Minicasas = sustentabilidade


Será que é preciso continuar erguendo casas imensas, com tantos cômodos e muitas com bem mais que o necessário? A resposta pode estar na tendência das "minicasas".
Adorei.
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Conheça a tendência das minicasas
Em 25/08/2011
Site da revista Vida Simples


Elas são pequenas, mas nem por isso precisam ser minimalistas. Costumam ser erguidas com materiais sustentáveis, isso sem falar que o próprio espaço que elas ocupam, bem menor que o habitual, já é um sinal de seu potencial verde: geram menos energia, desperdiçam bem menos, oferecem muito menos espaço para a habitual acumulação de pilhas e outras inutilidades. E são baratas: ninguém vai passar os próximos 30 anos pagando hipoteca por elas, tampouco haverá a explosão de outra bolha imobiliária por sua causa.
A tendência das minicasas, que se alastra pelo mundo a partir dos Estados Unidos (atente ao paradoxo: o país do desperdício é ao mesmo tempo o terreno de uma nova consciência ecológica), é a grande novidade arquitetônica e imobiliária dos últimos anos. Com dimensões próximas às das casas de bonecas - há modelos que começam em míseros 5 m2 até "mansões" de 78 m2 -, as minicasas têm no designer norte-americano Jay Shafer um de seus mais famosos apóstolos. Autor do livro The Small House Book ("O livro da minicasa", ainda sem edição brasileira), Shafer percorre seu país fazendo o catecismo das pequenas dimensões em palestras e workshops. Ele mesmo, como não poderia deixar de ser, mora em uma dessas casas mínimas. "Desde 1997 eu vivo em casas menores que o closet de muita gente", afirma.

Saiba mais sobre a iniciativa no site www.tumbleweedhouses.com.

Vejam abaixo o video (em inglês) no qual Jay Shafer mostra sua "minicasa" e fala sobre ela:

O verde nas metrópoles


Grandes ideias para quem está inserido na selva de pedra. Isso é o que eu chamaria de adaptação (e com muita sustentabilidade!).
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O espaço verde nas alturas das grandes cidades
Para dividir espaço com os arranha-céus das metrópoles, os ambientes verdes seguem a tendência da verticalização
Publicado em 14/12/2010, no site da revista Vida Simples

Com cada vez menos espaço nas grandes cidades, o céu é o limite para a construção de prédios residenciais e comerciais que precisam abrigar tanta gente no menor ambiente possível. Arranha- céus cada vez mais altos tentam dar conta do recado.

Partindo dessa "perspectiva vertical", arquitetos, urbanistas e designers têm pensado na mesma lógica para redefinir os espaços verdes, a fim de integrá-los às metrópoles. Uma forma de trazer para perto dos moradores jardins, hortas e até - pasmem! - fazendas.

Um grupo de arquitetas espanholas, por exemplo, desenvolveu o Spiral Garden, um espaço público verde em que as pessoas podem plantar e colher de forma comunitária, permitindo maior proximidade com os alimentos e com a comunidade. A ser instalado no meio da cidade, segue a tendência de fazendas verticais, de levar a roça para as estruturas urbanas. Uma boa saída para esses tempos em que a população está aumentando mais do que a capacidade atual de produção de alimentos no planeta.

Autossuficientes, muitas dessas fazendas verticais são capazes de reutilizar água e resíduos para produzir as plantas e vegetais, como é o caso do SkyFarm (abaixo), um projeto proposto para Toronto, no Canadá. Ainda usariam menos água e terra do que as fazendas e sítios instalados nas regiões rurais. E com a vantagem de estarem ao nosso pronto alcance.





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Castração

Diga sim à castração de cães e gatos. Vamos proteger nossos animais!




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Queimadas

O tempo seco contribui para que essas queimadas aconteçam, mas muitas delas são criminosas e intencionais...
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Queimadas colocam em risco vida de animais silvestres brasileiros
14/09/2011
Em: Terra / Ciência / Animais

As queimadas que se espalham pelo País afetam diretamente a vida dos animais silvestres. Elas geram a extinção de espécies ou sua drástica redução, além da adaptação forçada a um novo habitat.
O biólogo Léo Gondi, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), alerta que os efeitos das queimadas também pesam sobre os recursos hídricos e a vegetação como um todo. Nos últimos dias, especialistas da Floresta Nacional de Brasília (Flona) e agentes da Polícia Ambiental resgataram várias espécies, de pássaros raros a tatus e tamanduás. O biólogo Léo Gondi afirmou que os impactos a médio e longo prazo são assustadores. "Há um impacto terrível. (Antes das queimadas) os animais tinham um território, agora eles se veem obrigados a buscar outro local que está ocupado por animais, na maioria das vezes predadores", disse o biólogo. "É um problema gravíssimo, pois os animais que mudam de habitat são expulsos do seu ambiente natural e enfrentam a escassez de comida".



Apenas nos últimos dias, o ICMBio contabilizou 56 animais silvestres que tentavam escapar das queimadas na região da Flona. Foram recolhidos lobos-guará, tamanduás-bandeira, veados campestres e papagaios. Também foram acolhidos, machucados, um veado e um tamanduá-bandeira. Três cobras foram encontradas mortas.

Segundo Gondi, o animal silvestre, quando tem seu território destruído, sai em busca de outro local para viver. Quando o encontra e o local está sob domínio de espécies distintas ou até mesmo de animais da sua espécie, surge uma disputa por espaço. De acordo com ele, os animais passam a se enfrentar e sobrevive o mais forte. "A média de uma queimada a cada dois anos é ruim para manter a sobrevivência das espécies", advertiu.

Vítima de queimada no interior de SP, tamanduá-mirim pode ficar cego.

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E não é só no Brasil. Vejam esse video (via Uol Mais) do resgate de um Coala, na Austrália - outro país que tem sofrido muito com as queimadas:




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Educação ambiental

Alô, prefeituras! Olha que inciativa bacana.
Educação ambiental começa cedo. Jovens conscientes são os adultos responsáveis de amanhã.
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Alunos terão aulas práticas de Meio Ambiente no Viveiro de mudas
Em: 14/09/2011
Por: Assessoria de Imprensa - Pref. de Fernadópolis/SP
Para o site Região Noroeste

Cerca de 700 alunos do 5˚ ano do ensino fundamental das escolas municipais, terão aulas práticas de Meio Ambiente no Viveiro Municipal de Mudas. A iniciativa marca o início das comemorações do Dia da Árvore, comemorado no próximo dia 21 de setembro.

As visitas ao Viveiro Municipal já começaram. Diariamente o local é visitado por alunos que são orientados pelos biólogos Aparecido Custódio e Cesar Ribeiro, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

Nas aulas práticas, os alunos aprendem sobre o plantio das sementes e quais as características das espécies utilizadas. A fertilidade do terreno e outras curiosidades também são passadas aos alunos.

A atividade é realizada pelas Secretarias Municipais do Meio Ambiente e Educação, em parceria com a Sabesp. A programação termina no final do mês, quando todos os alunos tiverem passado pelo Viveiro de Mudas.

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente destaca que as árvores, além de deixar a cidade mais bonita, são essenciais para a vida, pois mantêm a boa umidade relativa do ar, ajudam a diminuir a poluição e produzem oxigênio.

Em Fernandópolis, mais de 3 mil árvores já foram plantadas gratuitamente pelo Disque-Árvore. O serviço, realizado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, é rápido e sem custos à população. Para fazer a solicitação basta ligar para o telefone (11) 3463-9014.


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É de estimação?!

Se isso vira moda...
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Animais de estimação nada fofinhos
Enquanto alguns gostam de gatos e cachorros, outros preferem iguanas ou cobras. Mas será que é legal criar um animal silvestre?
Em 14/09/2011


No último VMA, o cantor Justin Bieber assustou a namorada Selena Gomez colocando um filhote de corn snake perto dela. “Se chama Johnson”, apresentou. A corn snake é uma espécie inofensiva que vive nos milharais americanos e não cresce mais de 1,50m. Mas, por ser uma cobra, não é exatamente o bicho de estimação mais fofinho e comum que alguém pode ter.

Apesar de algumas fugas do bicho de estimação e de alguns sustos da empregada doméstica, o estudante de biologia Gustavo Figueiroa, de 19 anos, cria corn snakes há quatro anos. “Desde pequeno sou fissurado. Vivia no Instituto Butantan observando as cobras criadas ali”, conta, referindo-se ao centro de pesquisa biomédica situado em São Paulo – SP.

Aos 15 anos e depois de muita pesquisa, Gustavo decidiu adquirir uma corn snake. “Vi que era a mais adequada para ter em casa”, conta. Aí, veio o processo de convencimento da mãe. “Conversei com ela, expliquei que queria fazer Biologia para trabalhar com isso, que esse era meu sonho. E um dia cheguei em casa com a cobra”, diz o estudante.

Hoje a mãe não gosta nem desgosta do animal, mas tem que lidar com algumas escapadelas de Dara, a cobra de estimação de Gustavo. “Recentemente voltei de viagem e ela não estava no terrário. Revirei a casa toda e não achei. No dia seguinte minha mãe estava indo dormir e a viu sair de trás de um móvel”, conta, “ela voltou para o vão em seguida e tive que entrar no quarto no escuro, em silêncio, para pegá-la sem que ela se escondesse”.

Os cuidados com uma cobra de estimação vão ainda além de capturá-la quando ela escapa do terrário. O estudante Raul*, de 17 anos, comprou um filhote de corn snake em março, batizou de Nira e começou a alimentá-la com filhotes de camundongo. Isso mesmo, pequenos ratinhos adquiridos congelados em pet shops. “Quando chegou, ela comia os recém-nascidos. Hoje ela já come filhotes com o primeiro pelo”, conta Raul. “Compro quinze camundongos congelados e guardo no congelador. Cada um custa de R$ 2 a R$ 3”, diz o estudante.

Pode parecer meio sinistro guardar filhotes de camundongo mortos na geladeira, mas Raul explica. “Não dou camundongos vivos porque não os crio”, diz o jovem, que precisa se deslocar até a cidade vizinha para adquirir os animais.


Mas cobra não faz festa quando o dono chega em casa, não brinca com novelo de lã nem vai buscar gravetos no quintal. Então, qual é a graça de criar uma? “Não sei explicar. É legal, é diferente. Não tem como criar um laço afetivo, mas ela reconhece que sou eu que a alimento e não faço mal a ela, por isso, não tem medo de mim”, conta Gustavo.

Por não serem da fauna brasileira, a criação de corn snakes não é legalizada no Brasil. Portanto, Gustavo e Raul não têm autorização do IBAMA para criá-las, mas garantem que Dara e Nira não foram capturadas na natureza e ambos são contra a prática. Raul defende, no entanto, a criação das cobras em cativeiro, desde que nas condições corretas. “Ter uma serpente não é como ter um cachorrinho. Você precisa de um pouco mais de estudo”, explica.

Foto: Flickr/ batwrangler | Corn snake, espécie de cobra que vive nos milharais americanos e,
por ser inofensiva, é muito procurada para ser criada em cativeiro
Justamente por ser um animal silvestre, a cobra requer cuidados especiais que costumam ser caros. “Você gasta um dinheiro alto para deixar o ambiente parecido com o natural”, diz o estudante de Biologia, “o terrário em que a cobra fica chega a custar R$ 600 em lojas”.

Veja aqui a lista de animais considerados domésticos pelo Ibama.


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Energia no Brasil

Com a exploração de apenas um terço do potencial estimado, o Brasil tem na geração hidrelétrica um ponto chave para gerar economia limpa e barata. O video mostra como país vem explorando esta alternativa.







Fonte: AmbienteEnergia

Só na China: chaveiros vivos



Por:Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável
Em: 08/04/11

Foto: Li Bo  

A mais nova bugiganga que está sendo vendida por ambulantes chineses, nas estações de trem e metrô do país, são chaveiros que vêm com uma tartaruga brasileira ou um par de peixinhos dentro de um minúsculo plástico com água colorida. 

A denúncia foi feita pelo jornal Global Times, que afirmou que, em apenas cinco minutos, o repórter escalado para checar a denúncia assistiu à venda de 10 chaveiros. Segundo o veículo, para ganhar a simpatia dos compradores, os ambulantes garantem que o acessório traz boa sorte e que a água com corante possui nutrientes que permitem que os animais sobrevivam dentro do chaveiro por meses.

Depois de assistir à transação, o repórter interrogou alguns compradores: enquanto uns realmente acreditaram na balela dos ambulantes e compraram o chaveiro para fazê-lo de amuleto, outros afirmaram adquirir o acessório, apenas, para soltar os animais na natureza (que louvável, ne?! Ainda existe gente boa e sensata nesse mundo).

Seja como for, as ONGs chinesas defensoras dos animais já estão se mobilizando contra a crueldade, que por incrível que pareça não é considerada crime no país. Isso porque, na China, a única lei de proteção animal vigente diz respeito, apenas, aos bichos selvagens de médio e grande porte.

Drama da baleia franca encalhada em SC


Ô dó! Ontem saiu no Uol essa notícia da baleia Franca encalhada em Florianópolis e hj já sabemos que conseguiram libertá-la.
Vejam abaixo as duas matérias!
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Baleia encalha em praia de Florianópolis, em SC
07/09/2011
AE | Agência Estado


São Paulo - Uma baleia Franca, segunda espécie de baleia mais ameaçada do planeta, foi encontrada na manhã de hoje na praia do Pântano do Sul, em Florianópolis, em Santa Catarina. O animal, com cerca de dez metros de comprimento e pesando seis toneladas, estava encalhado, porém sem sinais de ferimentos.

Os bombeiros chegaram ao local por volta das 8h30 para tentar desencalhar a baleia. Durante o dia, com a ajuda da Polícia Militar e de pescadores da região, foram feitas duas tentativas para desencalhar o mamífero. Ambas sem sucesso. Biólogos do Instituto Chico Mendes também estiveram no local.


Na primeira tentativa, apenas um barco foi utilizado. Na segunda, havia três barcos empenhados na operação, mas a força das embarcações não foi suficiente para remover a baleia. Amanhã, haverá reforço de um rebocador da Marinha. Segundo a Polícia Militar Ambiental, uma nova tentativa de remoção será feita por volta do meio-dia, quando a maré estará alta.

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Equipe de resgate consegue libertar baleia encalhada em praia de Florianópolis
08/09/2011
Por: Diário Catarinense / Ambiente

Terminou hoje a tarde o drama do animal que estava preso em banco de areia da Praia do Pântano do Sul desde quarta-feira (07/09).

Uma baleia franca juvenil estava encalhada na Praia do Pântano do Sul, em Florianópolis, desde a madrugada de quarta-feira. O animal se prendeu a um banco de areia e precisou ser rebocado por uma embarcação da Marinha para voltar a nadar em liberdade.

O mamífero foi avistado por um pescador às 6h de quarta. Às 10h, chegaram os primeiros ambientalistas para o resgate. Mas no decorrer do dia todas as tentativas de remoção do animal de seis metros de comprimento falharam.

Nesta quinta, a equipe de resgate usou a mesma técnica: amarrou cordas no corpo do animal e o puxou com uma embarcação; a diferença é que, na nova tentativa, o grupo usou uma embarcação mais potente e a maré estava cheia.

Centenas de pessoas acompanharam o resgate, e muita gente ficou emocionada ao ver a baleia nadando outra vez. A espécie vem ao Litoral de SC nesta época do ano para ter filhotes.




Fotos: Grupo RBS para o Diário Catarinense

Coleta seletiva em projeto de Lei


Projeto remunera catadores e cria fundo de apoio
06/09/2011
Jornal Cruzeiro do Sul
Wilson Gonçalves Júnior


A criação de um fundo municipal para fomentar as cooperativas de reciclagem de Sorocaba, com a remuneração mensal de R$ 40 por tonelada comercializada, entrou em votação essa semana na pauta das sessões extraordinárias. O projeto dá ainda um crédito de R$ 100 mil para auxílio do Fundo de Apoio às Cooperativas de Reciclagem de Sorocaba.

O projeto tem por objetivo proporcionar às cooperativas e, consequentemente, aos catadores, melhores condições de trabalho e a sustentabilidade financeira necessária para que continuem prestando um serviço de qualidade à população, com mecanismo que possibilite a modernização dos processos de triagem e beneficiamento do material, com a ampliação da capacidade produtiva.

O projeto visa ainda proporcionar segurança para as cooperativas e, consequentemente, ao Programa Municipal de Coleta Seletiva, frente à situações adversas ocasionadas por oscilações do mercado de materiais recicláveis, como ocorreu, por exemplo, em 2008, com a crise mundial. Naquele ano, o preço do material reciclável teve uma queda e gerou uma evasão de cooperados, com a redução da renda.

O fundo terá remuneração de R$ 40 por tonelada comercializada pelas cooperativas, a ser pago pela Prefeitura de Sorocaba e iniciará com um crédito de R$ 100 mil, repassado pela Secretaria de Parcerias. O dinheiro do fundo será administrado por um conselho diretor, formado por representantes do Executivo, das quatro cooperativas, do conselho do Meio Ambiente e da sociedade civil.

O dinheiro será investido em manutenção e ampliação da infraestrutura das cooperativas; apoio de projetos de pesquisa; recuperação e manutenção de barracões; promoção e continuidade de programas de educação ambiental e incremento à retirada mensal dos cooperados, no caso de crises financeiras que provoquem forte impacto negativo em sua renda.

O projeto de lei vai receber ainda duas emendas que vão fortalecer o repasse do dinheiro para os catadores e a comercialização dos materiais reutilizáveis ou recicláveis oriundos da coleta seletiva.

Dicas para um dia a dia sustentável


Em dias onde tanto se fala sobre a preservação ambiental e ter uma vida mais sustentável, ter uma casa que contribua não só para o meio-ambiente, mas também para o seu bolso, não seria nada mal, não é verdade?
Muitas vezes, pequenas mudanças de hábitos simples podem fazer uma enorme diferença nas contas de luz e água no fim do mês, além de deixar sua consciência com o futuro do planeta mais leve.
Pensando nisso, o portal Ig, no menu "Casa", relacionou algumas dicas fáceis de serem implementadas no dia a dia que, certamente, vão trazer grandes benefícios. Veja:

1- Durante o dia, evite acender lâmpadas. Aproveite a luz natural para iluminar e arejar os cômodos. Essa simples medida por reduzir até 10% da conta de energia elétrica.

2- Abrir as janelas também ajuda a arejar a casa, o que pode prevenir o aparecimento de mofos e alergias. O que também minimiza a necessidade de ar-condicionado.

3- Use cores claras nas paredes. Elas rebatem melhor a luz natural e retêm menos calor.

4- Troque as lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que gastam até 80% menos energia, ou LED. O valor é mais alto, mas vale o investimento.

5- Evite dormir com a TV ligada e desligue-a quando não estiver no ambiente. Dê preferência a aparelhos com timer ou função de desligamento automático. E deixe-os sempre com a tomada desplugada quando não estiverem sendo usados.

6- Não use o forno de micro-ondas como relógio! Quando não estiver usando, tire-o da tomada. O mesmo vale para outros equipamentos que trabalham em stand-by. Apesar do consumo ser menor, isso também gasta energia.

7- Se morar em casa, faça captação de águas pluviais para molhar as plantas, reutilizar nas descargas ou limpar o quintal e calçadas.


8- Evite ligar a máquina de lavar com pouca roupa. Um aparelho com capacidade para 5 kg utiliza 135 litros de água por lavagem, independente se está cheia ou não, então, prefira acumular roupa para fazer melhor uso dessa água.

9- Reutilize a água da máquina de lavar na descarga ou para lavar as áreas externas.

10- Na hora de lavar a louça, utilize uma bacia com água para ajudar a “amolecer a sujeira” e outra com água limpa para o enxágue. Lembre-se que cada minuto de torneira aberta pode significar o desperdício de 12 a 20 litros de água por minuto.

11- Dê preferência a torneiras com arejadores. Elas misturam ar à água, dando a sensação de maior volume e pressão, e economizam até 50% de água.

12- Não jogue óleo na pia. Isso gera uma massa compacta de detritos que entope as tubulações e contribui para inundações. Sem falar que dificulta e encarece o tratamento da água. Recolha o óleo usado em vidros e encaminhe-o para reciclagem. Hoje em dia muitas empresas ofrecem o serviço de coleta.

13- Reduza o tempo de torneira aberta também quando for escovar os dentes. Utilizar um copo para enxaguar a boca pode economizar até três litros da água utilizada no banheiro.

14- Tome banhos rápidos. Um minuto a menos debaixo do chuveiro pode significar a economia de três a seis litros de água. E se possível, faça xixi durante banho, isso já evita mais uma descarga d'água!

15- Dê preferência a vasos sanitários com caixas acopladas e descargas com acionamento de dois tempos (que libera diferentes quantidades de água). Elas podem reduzir de 50% a 75% do consumo de água a cada acionamento em comparação às válvulas do tipo Hydra.


16- Substitua as sacolas plásticas pelas de papel, que de degradam mais fácil na natureza. Isso vale para o lixo e para as compras do supermercado, onde você pode valer-se de charmosas e práticas eco-bags.

17- Para descer ou subir poucos andares, use as escadas. Além de economizar energia, você queima calorias e poupa com a academia.

18- Faça a separação do lixo doméstico em papel, vidro, plástico e metal e deposite-os (sempre sem resíduos) em postos de reciclagem. Isso ajuda a reduzir a extração de matéria-prima e o acúmulo de detritos em aterros e lixões.

19- Compre produtos da estação. Por precisarem de menos agrotóxicos, eles farão melhor à sua saúde e certamente terão poluído menos o solo. Além de tudo, são mais baratos.



Fonte: Ig / Casa
Por: Juliana Bianchi
Em: 05/09/11