Fama verde

Acho muito bacana essa iniciativa desses caras de usar a fama em pról do meio-ambiente. Muitos artistas já são engajados e são conhecidos por sua "pegada verde" e usam isso para conscientizar pessoas e formar opinião.
Marcos Palmeira, por exemplo, apoia a Fundação SOS Mata Atlântica no projeto "A Mata Atlântica é aqui" e divulga isso sempre que pode. Junto com esse projeto, existe também a integração de outro projeto, o de Produção Agroecológica Integrada e Sustentável com a Fazenda Vale das Palmeiras, que ele mantém com Aly Ndiaye, engenheiro agrônomo também participante do evento.
A Gisele Bündhcen tem um site voltado às causas ecológicas e usa sua imagem para conscientizar pessoas ao redor do mundo.
Cintia

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A fama em favor das florestas
Por: Edu Santaela, em 21/10/11
Greenpeace Brasil


De casa ou do escritório, utilizando seus próprios celulares ou câmeras de computador, celebridades como os atores Wagner Moura, Marcos Palmeira e Alice Braga e a modelo Gisele Bundchen, gravaram mensagens contra as propostas ruralistas de mudança no Código Florestal que estão sendo discutidas pelo Senado. A iniciativa partiu do cineasta Fernando Meirelles, que por sinal também gravou o seu depoimento.

São 25 videos, cada um com aproximadamente um minuto, gravados em apoio à cruzada de várias entidades organizadas no Comitê Brasil em Defesa das Florestas. O comitê é composto por mais de 100 entidades, entre elas o Greenpeace e várias outras ongs ambientais, organizações sindicais, a Igreja Católica e movimentos sociais.

O Projeto de Lei 30/2011, que retalha o Código Florestal brasileiro, foi aprovado no dia 21 de setembro na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, mas ainda passará por outras três comissões, antes de ser votado em plenário. No momento, a matéria está na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), onde o relator é o senador Luiz Henrique (PMDB-SC). Está prevista para a próxima terça-feira, dia 25, a apresentação do relatório, em reunião conjunta com a Comissão de Agricultura, na qual o parlamentar também é responsável pela relatoria.

Depois de ver – e eventualmente enviar os videos aos senadores – não deixe de assinar também a petição que apela ao Senado para não aprovar a atual proposta de mudança no Código Florestal. Ela é a sentença de morte das florestas brasileiras.

Veja os videos:









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Recilagem é prioridade em SP

É muito interessante ver como uma cidade vai mudando de hábitos.
Cada ação gera uma reação, nesse caso, a ação é a conscientização sendo divulgada diariamente em jornais, revistas, internet, pontos de venda. Cada um vai fazendo a sua parte até que chega um dia que o todo começa a se mover. Nesse caso, a pesquisa mostrou que a cidade de São Paulo está mais preocupada com  a área de meio ambiente e consumo. 

Pessoas que já estão se movendo em busca de um mundo mais limpo e sustentável. Tomara que isso seja contagiante e que outras cidades tb sigam esse caminho!
Cintia
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População de SP prioriza reciclagem e coleta seletiva
Em: 12/10/11
Por: Agência Estado para o Diário do Grande ABC

O paulistano aponta entre as principais prioridades da cidade a implementação de um sistema de coleta seletiva e de reciclagem de lixo que alcance toda a cidade e a valorização das carreiras de profissionais da educação, de policiais e guardas. É o que mostra a consulta pública Você no Parlamento, divulgada ontem pela Rede Nossa São Paulo e pela Câmara, com apoio da Rádio Estadão ESPN.

A pesquisa pela internet e por formulários ouviu 33.340 pessoas sobre as prioridades para o ano que vem em 19 áreas. A ideia é que os resultados sirvam de parâmetro para a Câmara criar projetos de lei, discutir o orçamento e fiscalizar ações do Executivo.

Entre os resultados que mais chamaram a atenção estão os da área de meio ambiente e consumo. Nesse tema, a coleta seletiva e a reciclagem em toda a cidade foi a principal prioridade, com 75,30% dos votos. O assunto tem espaço no Plano de Metas, mas as propostas da Prefeitura ainda não saíram do papel. De mil postos de coleta voluntária prometidos para até o fim da atual gestão, nenhum foi criado até o início deste mês.

No quesito meio ambiente, o participante tinha de votar em quatro de nove opções oferecidas. A limpeza de rios veio em segundo lugar, com 54,73%. Bem à frente da poluição do ar, que, apesar de ser um problema vivido diariamente pelos moradores, ficou como sexta prioridade, com 33,40%.


Sem plano
Atualmente a Prefeitura coleta apenas 230 toneladas de lixo reciclável por dia, o que representa 9,5% da quantidade de lixo passível de ser recolhida. Segundo a Secretaria de Serviços, cinco centrais de triagem em implementação vão aumentar essa capacidade.

De acordo com o coordenador executivo da Rede Nossa São Paulo, Maurício Broinizi, ONGs, catadores e empresas com consciência ambiental são responsáveis por parte da coleta realizada na capital - ainda pequena. "As pessoas já perceberam a importância dessa reciclagem para o meio ambiente e notam que a Prefeitura não tem uma política efetiva".



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Onça na cidade

Queimadas e desmatamentos acabam trazendo esses animais para perto das áreas residenciais. Isso tende a aumentar caso não seja tomada alguma medida de prevenção urgente. Essas aparições podem acarretar até mesmo em morte de pessoas e dos próprios animais.
Cintia
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Onça invade quintal de residência na zona norte de SP
Por ser uma espécie em extinção, o felino receberá posteriormente um colar de identificação para ser monitorado após a soltura, que deve ocorrer na Serra da Cantareira
Em: 13/10/11
Por: Ricardo Valota/Agência Estado para a Revista Exame / Animal


São Paulo - Uma onça suçuarana invadiu, por volta das 2h, o quintal de uma das duas casas localizadas no imóvel nº 24 da Rua Capitão Oliveira Carvalho, no Jardim Rincão, região do Jaraguá, na zona norte de São Paulo. Bombeiros e policiais militares ambientais foram acionados pelos moradores da residência dos fundos. Às 4h30, a onça já havia sido laçada pelos policiais e colocada em uma gaiola. Não houve necessidade de sedar o animal, informou a PM.

"O cachorro começou a latir muito e meu filho saiu para ver o que ocorria, quando viu a onça acuada. Na semana passada, outra onça invadiu uma casa aqui no mesmo bairro. A gente acredita que esses bichos estão se deslocando para cá por causa da queimada que atingiu o Pico do Jaraguá recentemente, disse o motorista Wilson Marciano dos Santos, uma das seis pessoas que residem nas duas residências.

Segundo a 1ª Companhia do Policiamento Ambiental, o mais provável é que a onça seja encaminhada para o Parque da Anhanguera, onde será tratada por biólogos e veterinários. Por ser uma espécie em extinção, o felino receberá posteriormente um colar de identificação, com chip, para ser monitorado após a soltura, que deve ocorrer na Serra da Cantareira.

Franco da Rocha - No dia 27 de setembro deste ano, um dia após um incêndio atingir a região da mata do Parque do Jaraguá, outra onça suçuarana, de 1,6 metro e abaixo do peso, com 25 quilos, passou cerca de seis horas em cima de uma árvore, em Franco da Rocha, cidade da Grande São Paulo que faz limite com aquela região da zona norte da capital. O animal, na ocasião, foi levado para tratamento no zoológico de Guarulhos.

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Movido à energia solar


Um bom começo para que outras empresas comecem a criar aparelhos movidos à energia solar!
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[MWC 2011] Android básico, preço acessível e energia solar
Em: 15/02/2011, por Gabriel Pinotti
Fonte: Conteúdo Nerd

Sem dúvida na Mobile World Congress 2011 encontramos coisas que não vemos todos os dias. Esse aí é o Umeox Apollo, um smartphone Android com um preço acessível e o melhor, ele é movido a energia solar. Seu Android 2.2 não é o destaque, o melhor é seu design moderno e seu preço acessível.

O smartphone utiliza a tecnologia da Intivation, além de uma tela de 3.2 polegadas o smartphone conta com o Android 2.2 Froyo, processador humilde e pouca memória. Não é o melhor smartphone Android que existe, mas para quem está querendo entrar no mundo dos “doces” ele é uma boa alternativa.

Segundo a empresa, o aparelho precisa de 2 horas e meia no sol por dia para manter a sua bateria carregada 100%. Caso você descuide e deixe a bateria zerar, serão um total de 17 horas até que ela fique 100% de novo. O aparelho deverá chegar no meio deste ano em dois modelos nos Estados Unidos, Europa e Ásia. O smartphone chegará por meros US$100, e não temos informações se ele será lançado no Brasil.

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Reciclagem para crianças


Sul-coreano desenvolve lixeira que incentiva crianças a reciclarem
Lixeira “libera” doces vitaminados depois que o lixo é inserido, mas apenas se for um item reciclável
Em: 13/10/201
Revista Exame / Educação Ambiental


São Paulo - Não é tarefa fácil ensinar os pequenos a serem responsáveis e conservarem o meio ambiente. O fato de as crianças de hoje serem os líderes de amanhã, inspirou o designer sul-coreano YunJin Chang, a criar uma máquina de reciclagem especificamente para o público infantil.

A intenção é ensinar as crianças a reciclarem, e que esse ideal continue em todas as etapas de seu desenvolvimento. Assim é possível que as crianças construam uma consciência evolutiva da qual pode ser compartilhada com as comunidades agora, no futuro e até mesmo ser transmitido à geração seguinte.

Desenvolvido especialmente para crianças, a criação denominada RCV (Recycle Vending Machine) é uma lixeira que leva o hábito da reciclagem às crianças. A lixeira “libera” doces vitaminados depois que o lixo é inserido, mas apenas se for um item reciclável, ou seja, não sairá doces se for inserida uma moeda ou um item impróprio.

Desta forma, as crianças serão automaticamente atraídas para o hábito da reciclagem, além de aprenderem a reconhecer o que é ou não reciclável.

Máquinas automáticas de reciclagem já têm sido introduzidas na América do Norte onde as pessoas recebem recompensas pelo ato de reciclar (mas o interessante mesmo é que se aprenda e crie o hábito).

O lixo jogado fora indevidamente é descartado em aterros, se tornando uma ameaça ao meio ambiente. Ao reciclar tudo oque é possível, podemos contribuir para reduzir a poluição em todo o planeta.

Solução para smartphones danificados


Amei essa maquininha! Se vc quebrou acidentalmente seu smartphonem não se desespere! Agora vc pode trocá-lo por dinheiro. Isso mesmo! Claro, não é exatamente o mesmo valor que vc investiu no seu aparelho, mas um valor considerável para que vc não deixe seu aparelho guardado dentro de casa nem jogado no lixo poluindo o ambiente.
O video abaixo, é uma demonstração da máquina funcionando. É extremanente simples e intuitiva. 
Uma coisa interessante tb é que se vc não quer o dinheiro, pode fazer a doação automática para alguma instituição que você quiser.
Tomara que isso deixe de ser um modelo para se tornar realidade nas grands metrópoles, onde o consumo dos aparelhos é de quase 3 por pessoa.
Cintia
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Inovação: esta máquina troca seu smartphone antigo por dinheiro na hora
Em: 13/10/2011, por Gabriel Pinotti
Fonte: Conteúdo Nerd


A EcoATM, mostrada acima, pode simplesmente transformar seu smartphone antigo em uma nova fonte de renda. Isso mesmo! Ela “compra” seu smartphone velho ou quebrado de você. Com uma aparência de um caixa eletrônico qualquer, a EcoATM reduz toda aquela burocracia de reciclagem de eletrônicos em apenas alguns e simples passos. Basta você escanear seu aparelho na máquina e ela automaticamente dirá para você quanto é que seu dispositivo vale e se você deseja trocá-lo por dinheiro vivo. A máquina tem como foco locais de grande movimentação como mercados e shoppings, incentivando a reciclagem de eletrônicos e também oferecendo a você um dinheiro em troca.

A EcoATM escaneia seu equipamento através de 4 câmeras acopladas ao centro do leitor, podendo ver totalmente o estado do seu aparelho. Os sensores tem a capacidade de avaliar a parte externa do aparelho como riscos, danos, vidros quebrados e outros defeitos como também fazer uma análise do software do aparelho e do estado de sua bateria através do cabo de sincronização da EcoATM. Para receber o pagamento pelo aparelho, o usuário deverá apresentar sua carteira de motorista (no caso norte-americana) para evitar fraudes, assim como sua polegar que seria sua assinatura no comprovante. E se ainda você não estiver precisando do dinheiro do smartphone velho, a máquina pode fazer a doação automática para a instituição que você quiser. Tudo isso na tela.

Eu realmente tenho alguns gadgets antigos que gostaria de vender para ela. Veja uma demonstração do Engadget durante a CTIA 2011:


Camada de Ozônio



Muito legal essa camiseta distribuída na China onde se lê:
"Quando o ozônio desaparecer, a pele ficará carbonizada. 
É tarefa urgente proteger a camada de ozônio".


Via: Blogcitário on Facebook

Arranha-céu verde (?)


Ótimo texto de André Trigueiro.
Cintia
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Arranha-céu “verde”?
Por mais arrojado que seja um projeto de construção sustentável, ele não pode ser avaliado sem os impactos inerentes à sua existência sobre o entorno.
Por: André Trigueiro
Em: 03/10/11 - Mundo Sustentável

Do alto do Empire State Building, no parapeito do 101º andar – onde os turistas não têm acesso – o dono do edifício mais alto de Nova Iorque (até que o World Trade Center One fique pronto, em 2013) conseguiu impressionar os meus sentidos pela belíssima vista lá de cima. Mas percebeu – talvez um pouco frustrado – que eu não havia me convencido ainda  de que uma caríssima e bem executada reforma (retrofit)  tenha sido suficiente para tornar uma edificação de 443 metros de altura “sustentável”.

Anthont Malkin investiu U$13 milhões para tornar o prédio que fez King Kong famoso internacionalmente (ou seria o contrário?) um exemplo de “greenbuilding”.  O principal foco foi a redução do consumo de energia elétrica em 40%, o que representa uma economia de U$4,5 milhões por ano na conta de luz. Para alcançar este objetivo, entre outras providências, ele mudou a configuração de todas as 6.514 janelas do arranha-céu para que absorvessem o máximo de luz solar (quanto mais luz natural menor a necessidade de acender luminárias) e refletissem ao mesmo tempo o máximo de calor (reduzindo o consumo de energia para a climatização dos ambientes).

É evidente que iniciativas do gênero são muito bem-vindas e todos os esforços na busca pela redução do desperdício e maior eficiência devem ter visibilidade e incentivo. Assim como merecem aplausos, por exemplo, as políticas públicas para estimular que mais gente use a ótima rede de transporte público sobre trilhos (trens e metrô), em vez do automóvel.

Mas o ponto crucial aqui é considerar os impactos inevitáveis dos arranha-céus na “cidade que não dorme”, é um dos principais destinos turísticos do mundo e ostenta uma das maiores pegadas ecológicas do planeta.

Se é verdade que a aglutinação de escritórios ou residências em um mesmo espaço verticalizado reduz a demanda por novas áreas, onde a pressão pelo uso do solo é enorme, há que se considerar a gigantesca demanda a partir de um mesmo ponto (o do arranha-céu) por água potável, rede de esgoto, energia, gás, redes de comunicação, coleta de lixo e recicláveis e, principalmente, os efeitos dessa intensa movimentação de pessoas (moradores e/ou funcionários) sobre a mobilidade urbana. Em resumo: por mais arrojado que seja um projeto de construção sustentável, ele não pode ser avaliado sem os impactos inerentes à sua existência sobre o entorno.

Nova Iorque registra uma das maiores concentrações de arranha-céus do mundo e a auto-imagem da cidade se confunde com esse “paliteiro” sortido que nos causa forte impressão.  Mas a sua contínua verticalização – sempre justificada pelo fato de a cidade estar incrustada em uma ilha e, portanto, espacialmente delimitada – pressagia grandes desafios para os administradores que tenham o real objetivo de  proporcionar melhor qualidade de vida aos moradores da “Grande Maçã” no século 21.

É muito plástico!


Matéria de julho/2011 mas sempre atual quando se trata do consumo de plástico. Esse material de grande importância para a sociedade é facilmente reciclado, mas quando é deixado no ambiente causa grandes impactos. A Conferência das Cidades, que deve acontecer esse mês, prevê mais debates sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Cintia

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Brasileiro consome 30 quilos de plástico reciclável por ano, mostra pesquisa.
Em 2010, de acordo com anuário do setor químico da entidade, foram consumidas no país cerca de 5,9 mil toneladas de plástico.
Em: 07/07/2011 
Por: Vinicius Konchinski - Repórter da Agência Brasil
Site: Seja Bixo - portal do vestibulado

Cada brasileiro consome, em média, aproximadamente 30 quilos de plástico reciclável por ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). Em 2010, de acordo com anuário do setor químico da entidade, foram consumidas no país cerca de 5,9 mil toneladas de plástico, o que representa 50% a mais do que há dez anos.

Os dados foram apresentados hoje (7) pela pesquisadora Lucilene Betega de Paiva em um seminário na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Lucilene trabalha no Instituto de Pesquisa Tecnológica do Estado de São Paulo (IPT) e é especialista em plásticos.

Em sua participação no seminário, ela falou sobre a importância da reciclagem desse material. Segundo ela, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) pode ajudar a "transformar um passivo ambiental em uma fonte de recursos financeiros".

A PNRS foi o tema central do seminário na Alesp. O evento faz parte de uma série de debates preparatórios para a 12ª Conferência das Cidades, promovida pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. A Conferência das Cidades ocorre todo ano, no segundo semestre. Em 2011, ela está programada para outubro e deve tratar também da PNRS.

A PNRS foi instituída por lei aprovada, sancionada e regulamentada no ano passado. Ela estabelece regras para a destinação do lixo produzido no país. De acordo com a PNRS, a reciclagem deve ser priorizada. Já o lixo não reciclável deve ser levado a aterros sanitários. Os lixões precisam fechados até 2015.

Dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), também apresentados no seminário na Alesp, mostram que o Brasil ainda precisa avançar para cumprir o estabelecido pela PNRS. Segundo levantamento feito pela entidade em 350 cidades que concentram quase metade da população urbana brasileira, 42% do lixo do país não receberam uma destinação adequada no ano passado.

Ao todo, foram 23 milhões de toneladas de lixo levadas para lixões ou aterros controlados, que não são ambientalmente apropriados. Para aterro sanitários, em que existem sistemas para evitar contaminação de água e solo, foram levadas 31 milhões de toneladas de lixo.

O deputado federal Manoel Junior (PMDB-PB), presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano, disse que a implantação da PNRS é um desafio para o país. As discussões durante seminários e na Conferência das Cidades, acrescentou, podem ajudar a adequar a destinação do lixo no país.

Edição: João Carlos Rodrigues

Minicasas = sustentabilidade


Será que é preciso continuar erguendo casas imensas, com tantos cômodos e muitas com bem mais que o necessário? A resposta pode estar na tendência das "minicasas".
Adorei.
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Conheça a tendência das minicasas
Em 25/08/2011
Site da revista Vida Simples


Elas são pequenas, mas nem por isso precisam ser minimalistas. Costumam ser erguidas com materiais sustentáveis, isso sem falar que o próprio espaço que elas ocupam, bem menor que o habitual, já é um sinal de seu potencial verde: geram menos energia, desperdiçam bem menos, oferecem muito menos espaço para a habitual acumulação de pilhas e outras inutilidades. E são baratas: ninguém vai passar os próximos 30 anos pagando hipoteca por elas, tampouco haverá a explosão de outra bolha imobiliária por sua causa.
A tendência das minicasas, que se alastra pelo mundo a partir dos Estados Unidos (atente ao paradoxo: o país do desperdício é ao mesmo tempo o terreno de uma nova consciência ecológica), é a grande novidade arquitetônica e imobiliária dos últimos anos. Com dimensões próximas às das casas de bonecas - há modelos que começam em míseros 5 m2 até "mansões" de 78 m2 -, as minicasas têm no designer norte-americano Jay Shafer um de seus mais famosos apóstolos. Autor do livro The Small House Book ("O livro da minicasa", ainda sem edição brasileira), Shafer percorre seu país fazendo o catecismo das pequenas dimensões em palestras e workshops. Ele mesmo, como não poderia deixar de ser, mora em uma dessas casas mínimas. "Desde 1997 eu vivo em casas menores que o closet de muita gente", afirma.

Saiba mais sobre a iniciativa no site www.tumbleweedhouses.com.

Vejam abaixo o video (em inglês) no qual Jay Shafer mostra sua "minicasa" e fala sobre ela:

O verde nas metrópoles


Grandes ideias para quem está inserido na selva de pedra. Isso é o que eu chamaria de adaptação (e com muita sustentabilidade!).
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O espaço verde nas alturas das grandes cidades
Para dividir espaço com os arranha-céus das metrópoles, os ambientes verdes seguem a tendência da verticalização
Publicado em 14/12/2010, no site da revista Vida Simples

Com cada vez menos espaço nas grandes cidades, o céu é o limite para a construção de prédios residenciais e comerciais que precisam abrigar tanta gente no menor ambiente possível. Arranha- céus cada vez mais altos tentam dar conta do recado.

Partindo dessa "perspectiva vertical", arquitetos, urbanistas e designers têm pensado na mesma lógica para redefinir os espaços verdes, a fim de integrá-los às metrópoles. Uma forma de trazer para perto dos moradores jardins, hortas e até - pasmem! - fazendas.

Um grupo de arquitetas espanholas, por exemplo, desenvolveu o Spiral Garden, um espaço público verde em que as pessoas podem plantar e colher de forma comunitária, permitindo maior proximidade com os alimentos e com a comunidade. A ser instalado no meio da cidade, segue a tendência de fazendas verticais, de levar a roça para as estruturas urbanas. Uma boa saída para esses tempos em que a população está aumentando mais do que a capacidade atual de produção de alimentos no planeta.

Autossuficientes, muitas dessas fazendas verticais são capazes de reutilizar água e resíduos para produzir as plantas e vegetais, como é o caso do SkyFarm (abaixo), um projeto proposto para Toronto, no Canadá. Ainda usariam menos água e terra do que as fazendas e sítios instalados nas regiões rurais. E com a vantagem de estarem ao nosso pronto alcance.





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Castração

Diga sim à castração de cães e gatos. Vamos proteger nossos animais!




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Queimadas

O tempo seco contribui para que essas queimadas aconteçam, mas muitas delas são criminosas e intencionais...
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Queimadas colocam em risco vida de animais silvestres brasileiros
14/09/2011
Em: Terra / Ciência / Animais

As queimadas que se espalham pelo País afetam diretamente a vida dos animais silvestres. Elas geram a extinção de espécies ou sua drástica redução, além da adaptação forçada a um novo habitat.
O biólogo Léo Gondi, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), alerta que os efeitos das queimadas também pesam sobre os recursos hídricos e a vegetação como um todo. Nos últimos dias, especialistas da Floresta Nacional de Brasília (Flona) e agentes da Polícia Ambiental resgataram várias espécies, de pássaros raros a tatus e tamanduás. O biólogo Léo Gondi afirmou que os impactos a médio e longo prazo são assustadores. "Há um impacto terrível. (Antes das queimadas) os animais tinham um território, agora eles se veem obrigados a buscar outro local que está ocupado por animais, na maioria das vezes predadores", disse o biólogo. "É um problema gravíssimo, pois os animais que mudam de habitat são expulsos do seu ambiente natural e enfrentam a escassez de comida".



Apenas nos últimos dias, o ICMBio contabilizou 56 animais silvestres que tentavam escapar das queimadas na região da Flona. Foram recolhidos lobos-guará, tamanduás-bandeira, veados campestres e papagaios. Também foram acolhidos, machucados, um veado e um tamanduá-bandeira. Três cobras foram encontradas mortas.

Segundo Gondi, o animal silvestre, quando tem seu território destruído, sai em busca de outro local para viver. Quando o encontra e o local está sob domínio de espécies distintas ou até mesmo de animais da sua espécie, surge uma disputa por espaço. De acordo com ele, os animais passam a se enfrentar e sobrevive o mais forte. "A média de uma queimada a cada dois anos é ruim para manter a sobrevivência das espécies", advertiu.

Vítima de queimada no interior de SP, tamanduá-mirim pode ficar cego.

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E não é só no Brasil. Vejam esse video (via Uol Mais) do resgate de um Coala, na Austrália - outro país que tem sofrido muito com as queimadas:




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Educação ambiental

Alô, prefeituras! Olha que inciativa bacana.
Educação ambiental começa cedo. Jovens conscientes são os adultos responsáveis de amanhã.
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Alunos terão aulas práticas de Meio Ambiente no Viveiro de mudas
Em: 14/09/2011
Por: Assessoria de Imprensa - Pref. de Fernadópolis/SP
Para o site Região Noroeste

Cerca de 700 alunos do 5˚ ano do ensino fundamental das escolas municipais, terão aulas práticas de Meio Ambiente no Viveiro Municipal de Mudas. A iniciativa marca o início das comemorações do Dia da Árvore, comemorado no próximo dia 21 de setembro.

As visitas ao Viveiro Municipal já começaram. Diariamente o local é visitado por alunos que são orientados pelos biólogos Aparecido Custódio e Cesar Ribeiro, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

Nas aulas práticas, os alunos aprendem sobre o plantio das sementes e quais as características das espécies utilizadas. A fertilidade do terreno e outras curiosidades também são passadas aos alunos.

A atividade é realizada pelas Secretarias Municipais do Meio Ambiente e Educação, em parceria com a Sabesp. A programação termina no final do mês, quando todos os alunos tiverem passado pelo Viveiro de Mudas.

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente destaca que as árvores, além de deixar a cidade mais bonita, são essenciais para a vida, pois mantêm a boa umidade relativa do ar, ajudam a diminuir a poluição e produzem oxigênio.

Em Fernandópolis, mais de 3 mil árvores já foram plantadas gratuitamente pelo Disque-Árvore. O serviço, realizado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, é rápido e sem custos à população. Para fazer a solicitação basta ligar para o telefone (11) 3463-9014.


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É de estimação?!

Se isso vira moda...
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Animais de estimação nada fofinhos
Enquanto alguns gostam de gatos e cachorros, outros preferem iguanas ou cobras. Mas será que é legal criar um animal silvestre?
Em 14/09/2011


No último VMA, o cantor Justin Bieber assustou a namorada Selena Gomez colocando um filhote de corn snake perto dela. “Se chama Johnson”, apresentou. A corn snake é uma espécie inofensiva que vive nos milharais americanos e não cresce mais de 1,50m. Mas, por ser uma cobra, não é exatamente o bicho de estimação mais fofinho e comum que alguém pode ter.

Apesar de algumas fugas do bicho de estimação e de alguns sustos da empregada doméstica, o estudante de biologia Gustavo Figueiroa, de 19 anos, cria corn snakes há quatro anos. “Desde pequeno sou fissurado. Vivia no Instituto Butantan observando as cobras criadas ali”, conta, referindo-se ao centro de pesquisa biomédica situado em São Paulo – SP.

Aos 15 anos e depois de muita pesquisa, Gustavo decidiu adquirir uma corn snake. “Vi que era a mais adequada para ter em casa”, conta. Aí, veio o processo de convencimento da mãe. “Conversei com ela, expliquei que queria fazer Biologia para trabalhar com isso, que esse era meu sonho. E um dia cheguei em casa com a cobra”, diz o estudante.

Hoje a mãe não gosta nem desgosta do animal, mas tem que lidar com algumas escapadelas de Dara, a cobra de estimação de Gustavo. “Recentemente voltei de viagem e ela não estava no terrário. Revirei a casa toda e não achei. No dia seguinte minha mãe estava indo dormir e a viu sair de trás de um móvel”, conta, “ela voltou para o vão em seguida e tive que entrar no quarto no escuro, em silêncio, para pegá-la sem que ela se escondesse”.

Os cuidados com uma cobra de estimação vão ainda além de capturá-la quando ela escapa do terrário. O estudante Raul*, de 17 anos, comprou um filhote de corn snake em março, batizou de Nira e começou a alimentá-la com filhotes de camundongo. Isso mesmo, pequenos ratinhos adquiridos congelados em pet shops. “Quando chegou, ela comia os recém-nascidos. Hoje ela já come filhotes com o primeiro pelo”, conta Raul. “Compro quinze camundongos congelados e guardo no congelador. Cada um custa de R$ 2 a R$ 3”, diz o estudante.

Pode parecer meio sinistro guardar filhotes de camundongo mortos na geladeira, mas Raul explica. “Não dou camundongos vivos porque não os crio”, diz o jovem, que precisa se deslocar até a cidade vizinha para adquirir os animais.


Mas cobra não faz festa quando o dono chega em casa, não brinca com novelo de lã nem vai buscar gravetos no quintal. Então, qual é a graça de criar uma? “Não sei explicar. É legal, é diferente. Não tem como criar um laço afetivo, mas ela reconhece que sou eu que a alimento e não faço mal a ela, por isso, não tem medo de mim”, conta Gustavo.

Por não serem da fauna brasileira, a criação de corn snakes não é legalizada no Brasil. Portanto, Gustavo e Raul não têm autorização do IBAMA para criá-las, mas garantem que Dara e Nira não foram capturadas na natureza e ambos são contra a prática. Raul defende, no entanto, a criação das cobras em cativeiro, desde que nas condições corretas. “Ter uma serpente não é como ter um cachorrinho. Você precisa de um pouco mais de estudo”, explica.

Foto: Flickr/ batwrangler | Corn snake, espécie de cobra que vive nos milharais americanos e,
por ser inofensiva, é muito procurada para ser criada em cativeiro
Justamente por ser um animal silvestre, a cobra requer cuidados especiais que costumam ser caros. “Você gasta um dinheiro alto para deixar o ambiente parecido com o natural”, diz o estudante de Biologia, “o terrário em que a cobra fica chega a custar R$ 600 em lojas”.

Veja aqui a lista de animais considerados domésticos pelo Ibama.


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Energia no Brasil

Com a exploração de apenas um terço do potencial estimado, o Brasil tem na geração hidrelétrica um ponto chave para gerar economia limpa e barata. O video mostra como país vem explorando esta alternativa.







Fonte: AmbienteEnergia

Só na China: chaveiros vivos



Por:Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável
Em: 08/04/11

Foto: Li Bo  

A mais nova bugiganga que está sendo vendida por ambulantes chineses, nas estações de trem e metrô do país, são chaveiros que vêm com uma tartaruga brasileira ou um par de peixinhos dentro de um minúsculo plástico com água colorida. 

A denúncia foi feita pelo jornal Global Times, que afirmou que, em apenas cinco minutos, o repórter escalado para checar a denúncia assistiu à venda de 10 chaveiros. Segundo o veículo, para ganhar a simpatia dos compradores, os ambulantes garantem que o acessório traz boa sorte e que a água com corante possui nutrientes que permitem que os animais sobrevivam dentro do chaveiro por meses.

Depois de assistir à transação, o repórter interrogou alguns compradores: enquanto uns realmente acreditaram na balela dos ambulantes e compraram o chaveiro para fazê-lo de amuleto, outros afirmaram adquirir o acessório, apenas, para soltar os animais na natureza (que louvável, ne?! Ainda existe gente boa e sensata nesse mundo).

Seja como for, as ONGs chinesas defensoras dos animais já estão se mobilizando contra a crueldade, que por incrível que pareça não é considerada crime no país. Isso porque, na China, a única lei de proteção animal vigente diz respeito, apenas, aos bichos selvagens de médio e grande porte.

Drama da baleia franca encalhada em SC


Ô dó! Ontem saiu no Uol essa notícia da baleia Franca encalhada em Florianópolis e hj já sabemos que conseguiram libertá-la.
Vejam abaixo as duas matérias!
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Baleia encalha em praia de Florianópolis, em SC
07/09/2011
AE | Agência Estado


São Paulo - Uma baleia Franca, segunda espécie de baleia mais ameaçada do planeta, foi encontrada na manhã de hoje na praia do Pântano do Sul, em Florianópolis, em Santa Catarina. O animal, com cerca de dez metros de comprimento e pesando seis toneladas, estava encalhado, porém sem sinais de ferimentos.

Os bombeiros chegaram ao local por volta das 8h30 para tentar desencalhar a baleia. Durante o dia, com a ajuda da Polícia Militar e de pescadores da região, foram feitas duas tentativas para desencalhar o mamífero. Ambas sem sucesso. Biólogos do Instituto Chico Mendes também estiveram no local.


Na primeira tentativa, apenas um barco foi utilizado. Na segunda, havia três barcos empenhados na operação, mas a força das embarcações não foi suficiente para remover a baleia. Amanhã, haverá reforço de um rebocador da Marinha. Segundo a Polícia Militar Ambiental, uma nova tentativa de remoção será feita por volta do meio-dia, quando a maré estará alta.

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Equipe de resgate consegue libertar baleia encalhada em praia de Florianópolis
08/09/2011
Por: Diário Catarinense / Ambiente

Terminou hoje a tarde o drama do animal que estava preso em banco de areia da Praia do Pântano do Sul desde quarta-feira (07/09).

Uma baleia franca juvenil estava encalhada na Praia do Pântano do Sul, em Florianópolis, desde a madrugada de quarta-feira. O animal se prendeu a um banco de areia e precisou ser rebocado por uma embarcação da Marinha para voltar a nadar em liberdade.

O mamífero foi avistado por um pescador às 6h de quarta. Às 10h, chegaram os primeiros ambientalistas para o resgate. Mas no decorrer do dia todas as tentativas de remoção do animal de seis metros de comprimento falharam.

Nesta quinta, a equipe de resgate usou a mesma técnica: amarrou cordas no corpo do animal e o puxou com uma embarcação; a diferença é que, na nova tentativa, o grupo usou uma embarcação mais potente e a maré estava cheia.

Centenas de pessoas acompanharam o resgate, e muita gente ficou emocionada ao ver a baleia nadando outra vez. A espécie vem ao Litoral de SC nesta época do ano para ter filhotes.




Fotos: Grupo RBS para o Diário Catarinense

Coleta seletiva em projeto de Lei


Projeto remunera catadores e cria fundo de apoio
06/09/2011
Jornal Cruzeiro do Sul
Wilson Gonçalves Júnior


A criação de um fundo municipal para fomentar as cooperativas de reciclagem de Sorocaba, com a remuneração mensal de R$ 40 por tonelada comercializada, entrou em votação essa semana na pauta das sessões extraordinárias. O projeto dá ainda um crédito de R$ 100 mil para auxílio do Fundo de Apoio às Cooperativas de Reciclagem de Sorocaba.

O projeto tem por objetivo proporcionar às cooperativas e, consequentemente, aos catadores, melhores condições de trabalho e a sustentabilidade financeira necessária para que continuem prestando um serviço de qualidade à população, com mecanismo que possibilite a modernização dos processos de triagem e beneficiamento do material, com a ampliação da capacidade produtiva.

O projeto visa ainda proporcionar segurança para as cooperativas e, consequentemente, ao Programa Municipal de Coleta Seletiva, frente à situações adversas ocasionadas por oscilações do mercado de materiais recicláveis, como ocorreu, por exemplo, em 2008, com a crise mundial. Naquele ano, o preço do material reciclável teve uma queda e gerou uma evasão de cooperados, com a redução da renda.

O fundo terá remuneração de R$ 40 por tonelada comercializada pelas cooperativas, a ser pago pela Prefeitura de Sorocaba e iniciará com um crédito de R$ 100 mil, repassado pela Secretaria de Parcerias. O dinheiro do fundo será administrado por um conselho diretor, formado por representantes do Executivo, das quatro cooperativas, do conselho do Meio Ambiente e da sociedade civil.

O dinheiro será investido em manutenção e ampliação da infraestrutura das cooperativas; apoio de projetos de pesquisa; recuperação e manutenção de barracões; promoção e continuidade de programas de educação ambiental e incremento à retirada mensal dos cooperados, no caso de crises financeiras que provoquem forte impacto negativo em sua renda.

O projeto de lei vai receber ainda duas emendas que vão fortalecer o repasse do dinheiro para os catadores e a comercialização dos materiais reutilizáveis ou recicláveis oriundos da coleta seletiva.

Dicas para um dia a dia sustentável


Em dias onde tanto se fala sobre a preservação ambiental e ter uma vida mais sustentável, ter uma casa que contribua não só para o meio-ambiente, mas também para o seu bolso, não seria nada mal, não é verdade?
Muitas vezes, pequenas mudanças de hábitos simples podem fazer uma enorme diferença nas contas de luz e água no fim do mês, além de deixar sua consciência com o futuro do planeta mais leve.
Pensando nisso, o portal Ig, no menu "Casa", relacionou algumas dicas fáceis de serem implementadas no dia a dia que, certamente, vão trazer grandes benefícios. Veja:

1- Durante o dia, evite acender lâmpadas. Aproveite a luz natural para iluminar e arejar os cômodos. Essa simples medida por reduzir até 10% da conta de energia elétrica.

2- Abrir as janelas também ajuda a arejar a casa, o que pode prevenir o aparecimento de mofos e alergias. O que também minimiza a necessidade de ar-condicionado.

3- Use cores claras nas paredes. Elas rebatem melhor a luz natural e retêm menos calor.

4- Troque as lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que gastam até 80% menos energia, ou LED. O valor é mais alto, mas vale o investimento.

5- Evite dormir com a TV ligada e desligue-a quando não estiver no ambiente. Dê preferência a aparelhos com timer ou função de desligamento automático. E deixe-os sempre com a tomada desplugada quando não estiverem sendo usados.

6- Não use o forno de micro-ondas como relógio! Quando não estiver usando, tire-o da tomada. O mesmo vale para outros equipamentos que trabalham em stand-by. Apesar do consumo ser menor, isso também gasta energia.

7- Se morar em casa, faça captação de águas pluviais para molhar as plantas, reutilizar nas descargas ou limpar o quintal e calçadas.


8- Evite ligar a máquina de lavar com pouca roupa. Um aparelho com capacidade para 5 kg utiliza 135 litros de água por lavagem, independente se está cheia ou não, então, prefira acumular roupa para fazer melhor uso dessa água.

9- Reutilize a água da máquina de lavar na descarga ou para lavar as áreas externas.

10- Na hora de lavar a louça, utilize uma bacia com água para ajudar a “amolecer a sujeira” e outra com água limpa para o enxágue. Lembre-se que cada minuto de torneira aberta pode significar o desperdício de 12 a 20 litros de água por minuto.

11- Dê preferência a torneiras com arejadores. Elas misturam ar à água, dando a sensação de maior volume e pressão, e economizam até 50% de água.

12- Não jogue óleo na pia. Isso gera uma massa compacta de detritos que entope as tubulações e contribui para inundações. Sem falar que dificulta e encarece o tratamento da água. Recolha o óleo usado em vidros e encaminhe-o para reciclagem. Hoje em dia muitas empresas ofrecem o serviço de coleta.

13- Reduza o tempo de torneira aberta também quando for escovar os dentes. Utilizar um copo para enxaguar a boca pode economizar até três litros da água utilizada no banheiro.

14- Tome banhos rápidos. Um minuto a menos debaixo do chuveiro pode significar a economia de três a seis litros de água. E se possível, faça xixi durante banho, isso já evita mais uma descarga d'água!

15- Dê preferência a vasos sanitários com caixas acopladas e descargas com acionamento de dois tempos (que libera diferentes quantidades de água). Elas podem reduzir de 50% a 75% do consumo de água a cada acionamento em comparação às válvulas do tipo Hydra.


16- Substitua as sacolas plásticas pelas de papel, que de degradam mais fácil na natureza. Isso vale para o lixo e para as compras do supermercado, onde você pode valer-se de charmosas e práticas eco-bags.

17- Para descer ou subir poucos andares, use as escadas. Além de economizar energia, você queima calorias e poupa com a academia.

18- Faça a separação do lixo doméstico em papel, vidro, plástico e metal e deposite-os (sempre sem resíduos) em postos de reciclagem. Isso ajuda a reduzir a extração de matéria-prima e o acúmulo de detritos em aterros e lixões.

19- Compre produtos da estação. Por precisarem de menos agrotóxicos, eles farão melhor à sua saúde e certamente terão poluído menos o solo. Além de tudo, são mais baratos.



Fonte: Ig / Casa
Por: Juliana Bianchi
Em: 05/09/11