: 29/10/2011
Portal Fator Brasil

Danoninho, através do Danoninho 360g morango, a versão do tradicional petit suisse da Danone que alia diversão e nutrição, traz para os pequenos fãs da marca mais uma maneira de se manterem atentos à preservação da fauna e flora brasileira, o Álbum do Dino. Desenvolvido em parceria com o Instituto de Pesquisas Ecológicas – IPÊ, O material é composto por 22 figurinhas de animais em extinção, divididos entre cinco conjuntos de diferentes ecossistemas característicos do Brasil: Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pantanal e Amazônia.


Para participar a criança deve acessar o site www.danoninho.com.br/album e se cadastrar na Dinocity. Depois, a criança deve inserir um dos códigos de acesso, que são encontrados embaixo de cada alumínio dos oito potinhos de Danoninho 360g, sinalizadas com uma embalagem especial da promoção. Cada código será convertido, automaticamente, em uma figurinha de um animal ameaçado de extinção.

“A Danone está comprometida em tornar seu negócio cada vez mais ambientalmente sustentável e isso reflete diretamente em suas práticas e no desenvolvimento de novas iniciativas. Além de estar integrado à missão de sustentabilidade da Danone, o Álbum do Dino é mais uma forma lúdica de levar informação às crianças”, explica Mariana Rodrigues, Gerente de Marketing da Danone.

Ao todo são 22 figurinhas de animais ameaçados de extinção, sendo cinco delas figurinhas especiais dos animais mais ameaçados, que podem ser encontradas da mesma forma que as outras. O Álbum do Dino também apresenta informações sobre os habitats e curiosidades sobre os animais. Todas as informações disponíveis no álbum terão o respaldo do Instituto de Pesquisas Ecológicas – IPÊ.


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Reciclagem profissional


A profissionalização é sempre o melhor caminho para se chegar ao ideal, mesmo em se tratando de meio ambiente. Porque não capacitar profissionalmente pessoas envolvidas na área da reciclagem? Já que esse é um filão que vem crescendo gradativamente.
Uma boa iniciativa acontece no estado do Pará, onde a capacidade empreendedora está sendo incentivada cada vez mais.
Cintia

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Reciclagem busca profissionalização
Em: 31/10/11
Diário do Pará

Profissionalização e estímulo à capacidade empreendedora nos negócios relacionados à reciclagem. Essa é a proposta do projeto de pesquisa e extensão intitulado “Inovação Tecnológica e Gestão Coorporativa Sustentáveis e Participativas para a Inclusão Produtiva e Social de Catadores de Materiais Recicláveis na Região Metropolitana de Belém”.

Elaborado no Centro de Ciências Naturais e Tecnologia (CCNT) da Universidade do Estado do Pará (Uepa), o trabalho foi recentemente aprovado, em primeiro lugar no Brasil, entre as 26 propostas escolhidas na seleção de projetos no Programa de Apoio à Pesquisa, Inovação e Extensão Tecnológica para o Desenvolvimento Social, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Com o projeto, a partir de fevereiro do ano que vem, mais de 60 pessoas, entre integrantes da Cooperativa de Trabalho dos Profissionais do Aurá (COOTPA) e da Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis da Pedreira (COOCAPE) serão capacitados nas áreas de informática e educação ambiental e receberão maquinário, entre triciclos motorizados, empilhadeiras e prensas, além de botas, luvas e outros equipamentos de proteção, para aumentar sua capacidade de recolher resíduos, organizar a produção e agregar valor ao produto coletado na hora da venda.

Numa era em que sustentabilidade também é uma questão de negócio, inclusive para as metrópoles do Brasil, que até 2014 terão que se adequar à coleta seletiva, o projeto vai preparar os catadores de resíduo para serem agentes nesse processo. “A gente espera que com esse projeto eles possam se qualificar e ser incluídos na economia formal. Queremos ajudá-los a crescer como empreendedores. Esse é um grande fator de inclusão. É a capacitação pelo trabalho”, afirma o coordenador do projeto, José Otávio Pires. Também participam da equipe os professores do CCNT Hélio Ferreira Filho e Norma Beltrão.

José Otávio reafirma que, de acordo com a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, as cooperativas têm preferência nas licitações, mas, para isso, devem estar qualificadas e não só fazer a coleta, mas de maneira adequada. “Na China, as cooperativas de catadores faturam 1 milhão de dólares por ano. Não tem porque as nossas cooperativas não serem qualificadas”, avalia. “A cooperativa é uma empresa e vamos fazer um treinamento empresarial para o catador ser elemento ativo e fundamental nesse processo”, completa o coordenador.

O projeto vai melhorar a qualidade da coleta e a possibilidade de aumentar a remuneração do grupo, que em 11 anos de trabalho é a primeira vez que recebem uma proposta concreta de melhoria. A chegada dos equipamentos e de ações educacionais também melhora as condições de vida dos associados. Além dos catadores de resíduos, o projeto também abrange aulas de informática e de educação ambiental, ministradas por alunos e professores da Uepa, para doadores de material reciclável. A iniciativa inclui ainda treinamento de gestão de um sistema de rotas de coleta que envolva menor custo e maior retorno financeiro.


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Primavera Verde

Convido o pessoal de Volta Redonda e arredores para participar amanhã, lá no campus da UFF, no Aterrado, do debate sobre o Novo Código Florestal e a Transposição do Rio Paraíba do Sul.
Vai acontecer em Volta Redonda/RJ, no dia 27 de outubro (amanhã!!!), a partir das 18h. Venha participar, contamos com vc!


Via: @infoambiental @vilarinhos @raquelalmeida


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Fama verde

Acho muito bacana essa iniciativa desses caras de usar a fama em pról do meio-ambiente. Muitos artistas já são engajados e são conhecidos por sua "pegada verde" e usam isso para conscientizar pessoas e formar opinião.
Marcos Palmeira, por exemplo, apoia a Fundação SOS Mata Atlântica no projeto "A Mata Atlântica é aqui" e divulga isso sempre que pode. Junto com esse projeto, existe também a integração de outro projeto, o de Produção Agroecológica Integrada e Sustentável com a Fazenda Vale das Palmeiras, que ele mantém com Aly Ndiaye, engenheiro agrônomo também participante do evento.
A Gisele Bündhcen tem um site voltado às causas ecológicas e usa sua imagem para conscientizar pessoas ao redor do mundo.
Cintia

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A fama em favor das florestas
Por: Edu Santaela, em 21/10/11
Greenpeace Brasil


De casa ou do escritório, utilizando seus próprios celulares ou câmeras de computador, celebridades como os atores Wagner Moura, Marcos Palmeira e Alice Braga e a modelo Gisele Bundchen, gravaram mensagens contra as propostas ruralistas de mudança no Código Florestal que estão sendo discutidas pelo Senado. A iniciativa partiu do cineasta Fernando Meirelles, que por sinal também gravou o seu depoimento.

São 25 videos, cada um com aproximadamente um minuto, gravados em apoio à cruzada de várias entidades organizadas no Comitê Brasil em Defesa das Florestas. O comitê é composto por mais de 100 entidades, entre elas o Greenpeace e várias outras ongs ambientais, organizações sindicais, a Igreja Católica e movimentos sociais.

O Projeto de Lei 30/2011, que retalha o Código Florestal brasileiro, foi aprovado no dia 21 de setembro na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, mas ainda passará por outras três comissões, antes de ser votado em plenário. No momento, a matéria está na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), onde o relator é o senador Luiz Henrique (PMDB-SC). Está prevista para a próxima terça-feira, dia 25, a apresentação do relatório, em reunião conjunta com a Comissão de Agricultura, na qual o parlamentar também é responsável pela relatoria.

Depois de ver – e eventualmente enviar os videos aos senadores – não deixe de assinar também a petição que apela ao Senado para não aprovar a atual proposta de mudança no Código Florestal. Ela é a sentença de morte das florestas brasileiras.

Veja os videos:









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Recilagem é prioridade em SP

É muito interessante ver como uma cidade vai mudando de hábitos.
Cada ação gera uma reação, nesse caso, a ação é a conscientização sendo divulgada diariamente em jornais, revistas, internet, pontos de venda. Cada um vai fazendo a sua parte até que chega um dia que o todo começa a se mover. Nesse caso, a pesquisa mostrou que a cidade de São Paulo está mais preocupada com  a área de meio ambiente e consumo. 

Pessoas que já estão se movendo em busca de um mundo mais limpo e sustentável. Tomara que isso seja contagiante e que outras cidades tb sigam esse caminho!
Cintia
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População de SP prioriza reciclagem e coleta seletiva
Em: 12/10/11
Por: Agência Estado para o Diário do Grande ABC

O paulistano aponta entre as principais prioridades da cidade a implementação de um sistema de coleta seletiva e de reciclagem de lixo que alcance toda a cidade e a valorização das carreiras de profissionais da educação, de policiais e guardas. É o que mostra a consulta pública Você no Parlamento, divulgada ontem pela Rede Nossa São Paulo e pela Câmara, com apoio da Rádio Estadão ESPN.

A pesquisa pela internet e por formulários ouviu 33.340 pessoas sobre as prioridades para o ano que vem em 19 áreas. A ideia é que os resultados sirvam de parâmetro para a Câmara criar projetos de lei, discutir o orçamento e fiscalizar ações do Executivo.

Entre os resultados que mais chamaram a atenção estão os da área de meio ambiente e consumo. Nesse tema, a coleta seletiva e a reciclagem em toda a cidade foi a principal prioridade, com 75,30% dos votos. O assunto tem espaço no Plano de Metas, mas as propostas da Prefeitura ainda não saíram do papel. De mil postos de coleta voluntária prometidos para até o fim da atual gestão, nenhum foi criado até o início deste mês.

No quesito meio ambiente, o participante tinha de votar em quatro de nove opções oferecidas. A limpeza de rios veio em segundo lugar, com 54,73%. Bem à frente da poluição do ar, que, apesar de ser um problema vivido diariamente pelos moradores, ficou como sexta prioridade, com 33,40%.


Sem plano
Atualmente a Prefeitura coleta apenas 230 toneladas de lixo reciclável por dia, o que representa 9,5% da quantidade de lixo passível de ser recolhida. Segundo a Secretaria de Serviços, cinco centrais de triagem em implementação vão aumentar essa capacidade.

De acordo com o coordenador executivo da Rede Nossa São Paulo, Maurício Broinizi, ONGs, catadores e empresas com consciência ambiental são responsáveis por parte da coleta realizada na capital - ainda pequena. "As pessoas já perceberam a importância dessa reciclagem para o meio ambiente e notam que a Prefeitura não tem uma política efetiva".



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Onça na cidade

Queimadas e desmatamentos acabam trazendo esses animais para perto das áreas residenciais. Isso tende a aumentar caso não seja tomada alguma medida de prevenção urgente. Essas aparições podem acarretar até mesmo em morte de pessoas e dos próprios animais.
Cintia
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Onça invade quintal de residência na zona norte de SP
Por ser uma espécie em extinção, o felino receberá posteriormente um colar de identificação para ser monitorado após a soltura, que deve ocorrer na Serra da Cantareira
Em: 13/10/11
Por: Ricardo Valota/Agência Estado para a Revista Exame / Animal


São Paulo - Uma onça suçuarana invadiu, por volta das 2h, o quintal de uma das duas casas localizadas no imóvel nº 24 da Rua Capitão Oliveira Carvalho, no Jardim Rincão, região do Jaraguá, na zona norte de São Paulo. Bombeiros e policiais militares ambientais foram acionados pelos moradores da residência dos fundos. Às 4h30, a onça já havia sido laçada pelos policiais e colocada em uma gaiola. Não houve necessidade de sedar o animal, informou a PM.

"O cachorro começou a latir muito e meu filho saiu para ver o que ocorria, quando viu a onça acuada. Na semana passada, outra onça invadiu uma casa aqui no mesmo bairro. A gente acredita que esses bichos estão se deslocando para cá por causa da queimada que atingiu o Pico do Jaraguá recentemente, disse o motorista Wilson Marciano dos Santos, uma das seis pessoas que residem nas duas residências.

Segundo a 1ª Companhia do Policiamento Ambiental, o mais provável é que a onça seja encaminhada para o Parque da Anhanguera, onde será tratada por biólogos e veterinários. Por ser uma espécie em extinção, o felino receberá posteriormente um colar de identificação, com chip, para ser monitorado após a soltura, que deve ocorrer na Serra da Cantareira.

Franco da Rocha - No dia 27 de setembro deste ano, um dia após um incêndio atingir a região da mata do Parque do Jaraguá, outra onça suçuarana, de 1,6 metro e abaixo do peso, com 25 quilos, passou cerca de seis horas em cima de uma árvore, em Franco da Rocha, cidade da Grande São Paulo que faz limite com aquela região da zona norte da capital. O animal, na ocasião, foi levado para tratamento no zoológico de Guarulhos.

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Movido à energia solar


Um bom começo para que outras empresas comecem a criar aparelhos movidos à energia solar!
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[MWC 2011] Android básico, preço acessível e energia solar
Em: 15/02/2011, por Gabriel Pinotti
Fonte: Conteúdo Nerd

Sem dúvida na Mobile World Congress 2011 encontramos coisas que não vemos todos os dias. Esse aí é o Umeox Apollo, um smartphone Android com um preço acessível e o melhor, ele é movido a energia solar. Seu Android 2.2 não é o destaque, o melhor é seu design moderno e seu preço acessível.

O smartphone utiliza a tecnologia da Intivation, além de uma tela de 3.2 polegadas o smartphone conta com o Android 2.2 Froyo, processador humilde e pouca memória. Não é o melhor smartphone Android que existe, mas para quem está querendo entrar no mundo dos “doces” ele é uma boa alternativa.

Segundo a empresa, o aparelho precisa de 2 horas e meia no sol por dia para manter a sua bateria carregada 100%. Caso você descuide e deixe a bateria zerar, serão um total de 17 horas até que ela fique 100% de novo. O aparelho deverá chegar no meio deste ano em dois modelos nos Estados Unidos, Europa e Ásia. O smartphone chegará por meros US$100, e não temos informações se ele será lançado no Brasil.

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Reciclagem para crianças


Sul-coreano desenvolve lixeira que incentiva crianças a reciclarem
Lixeira “libera” doces vitaminados depois que o lixo é inserido, mas apenas se for um item reciclável
Em: 13/10/201
Revista Exame / Educação Ambiental


São Paulo - Não é tarefa fácil ensinar os pequenos a serem responsáveis e conservarem o meio ambiente. O fato de as crianças de hoje serem os líderes de amanhã, inspirou o designer sul-coreano YunJin Chang, a criar uma máquina de reciclagem especificamente para o público infantil.

A intenção é ensinar as crianças a reciclarem, e que esse ideal continue em todas as etapas de seu desenvolvimento. Assim é possível que as crianças construam uma consciência evolutiva da qual pode ser compartilhada com as comunidades agora, no futuro e até mesmo ser transmitido à geração seguinte.

Desenvolvido especialmente para crianças, a criação denominada RCV (Recycle Vending Machine) é uma lixeira que leva o hábito da reciclagem às crianças. A lixeira “libera” doces vitaminados depois que o lixo é inserido, mas apenas se for um item reciclável, ou seja, não sairá doces se for inserida uma moeda ou um item impróprio.

Desta forma, as crianças serão automaticamente atraídas para o hábito da reciclagem, além de aprenderem a reconhecer o que é ou não reciclável.

Máquinas automáticas de reciclagem já têm sido introduzidas na América do Norte onde as pessoas recebem recompensas pelo ato de reciclar (mas o interessante mesmo é que se aprenda e crie o hábito).

O lixo jogado fora indevidamente é descartado em aterros, se tornando uma ameaça ao meio ambiente. Ao reciclar tudo oque é possível, podemos contribuir para reduzir a poluição em todo o planeta.

Solução para smartphones danificados


Amei essa maquininha! Se vc quebrou acidentalmente seu smartphonem não se desespere! Agora vc pode trocá-lo por dinheiro. Isso mesmo! Claro, não é exatamente o mesmo valor que vc investiu no seu aparelho, mas um valor considerável para que vc não deixe seu aparelho guardado dentro de casa nem jogado no lixo poluindo o ambiente.
O video abaixo, é uma demonstração da máquina funcionando. É extremanente simples e intuitiva. 
Uma coisa interessante tb é que se vc não quer o dinheiro, pode fazer a doação automática para alguma instituição que você quiser.
Tomara que isso deixe de ser um modelo para se tornar realidade nas grands metrópoles, onde o consumo dos aparelhos é de quase 3 por pessoa.
Cintia
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Inovação: esta máquina troca seu smartphone antigo por dinheiro na hora
Em: 13/10/2011, por Gabriel Pinotti
Fonte: Conteúdo Nerd


A EcoATM, mostrada acima, pode simplesmente transformar seu smartphone antigo em uma nova fonte de renda. Isso mesmo! Ela “compra” seu smartphone velho ou quebrado de você. Com uma aparência de um caixa eletrônico qualquer, a EcoATM reduz toda aquela burocracia de reciclagem de eletrônicos em apenas alguns e simples passos. Basta você escanear seu aparelho na máquina e ela automaticamente dirá para você quanto é que seu dispositivo vale e se você deseja trocá-lo por dinheiro vivo. A máquina tem como foco locais de grande movimentação como mercados e shoppings, incentivando a reciclagem de eletrônicos e também oferecendo a você um dinheiro em troca.

A EcoATM escaneia seu equipamento através de 4 câmeras acopladas ao centro do leitor, podendo ver totalmente o estado do seu aparelho. Os sensores tem a capacidade de avaliar a parte externa do aparelho como riscos, danos, vidros quebrados e outros defeitos como também fazer uma análise do software do aparelho e do estado de sua bateria através do cabo de sincronização da EcoATM. Para receber o pagamento pelo aparelho, o usuário deverá apresentar sua carteira de motorista (no caso norte-americana) para evitar fraudes, assim como sua polegar que seria sua assinatura no comprovante. E se ainda você não estiver precisando do dinheiro do smartphone velho, a máquina pode fazer a doação automática para a instituição que você quiser. Tudo isso na tela.

Eu realmente tenho alguns gadgets antigos que gostaria de vender para ela. Veja uma demonstração do Engadget durante a CTIA 2011:


Camada de Ozônio



Muito legal essa camiseta distribuída na China onde se lê:
"Quando o ozônio desaparecer, a pele ficará carbonizada. 
É tarefa urgente proteger a camada de ozônio".


Via: Blogcitário on Facebook

Arranha-céu verde (?)


Ótimo texto de André Trigueiro.
Cintia
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Arranha-céu “verde”?
Por mais arrojado que seja um projeto de construção sustentável, ele não pode ser avaliado sem os impactos inerentes à sua existência sobre o entorno.
Por: André Trigueiro
Em: 03/10/11 - Mundo Sustentável

Do alto do Empire State Building, no parapeito do 101º andar – onde os turistas não têm acesso – o dono do edifício mais alto de Nova Iorque (até que o World Trade Center One fique pronto, em 2013) conseguiu impressionar os meus sentidos pela belíssima vista lá de cima. Mas percebeu – talvez um pouco frustrado – que eu não havia me convencido ainda  de que uma caríssima e bem executada reforma (retrofit)  tenha sido suficiente para tornar uma edificação de 443 metros de altura “sustentável”.

Anthont Malkin investiu U$13 milhões para tornar o prédio que fez King Kong famoso internacionalmente (ou seria o contrário?) um exemplo de “greenbuilding”.  O principal foco foi a redução do consumo de energia elétrica em 40%, o que representa uma economia de U$4,5 milhões por ano na conta de luz. Para alcançar este objetivo, entre outras providências, ele mudou a configuração de todas as 6.514 janelas do arranha-céu para que absorvessem o máximo de luz solar (quanto mais luz natural menor a necessidade de acender luminárias) e refletissem ao mesmo tempo o máximo de calor (reduzindo o consumo de energia para a climatização dos ambientes).

É evidente que iniciativas do gênero são muito bem-vindas e todos os esforços na busca pela redução do desperdício e maior eficiência devem ter visibilidade e incentivo. Assim como merecem aplausos, por exemplo, as políticas públicas para estimular que mais gente use a ótima rede de transporte público sobre trilhos (trens e metrô), em vez do automóvel.

Mas o ponto crucial aqui é considerar os impactos inevitáveis dos arranha-céus na “cidade que não dorme”, é um dos principais destinos turísticos do mundo e ostenta uma das maiores pegadas ecológicas do planeta.

Se é verdade que a aglutinação de escritórios ou residências em um mesmo espaço verticalizado reduz a demanda por novas áreas, onde a pressão pelo uso do solo é enorme, há que se considerar a gigantesca demanda a partir de um mesmo ponto (o do arranha-céu) por água potável, rede de esgoto, energia, gás, redes de comunicação, coleta de lixo e recicláveis e, principalmente, os efeitos dessa intensa movimentação de pessoas (moradores e/ou funcionários) sobre a mobilidade urbana. Em resumo: por mais arrojado que seja um projeto de construção sustentável, ele não pode ser avaliado sem os impactos inerentes à sua existência sobre o entorno.

Nova Iorque registra uma das maiores concentrações de arranha-céus do mundo e a auto-imagem da cidade se confunde com esse “paliteiro” sortido que nos causa forte impressão.  Mas a sua contínua verticalização – sempre justificada pelo fato de a cidade estar incrustada em uma ilha e, portanto, espacialmente delimitada – pressagia grandes desafios para os administradores que tenham o real objetivo de  proporcionar melhor qualidade de vida aos moradores da “Grande Maçã” no século 21.

É muito plástico!


Matéria de julho/2011 mas sempre atual quando se trata do consumo de plástico. Esse material de grande importância para a sociedade é facilmente reciclado, mas quando é deixado no ambiente causa grandes impactos. A Conferência das Cidades, que deve acontecer esse mês, prevê mais debates sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Cintia

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Brasileiro consome 30 quilos de plástico reciclável por ano, mostra pesquisa.
Em 2010, de acordo com anuário do setor químico da entidade, foram consumidas no país cerca de 5,9 mil toneladas de plástico.
Em: 07/07/2011 
Por: Vinicius Konchinski - Repórter da Agência Brasil
Site: Seja Bixo - portal do vestibulado

Cada brasileiro consome, em média, aproximadamente 30 quilos de plástico reciclável por ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). Em 2010, de acordo com anuário do setor químico da entidade, foram consumidas no país cerca de 5,9 mil toneladas de plástico, o que representa 50% a mais do que há dez anos.

Os dados foram apresentados hoje (7) pela pesquisadora Lucilene Betega de Paiva em um seminário na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Lucilene trabalha no Instituto de Pesquisa Tecnológica do Estado de São Paulo (IPT) e é especialista em plásticos.

Em sua participação no seminário, ela falou sobre a importância da reciclagem desse material. Segundo ela, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) pode ajudar a "transformar um passivo ambiental em uma fonte de recursos financeiros".

A PNRS foi o tema central do seminário na Alesp. O evento faz parte de uma série de debates preparatórios para a 12ª Conferência das Cidades, promovida pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. A Conferência das Cidades ocorre todo ano, no segundo semestre. Em 2011, ela está programada para outubro e deve tratar também da PNRS.

A PNRS foi instituída por lei aprovada, sancionada e regulamentada no ano passado. Ela estabelece regras para a destinação do lixo produzido no país. De acordo com a PNRS, a reciclagem deve ser priorizada. Já o lixo não reciclável deve ser levado a aterros sanitários. Os lixões precisam fechados até 2015.

Dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), também apresentados no seminário na Alesp, mostram que o Brasil ainda precisa avançar para cumprir o estabelecido pela PNRS. Segundo levantamento feito pela entidade em 350 cidades que concentram quase metade da população urbana brasileira, 42% do lixo do país não receberam uma destinação adequada no ano passado.

Ao todo, foram 23 milhões de toneladas de lixo levadas para lixões ou aterros controlados, que não são ambientalmente apropriados. Para aterro sanitários, em que existem sistemas para evitar contaminação de água e solo, foram levadas 31 milhões de toneladas de lixo.

O deputado federal Manoel Junior (PMDB-PB), presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano, disse que a implantação da PNRS é um desafio para o país. As discussões durante seminários e na Conferência das Cidades, acrescentou, podem ajudar a adequar a destinação do lixo no país.

Edição: João Carlos Rodrigues